TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [100-86]

2019 foi um ano interessante ao pop asiático. Desnivelado, mas interessante. Pro K-Pop, muito legal, cheio de ápices comemoráveis. Imaginei que, por conta das várias baixas ocorridas anteriormente, a cena não se sustentaria corretamente. Felizmente, os novos nomes surgidos têm investido em trabalhos relativamente ótimos, que justificam o interesse em tal nicho, ainda que desprovido de qualquer nostalgia. Já pro J-Pop, bleh. Acts e artistas grandes não se esforçaram tanto, uns até sumiram. Tanto que a quantidade de faixas coreanas nessa lista é BEM MAIOR que a de japonesas, coisa atípica. De qualquer forma, foram vários os bops que, em diferentes momentos, fizeram a minha cabeça. Uns mais do que outros, claro.

Vocês já sabem, mas não custa reforçar: as listas aqui do blog são extremamente arbitrárias, considerando, única e exclusivamente, a minha opinião. Nada de charts, nada de relevância cultural. Só a pura e simples subjetividade deste que vos escreve. Não levem tão a sério, eu mesmo não me levo.

Pois bem. Cruzem aí os dedos para que suas favoritas apareçam bem alto, se zanguem com elas morrendo logo nesse primeiro corte e, claro, vão comentando também quais os eventuais hinos que baterão ponto entre as 10 mais. Sem mais delongas…

100. SHEENA RINGO – CHICKEN AND SNAKE AND PIG

Esse álbum novo da Sheena Ringo estava sendo esperado por sua fanbase (que aqui no Brasil deve ser composta unicamente por mim e pelo mano lá do J-Station) há tanto tempo que, honestamente, seria muito difícil que a patroa do J-Pop conseguisse atingir as expectativas geradas nos últimos anos. No entanto, não podemos acusar Sheenão de ser preguiçosa e nem tentar. Quer dizer, a tia se deu ao trabalho de filmar um videoclipe notoriamente caríssimo, com cgi bem feito, cenários enormes, uns elementos de cena super grandiosos, unicamente para ilustrar a intro do LP. E que bom que o vídeo rolou lindão assim, pois “Galinha e Cobra e Porco” é fácil a “opening” mais bonita e grandiosa e imediata e urgente que escutei esse ano. Ouvi-la é como acompanhar uma fanfarra que serve de abertura para algo possivelmente gigante (até mesmo divíno) que parece estar a caminho. Para esse começo de lista, não tinha nada mais perfeito.

99. TIFFANY – RUN FOR YOUR LIFE

Nessa mesma linha de músicas que parecem acusar alguma “urgência” aos ouvidos, temos aqui o pancadão house da Tiffany, que, por incrível que pareça, teve um ano ótimo em questão de repertório (aguardem mais trecos dela em partes posteriores). Não sei exatamente que tipo de público ela está tentando conquistar nos Estados Unidos com algo do tipo “Run For Your Life” (talvez fãs de Rupaul’s Drags Race, sei lá), mas é sempre bom acompanhar uma cantora pop entregando o que a galera que acompanha cantoras pop gosta de receber. Em um tempo onde adolescentes preferem idolatrar pirralhas chatas que tentam pagar de diferentonas (e são idênticas a várias outras que vieram antes), feliz é a Stefany living her diva fantasy com faixas realmente divertidas de ouvir. Btw, falando em tentar pagar de diferentona…

98. SUNMI – NOIR

Olha, por bem pouco isso aqui não fica de fora do ranking. A “crítica social foda” do MV simplesmente não funciona com o K-Pop, que meio que faz tudo o que, vejam só, é criticado no vídeo: os artistas são desesperados por atenção, lucram em cima disso e se destroem nesse trajeto. Então fica meio ridículo acompanhar a Sunmi com isso tudo em tela, não rola, não dá para comprar a sério. A boa notícia disso tudo é que “Noir”, como música, funciona muito bem. O instrumental 80s recheado de sintetizadores tensos é uma delicinha. Os vários ganchos de métrica da letra a fazem super grudenta na cabeça. E a interpretação “bêbada” da Sunmi é sempre welcomida aos ouvidos. Se o vídeo não fosse tão bleh, talvez estivesse umas 40 ou 50 posições acima na lista.

97. HAPPINESS – CHAO CHAO

Acho curioso o fato de ter sido o Happiness o único grupo a sobreviver à implosão do E-Girls. “Implosão”, pois elas meio que ainda estão por aí, mas sem o apelo todo de ser um megazord gigante reunindo todas as gostosas de girlgroups da “família E”. Flower enfim viu seu fim após o lineup ser reduzido a Reina cantando e outras quatro rebolando. Dream já havia partido dessa pruma pior, com a Ami se tornando uma solista. Mas o Happiness ainda tá aí vivão, com lançamentos relevantes e tudo mais. “Chao Chao” é fácil algo que eu esperaria como follow up para o CLC enquanto o (G)I-DLE ainda não existia e a Cube tentava fazer delas o novo 4MINUTE da nação. Fosse algum boygroup executando, ficaria um saco, mas é inusitado ver esses instrumentais try hard em vocais femininos, então rola legal do início ao fim. E pelo amor de zeus, a Karen é muito linda. Ficará como a grande visual da Exile Tribe agora que a irmã, Shuuka, decidiu abandonar a vida idol. (Update 23/11: E-Girls anunciou disband pro ano que vem. Porra, Reina…)

96. MAMAMOO – MY STAR

E acabou que 2019 foi ainda outro grande ano para o Mamamoo. Nem estou limitando isso só à contínua crescente de popularidade que o quarteto reúne. A quantidade de bops vindos delas foi bem considerável, tanto que nem conseguirei colocar tudo o que curti de seu repertório recente nessa lista. Das album tracks, “My Star” certamente foi o grande destaque. Há uma “tensão” estranha nisso aqui, mas que casa legal com a onda urban utilizada no instrumental. Na real, não entendo porque que elas não investem mais nessa linha sonora. Com os vocais reforçados delas, as coisas todas poderiam alcançar um novo nível – algo que ocorre em “My Star”, com Hwasa, Solar e Wheein gritando gostoso em sua reta final. Deviam ter performado essa naquele run do Queendom onde os fãs escolhiam as músicas. Iriam ganhar do mesmo jeito, mas ajudariam o tio aqui com o auxílio visual para esse parágrafo.

95. AIRI SUZUKI – ESCAPE

Essa aqui vocês devem ter deixado passar, mesmo com a Airi Gostosona Suzuki tendo alcançado o #1 no ranking de jotapopes do falecido blog azul no ano passado e tal façanha torne-a um act de alto escalão dentro do asian pop brasileiro, com vocês tendo como obrigação acompanhar sua carreira mesmo sem qualquer divulgação em sites daqui, seus capopeiros preguiçosos. Exageros de lado, “Escape” é um bom número “latin pop meets japanese idol pop“, misturando elementos hispânicos com alguns bons histrionismos sonoros comuns a grupos nipônicos. O refrão dá vontade de sair rebolando pela casa e os “1 & *BUMP* *BUMP* *BUMP* *BUMP*” ficam na cabeça durante muito tempo.

94. PENTAGON – SHA LA LA

Vários de vocês irão me julgar, pois são uns chatos, mas eu ainda hoje curto bastante o debut do Wanna One com “Energetic”. Ela me lembra de tempos onde boygroups coreanos se preocupavam mais em entreter o ouvinte, colocar a galera para dançar e se divertir em vez de alimentar teorias no YouTube ou trecos do tipo. Infelizmente, foram poucos os acts masculinos que soltaram bops assim depois disso (o próprio Wanna One descambou pro lado errado). Então, eu obviamente adoraria essa “Energetic 2.0” do ex-grupo do namorado feio da HyunA. “Sentir uma vibe shalala” é uma temática tão ridícula para uma música que, vejam só, colou com a farofa. Somem isso tudo a uma bridge de rap certeira e um videoclipe de humor involuntário e, *BOOOOM*, temos um ótimo número de grupo de meninos. Enquanto isso, E’Dawn tá fazendo o exato contrário na gravadora do Psy. Pobrezinho.

93. SAAY – ZGZG

Sigo na ignorância quanto a procedência dessa gata aí panfletada pelo Dougie no início do ano. Li que foi de algum grupo flopado que nunca dei importância e que já tem uma carreira longa como solista, mas sequer fui atrás de seus trabalhos anteriores. Bom, tanto faz. “ZGZG” é mais que o suficiente para fazê-la um dos highlights entre as solistas coreanas (de minhas playlists, ao menos).  A SAAY entrega, em áudio e vídeo, tudo o que esse tipo de número “mina fodona” deve conter. Há atitude, saliência, agressividade e um certo deboche. Bem cantado nos momentos onde deve ser cantado, bem rimado nos momentos onde o rap deve aparecer, e bem dançado, com uma coreografia que tem direito até a um break apenas par que ela e os bailarinos rebolem super evocativos de Janet Jackson. Boa sorte aí tentando tirar os “dum digi digi dum digi dig dum” da cabeça.

92. PARK BOM, CHEETAH – HAN

Tá, isso aqui foi inusitado. Minhas reações iniciais ao cover da Park Bom para “Hann”, do (G)I-DLE, dentro do Queendom foram de chacota pura. O vocal dela nessa apresentação está terrível, com ela cantando como se estivesse com uma batata na boca durante todo o tempo. E tudo piora com ela mal conseguindo se movimentar pelo palco, com o figurino inadequado e as tentativas péssimas dela ao se aventurar pela coreografia tal como uma barata prestes a morrer afetada pelo inseticida jogado em cima. Só que “HAN” ficou um tempão no meu celular, tocando várias vezes no aleatório ao longo dos meses enquanto fazia meu trajeto para a faculdade. Em dado momento, o “curtir ironicamente” se converteu em “curtir honestamente” e, uou, aqui estamos. A versão original, com Soyeon e as outras elegantonas e teatrais ainda é imbatível, mas essa abordagem “das ruas” que os produtores da Bom bolaram, junto com o feature da Cheetah, também é bem divertida de ouvir. No final, todos saem ganhando: fãs do (G)I-DLE, da Bom, viúvas do 2NE1, os amigos da Cheetah que devem gostar das faixas dela, vocês e eu.

91. BVNDIT – HOCUS POCUS

Eu sei, eu sei. “Hocus Pocus” é uma versão mais pobre de “Gotta Go” e o tratamento sonoro e estilístico do BVNDIT como um todo soa como “vamos pegar o que dá certo com a Chung Ha e repetir diluído por cinco”. Mas, ó, tem vezes que uma coisa é tão legal, mas tão legal, que mesmo sua reinterpretação genérica consegue funcionar (ou vocês não comeriam Negresco mesmo com Oreo existindo). O lance é que me peguei ouvindo isso aqui com uma frequência bem mais alta do que o que havia esperado na época do debut, me divertindo com as várias viradas de mesa que a faixa vai apresentando, com o refrão longo muito bem performado, com a bridge desacelerada supostamente sensual e tudo mais. Um bom ponta pé inicial para essas aí, que provavelmente estavam esquentando banco no porão da gravadora desde “Why Don’t You Know”.

90. STRAY KIDS – SIDE EFFECTS

Eu nunca entendi de verdade o hype que vocês da minha bolha capopeira de Twitter colocavam no Stray Kids, mas esse ano eles realmente fizeram valer as expectativas com algumas farofas bem divertidas de ouvir. Rolou aquela Miroh, evocativa de coletâneas Jovem Pan dos anos 2000, uma graça para sair pulando no quarto. Double Knot, cujo instrumental é um sonho molhado de Skrillex e outros DJs nessa linha dubsteptrap. A minha favorita, no entanto, é “Side Effects”, também a cara do que tocava nas rádios no início da década passada, mas com uma virada techno ainda mais acentuada. O refrão disso aqui é como uma viagem de ácido, algo bem legal a se dizer de um single de boygroup que se propõe a testar ideias eletrônicas um tiquinho mais pesadas que o geral. Já podem disbandar, GOT7. Os pirralhos novos estão bem mais interessantes que vocês.

89. LADYBABY – HATEN NI RAIMEI

Não tinha comprado de início essa nova formação do LADYBABY, pois meio que o que fazia do grupo um dos trecos mais interessantes do Japão atual era, justamente, o line up icônico, com duas pirralhas toscas ao lado do Lady Beard. A onda toda era num limiar entre a piada e o sério que colava bastante. Então, refazerem o grupo com várias modelos adolescentes tirava sua graça e gimick inicial. Só que tem vezes que é bom estar errado, pois a vida te surpreende positivamente. A bobagem agora com quatro gatinhas tem acertado tanto na escolha de demos que, vejam só, o LADYBABY agora funciona como um grupo a ser levado a sério de verdade, não mais pela piada. “Haten Ni Raimei” é um pancadão kawaii metal divertidíssimo de escutar, recheado de momentos grudentos e energéticos necessário para despertar vontades repetidas de replay. Espero que continuem investindo nisso conforme os anos forem passando.

88. 3EYE – OOMM (OUT OF MY MIND)

Como é bom vivermos num mundo onde as empresas voltaram a apostar em conceitos girlcrush para seus grupos, não? A cena de nugus tentando com empenho já não é mais a mesma, eu sei, então é de se festejar quando flopadas como essas 3EYE (de onde vieram? do que se alimentam? já disbandaram?) soltam um jam-mina-fodona do naipe de “OOMM”, não só provocativo em sua atitude, vídeo, dança e letra, mas ligeiramente mais ousado que o normal em sua estrutura musical. O começo dos refrães mirando num house macabro só para o resultado ser um pancadão urban é gostosíssimo, as viradas “circenses” também. Me lembra Koda Kumi em sua boa forma – se essa ainda tivesse grana em caixa para MVs tão detalhados quanto esse.

87. STEVE AOKI & MONSTA X – PLAY IT COOL

Não sou o maior fã do Monsta X (na verdade, essa aqui é a única faixa deles que eu escuto), mas vi que eles têm investido numa carreira internacional e que já rolaram alguns lançamentos em inglês focando o ocidente. Deu certo? Eles estão vingando fora do eixo Coreia/Japão ou são tipo o Spica? Huh, depois me contem, pois estou com preguiça de pesquisar sobre. Prefiro gastar o tempo que perderia nisso ouvindo “Play It Cool” repetidas vezes. Toda sua construção melódica me lembra esses eurodances solares preparados especialmente para sets de DJs em festivais gigantescos, com exceção do pós-refrão, reprisando os “The way that you keep move ya” ad infinitum, que me transporta diretamente para um clube vogue dos anos 90. Não tinha como ser melhor.

86. RED VELVET – ZIMZALABIM

As reações à essa aqui foram tão oito ou oitenta. Uma galera amou e defendeu como se fosse o troço mais transgressor da história da música pop mundial, enquanto outros se sentiram ofendidos com sua existência. Acho que estou num meio termo. “Zimzalabim” não é a melhor e nem a mais ousada faixa das boleiras, embora até role um esforço para isso com os plot twists sônicos (“Dumb Dumb” e várias album tracks do “The Red” são mais criativas), mas come on, não vejo muito motivo para me importar com isso. Prefiro me apegar ao fato de conseguir me divertir com toda ela, me entreter com o MV viajado na bala e tudo mais. Pra mim, foi a Anck Su Namum desse ano. Mais adocicada que rap satânico da Yezi, claro, mas tão efetiva quanto naquilo de construir atmosferas estranhas e variadamente chicletes.


E aí, surpresas?

Spoiler da parte 2: 12 capopes e 3 jotapopes. Entre esses, 2 de boygroups, 6 de solistas e 7 de girlgroups. Feliz natal e até amanhã!

19 comentários em “TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [100-86]

  1. Uma do Twice, ja vai rodar na proxima rodada, certeza. Sobre o post, Sunmi ai, sei não as musicas dela esse ano, foram esqueciveis, surpresa que zimzalabim já rodou na primeira parte, essa musica do monstaX foi uma otima surpresa esse ano, jurava que a da tifany ia pegar top 30, de resto não posso reclamar muito sem ver os proximos post.

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  2. Começamos bem, no geral. Só o cover de HANN que acho que não merecia entrar na lista, mesmo simpatizando com a Bom e com a Cheetah…

    Uma dúvida: esse top 100 de “asian pop” é restrito ao k-pop e j-pop ou tem a possibilidade de alguma música da Jolin Tsai entrar, por exemplo?

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    1. Vai ser só K-Pop e J-Pop, pois não ouvi nada de mandopop e outrospaísesasiáticospop que prestassem esse ano. As músicas que a Jolin trabalhou como single, se não me engano, são do álbum que ela soltou no finalzinho de dezembro do ano passado, então nem rolam de entrar (ficarão para uma reedição do top de 2018, provavelmente no ano que vem, se não ocorrer nenhum imprevisto).

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      1. Mesmo as que ela só trabalhou como single em 2019? Ugly Beauty, Womxnly e Karma só ganharam MV em 2019, se não me engano…

        (e foram três verdadeiros hinos)

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  3. Ah, sobre o Happiness e E-Girls, torço pra que você ou o Dougie (ou os dois juntos, por que não?) um dia decidam fazer um artigo recapitulando toda a trajetória desse verdadeiro megazord do j-pop, as figuras notáveis como Ami (que além de destruir o Dream ainda teve a pachorra de botar o nome do grupo no nome de solista dela) e Reina (que não satisfeita em enterrar o grupo dela, enterrou o próprio megazord) e as curiosidades como a presença de integrantes avulsas cujo papel se resumia a dançar no fundo do palco e cantar 0 segundos…

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      1. Exato! Especialmente no caso das avulsas que nem faziam parte de nenhum dos grupos base e só estavam no megazord pra inchar a formação (já que por algum motivo estranho os japoneses adoram grupos com mais de 20 integrantes mesmo que só 4 ou menos efetivamente cantem).

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  4. Assistir a Park Bom no Queendom foi um mix de :
    – Iti mô Deuzu q dó da bixin sozinha
    – É tudo fake e a mídia está me manipulando
    – Mas ela ta S O Z I N H A
    – 🤨 Ta mas pq parece q ela ta cantando com farofa na boca?????????

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  5. Sheenão – apesar de cagar e andar pra intro, reconheço que Sheenão entregou um ótimo exemplar e o MV só melhora a experiência
    Tiffany – APENAS RAINHA
    Sunmi – APENAS MUSA
    Happiness – não curti muito essa faixa. Prefiro “Gold”, o tropical house safado delas lá de 2017
    Mamamoo – prefiro HIP
    Airi Suzuki – deu um ótimo segmento ao que ela fez lá em 2018
    Pentagon – a melhor coisa que aconteceu pro grupo foi a saída do E-Dawn (me desculpe, fãs dele e da HyunA, mas é a verdade)
    SAAY – jamais imaginei que a gatinha ia aparecer no seu Top 100. Uma grata surpresa!
    Park Bom – não acompanhei o reality, e tô ouvindo as músicas dele de pouco em pouco. O cover ficou muito bom
    BVNDIT – Gotta Go não me empolgou muito, essa então…
    Stray Kids – tiveram um 2019 acima da média pra um boygroup
    LADYBABY – não acompanho, hehe
    3EYE – acho que as fofas podem crescer, mas essa música não me empolgou também
    Monsta X – Play It Cool é a melhor música de boygroup desse ano, e assim como Stray Kids, também tiveram um 2019 muito bom. E é uma pena que o Wonho tenha saído (snif, snif…)
    Red Velvet – Zimzalabim é divertidinha, foi a Rookie desse ano. Mas acho que o 2018 delas foi melhor. E que Wendy bias se recupere logo…

    E amo que você tá fazendo um ranking no mesmo molde do Bruno. Se ele não voltar, então essa coroa é tua, princesa!

    Curtido por 1 pessoa

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