TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [25-11]

Penúltimo dia do ano, penúltima parte desse ranking. Com a grande maioria das músicas já cortada, é hora daquele momento em tops de melhores do ano da blogosfera fundo de quintal onde aparecem as pérolas, as gemas, os hinos, as fadas de cristal que são emblemáticas, mudadoras de vida, quase clássicos contemporâneos, mas que, por pura subjetividade desse que vos escreve, acabaram não ficando entre as 10 mais.

E aí, quem vai morrer na praia junto com a Chung Ha? Vamos descobrir…

25. EVERGLOW – BON BON CHOCOLAT

MELHOR MÚSICA RUIM

Eu tenho uma paixão especial por músicas que são ruins, mas tão ruins, que fazem a volta e se tornam boas. “Bon Bon Chocolat” é uma palhaçada try-hard forçaaaada. O exagero por cima dos sintetizadores e dos vocoders nas gatas beira ao esdrúxulo. Imagino a cara de algum ouvinte mais casual, que não entenda o que é o K-Pop de verdade, escutando isso e entrando em confusão com um monte de Hatsunes Miku “mandando umas rimas” em tal pancadão e não conseguindo segurar a risada. Mas vai, nós já somos burros velhos nesse nicho e conseguimos diferenciar quando algo é mais “artístico” e mais, huh, “act”. E “Bon Bon Chocolat” é a mais pura delicinha act, em toda sua duração. Eu adoro o segmento pré-refrão, com os “Everything, everything / You gotta want my everything” servindo de gancho pro na na na na na na na na na na naaaaa do refrão. Adoro o vídeo baixo orçamento com as pentelhas pagando de malvadas fashion. E adoro como elas conseguem entregar todo o espírito girlcrush mina fodona com uma canção verdadeiramente pegajosa que ampare essa estética toda.

24. AILEE, UNDAUNTED, DJ KOO – HEARTCRUSHER

O LP da Ailee trouxe uma porrada de músicas boas e fresquinhas para seu catálogo (vocês viram que eu coloquei várias ao longo desses posts), mas nenhuma delas conseguiu ser melhor, mais envolvente, empolgante, divertida e com cara de jam implacável quanto essa aqui. “Heartcrusher” é como se estivéssemos no início da década, onde David Guetta recrutava toda variedade de solistas para parcerias idealmente voltadas para as pistas, mas que acabavam sendo boas para ambos os envolvidos. Versos ótimos, uma porção de ganchos envolventes, refrão reproduzível que fica na cabeça. Uma pena não ter sido trabalhada idealmente, com MV, performances nesses programas de TV e tudo mais. Mil vezes esse aqui tivesse sido o tal debut solo dela nos Estados Unidos que aquela porcaria “alien” de anos atrás. Melhor faixa dela em bastante tempo.

23. KANA-BOON – BRAND NEW

MELHOR ANIMESONG

Algum fã de kappa no recinto? Não, ninguém? Xii. Sarazanmai foi uma bobageira tão divertida de assistir. Aquilo de todo ele ser uma versão masculina/kappa de animes shoujo magical girl, com os maneirismos batidos do gêneros sendo utilizados para fins de comédia, funcionou tanto comigo. E nesse bolo todo, acabei me viciando na canção tema da série, “Brand New”, do grupo Kana-Boon. Até admito que não há nada aqui que fuja do que é comumente feito para produções desse tipo, mas também é necessário admitir que, quando o arroz com feijão de animesongs é bem feito, não há do que reclamar. A faixa é recheada daquela energia necessária para transportar o ouvinte pruma platéia de AFs da vida, com alguma banda cover interpretando isso a plenos pulmões. Pra mim, é o sentimentalismo ideal a ser despertado por esse tipo de número.

22. NCT DREAM – BOOM

MELHOR MÚSICA DE BOYGROUP

Acho que à essa altura do campeonato, mesmo a SM já entendeu que o projeto inicial do NCT não colou com ninguém, visto ter dissipado totalmente as sonoridades e estéticas que diferenciavam os acts entre si. Os NCTs, atualmente, são só mais boygroups da gravadora, com todos os prós (dinheiro para pagar ótimos compositores) e contras (serem variantes do TVXQ!, SuJu, SHINee etc.) envolvendo isso. Ironicamente, quem acabou se saindo melhor na história toda foram os pirralhos do NCT Dream, que tiveram o pior debut entre os 3, mas agarraram a melhor demo masculina da empresa (e do K-Pop) em 2019. “Boom” é boa para um cacete! Me lembra o que o Timbaland fazia para vingar uma porção de gente nos EUA no início da década passada (Nelly Furtado, Timberlake, Shakira), com aquele arranjo de percussão mais grave em evidência que era sua marca registrada. Honestamente, nenhuma outra patota de oppas conseguiu me empolgar, divertir e durar tanto em minha cabeça quanto esse pivetes ao longo do ano. Já podem demitir o resto e oficializarem eles como o NCT principal daqui em diante.

21. ITZY – DALLA DALLA

MELHOR DEBUT

Vi à época (em minha timeline no Twitter) que um monte de gente (entre a quantidade ínfima de capopeiros que eu sigo) achou isso aqui uma porcaria completa, por ter um monte de variações no instrumental. Eu, honestamente, adorei essa farofa era de ouro do K-Pop avulsa sobre amor próprio e NAMONGA DALLA DALLA YEEEAAAHH. Ela cola em diferentes níveis: funciona como um bom debut de girlgroup da JYP, que acabou ficando só com o Twice pirralhando pela Ásia, necessitando de um new miss A bad gurls pra nivelar as coisas dentro da gravadora e NAMONGA DALLA DALLA YEEEAAAHH, e funciona também como uma música isolada, pois é divertida e NAMONGA DALLA DALLA YEEEAAAHH! Pobre Somi.

20. MAX – PARTHENON

As tias do MAX estão particularmente bonitas nesse vídeo. Sei que, provavelmente, a simplicidade de cenários nele é por pura falta de orçamento, mas observar elas vestidas como deusas gregas no partenão enquanto cantam esse pancadão para para é esteticamente muito interessante. Mais interessante que isso só a música mesmo, evocativa do que elas e outros grupos faziam nos anos 90, onde o Japão, sabe-se lá por qual motivo, decidiu absorver alguns exageros do eurodance e tornar aquilo parte integral de sua cultura pop adolescente. “Parthenon” acerta em cheio em tal throwback, sendo energética, animada, absurdamente teatral na maneira como é cantada e ligeiramente ridícula em toda sua conjectura. Torço por mais coisas assim delas daqui em diante, espero que esse comeback não tenha sido só algo comemorativa ou trecos do tipo. Num ano onde Bed In desapareceu e Satellite Young só lançou merda, o MAX foi o elo “japonês esquisito” que torna esse cenário tão divertido às vezes.

19. RED VELVET – SAPPY

Pode parecer estranho que, num 2019 onde rolaram tantos releases coreanos bem trabalhados em EPs e fechando num LP semana passada, meu treco preferido do Red Velvet tenha sido um single japonês lá do comecinho do ano. Só que a real é que “Sappy”, pra mim, foi o momento onde tudo o que mais gosto e me fez seguir o grupo em sua assinatura foi representado ao máximo. O instrumental é tão cheio de camadas que escutá-lo com atenção é capaz de derreter cérebros, tamanhas as suas pequenas variações malucas. A letra é certeiramente estúpida, chiclete ao máximo. E o clipe no lava jato do diabo é uma viagem de ácido das boas, com Red Velvet sendo Red Velvet ao extremo. Tomara que rolem ainda novos bagulhos dementes assim das cinco onigiri de akuma na terra do sol nascente no ano que vem. A doença mental delas é muito atrativa à tal fatia de mercado.

18. (G)I-DLE – SENORITA

Camila e Shawn que me desculpem, mas essa aqui foi, de longe, a melhor “Señorita” desse ano. Na real, Camila e Shawn sequer tinham chance, pra começo de conversa, vai. Seria dificílimo para o super convincente e cheio de química casal bater de frente com esse limiar entre Beatles (não to sendo irônico, a estrutura sonora realmente lembra a boyband de meio século atrás) e musiqueiro mexicano tradicional teatral. Musicalmente, tudo aqui funciona TANTO. O instrumental que vai “se guardando” pro refrão duplo. A letra cheia de momentos grudentos que vão se enganchando numa crescente assassina. A interpretação cativante das integrantes (a linha vocal do gidle é de matar). O já citado refrão duplo penetrativo. O clipe lindíssimo. Os FU FU FU FU FU FU FU FU FU FU FU FU ridículos do final. Soyeon e suas empregadas mandaram muito bem em todas as suas tentativas ao longo do ano, com esse sendo o ápice. Monster rookies fazem isso mesmo.

17. DIA – WOOWA

Uma das coisas que disse e repeti sobre o DIA nos últimos anos (além do desejo de que a MBK acabasse com o grupo, fingisse que ele nunca existiu e redebutasse as integrantes em outros times menores, tal como rolou anos atrás com o Co-Ed School/Speed/5Dolls) foi que não via a hora delas fazerem a “evolução-farofa” que o T-ara fez em 2012, quando passou de grupo que lança números retrôs fofos e cativantes para grupo que lança farofas datadas para fritar na pista de dança. E isso ocorreu aqui em “WooWa”, que é boa demais, grudenta, envolvente, sendo o melhor bagulho delas até então (fãs do plágio da Tinashe, lamento). O sintetizador com os PAMPARAMPAMPAMPAM no início dá a música toda uma aura “final boss” de RPG de nintendinho que a eleva de patamar. O pacote todo é não só meio T-ara, como lembra também uma porção de “joke acts” mais ousados em termos de instrumental, mas que acaram morrendo na praia com o passar dos anos, tipo Crayon Pop, Orange Caramel e Momoland. Uma pena o repertório pregresso delas ser tão atuação-da-gabriela-duarte-em-por-amor-que-está-sendo-reprisada-na-globo-de-cinco-em-cinco-anos, pois a comparação com as irmãs de bullying mais velhas fica até injusta.

16. FAKY – GIRLS GOTTA LIVE

Ainda outra que provavelmente causará surpresa por aparecer tão alto na lista, pois acho que não deixei muito claro o quanto gostei ao longo do ano. 2019 foi bastante escasso em relação a esses números girly de acts femininos, e coloco não só o asian pop nesse balaio, mas também todo o resto do pop internacional. Será que o Fifth Harmony deu uma cansada no ouvinte médio com a sequência de sucessos nessa pegada enquanto eram um quinteto e, hoje em dia, o povo tem preferido outras abordagens femininas? Bom, só sei que eu estava sentido falta de algo assim, com essa linha de baixo mais grave, com essas palminhas guiando a melodia, com esses vocais variando entre diferentes registros, contidos quando precisam, exagerados quando necessário. “Girls Gotta Live” foi o grande recomeço que o Faky precisava agora com um novo line up, sendo ainda outra ótima adição ao repertório invejável dessas flopadas que ficará por tempos em minha cabeça.

15. DREAMCATCHER – DEJA VU

Hum, a gente brinca muito com a não-seriedade com que os releases coreanos devem ser levados, afinal, são quase sempre executados por grupos montados por produtoras e justificativas desse tipo, mas acredito que, independente disso, é importante que nunca esqueçamos que, no fundo, são músicas, e que músicas, assim como quaisquer outras formas de artes, atingem nossos sentimentos. “Deja Vu” foi lançada num momento onde eu estava péssimo, com sua letra, clipe e melodia sendo certeiros para traçar o quão ruim tal período vinha sendo. Foi ideal para que eu fosse a fundo naquilo. De certa forma, me ajudando a superar, agindo como uma catarse em minha cabeça. É que nem aquele filme bonitinho da Pixar com pessoas coloridas na cabeça da garotinha nos ensina: nem sempre a melhor maneira de lidar com os problemas é apelando para a felicidade. Outros sentimentos, como a tristeza, também são úteis. “Deja Vu” não é alegre, é super pra baixo, pesada, inclusive instrumentalmente. E assim, o Dreamcatcher conseguiu seu melhor single desde o debut, sendo um sopro de ar fresco dentro desse cenário onde a alegria excessiva é quase regra entre lançamentos.

14. JEA, CHEETAH – DEAR. RUDE

MELHOR BALADA

É tão difícil entregarem faixas teatrais e exageradas assim sem que tudo descambe pra chacota. “Dear. Rude” reúne tudo o que um bom baladão pop deve ter, se sobressaindo com certa folga quando comparado a outros exemplares também muito legais que rolaram nos últimos tempos. Há intensidade na construção instrumental “tango” servindo de pano de fundo para o vozeirão da JeA, que entrega a dramaticidade necessária para um número desse tipo. Como eu disse, é muito fácil que coisas assim descambem pra comédia involuntária, mas a impressão que tenho é que a dedicação dela e da Cheetah é tão forte dentro do personagem que eu, de fato, consigo comprar os excessos propositalmente adicionados. Quando o tom modula no último refrão, após a bridge, por exemplo, é magia vocal pura nos ouvidos. O mesmo para o clipe. A baixa rendice toda de filmarem uma história de terror, onde JeA comanda monstros dentro de sua casa (que pode ser interpretada de várias maneiras: eu vejo como uma “luta contra seus próprios fantasmas”) poderia ficar ridícula nas mãos de outros, mas cola como entretenimento, pois a música ao fundo é muito bem executada. Quando a Cheetah chega com o bolo, mandando as melhores rimas da carreira dela, quase que sincronizadas com a melodia do piano, é quase inevitável não se comportar como um dos “zumbis” lá e tentar pegar um pedaço. Melhor treco BEG related do ano.

13. RIRI, KEIJU – SUMMERTIME

Eu AMO quando as narrativas estúpidas que eu crio para o povo que falo nesse blog acabam sendo aleatoriamente adotadas por eles, fazendo eu me sentir como um influenciador real da cultura pop internacional. Por exemplo, eu ficava comparando a RiRi com a Ariana Grande em seu começo de carreira, já que as músicas soltas por ela eram impregnadas com o mesmo instrumental e estilo vocal chupado da Mariah Carey dos anos 90. E o que que a gostosa fez depois disso? Decidiu percorrer o mesmo caminho que Arianinha tomou em sua segunda era, colocando um fucking rabo de cavalo e chamando algum mano prum feature puxado pro urban para iniciar sua transição ao sexy concept. Ícone! Piadas de lado, “Summertime” foi um dos meus maiores vícios esse ano. Sou apaixonado pela guinada “oriental” que a backtrack assume já quando entra o vocal da RiRi. E o refrão cheio de distorções eletrônicas é de cair o cuzinho da bunda, bicho. RiRi melhor Ariana Grande da atualidade, hein. Terceiro melhor J-Pop desse ano (os outros estão no top 10).

12. OH MY GIRL – THE FIFTH SEASON

MELHOR AEGYO FOFINHO *o*

A acabou que o Oh My Girl se deu muito bem com a estiada dessa proposta white aegyo na Coreia do Sul, fazendo com que seu grande jam fofinho fosse um dos únicos representantes do chave-de-cadeia concept ao longo dos meses. Mas não é como se esse fosse o único atributo de “The Fifth Season”. Eu honestamente acho que isso aqui figuraria alto nesse ranking mesmo se estivéssemos em 2016/2017 e todo grupo existente tivesse com saias plissadas fingindo ter 8 anos. Na real, “The Fifth Season” é um dos melhores aegyos de todos os tempos!!! Todo aquele clima propositalmente idealizável, ethereal, como se a vida fosse uma animação da Disney, está lá, indo ainda um tiquinho a fundo em questão de construção de melodias e de peso instrumental. Sinto que ela estaria em casa na trilha sonora de algum anime shoujo magical girl dos anos 2000, isso de modo positivo. O refrão, em especial, é bem bonito, com várias partes que vão se intensificando tanto no que é tocado atrás, como na interpretação vocal das meninas. Aline barros ficaria orgulhosa -q (Fun fact: foi ao ouvir isso aqui que decidi voltar de vez para a vida de blogueiro, pra vocês verem o tanto que gostei.)

11. CHUNG HA – GOTTA GO

Eu sei, EU SEI!!1 O pancadão da Chung Ha merecia estar no top 10, sumimaseeen! A posição 11 é sempre a mais difícil, pois não tem nada que justifique de verdade a música estar nela e não outras acima, mas enfim. “Gotta Go” é excepcional. O Black Eyed Pilseung dar uma segurada nos ícones sonoros (geralmente, ele faz o contrário) fez com que cada um dos elementos fortes ao longo da backtrack pudessem ser aproveitados corretamente. Toda ela soa uma versão dance de algum cântico folclórico cigano, com a Chung Ha carregando o vocal num registro mais grave que casou bem demais com a proposta. Adoro o refrão com os sintetizadores “étnicos” estranhos pra caramba enquanto ela injeta uma quase passionalidade cantando, estourando com tudo na bridge icônica (I’m really trying to make you seeeeeeeeeee). Isso tudo junto com o MV lindíssimo e a coreografia envolvente? Bom demais, do início ao fim. E sensual para caralho. Porra, Chung Ha, foi por umazinha dessa vez, hein… =/


E é isso. Amanhã, o top 10.

Spoilers: 2 jotapopes e 8 capopes, o que evidencia o quão desnivelado esse ano foi. Dentre esses, 4 de solistas (duas são colaborações entre cantora+produtor) e 6 de girlgroups. E o segundo lugar, provavelmente, provocará rolamentos de olhos em deboche, pois vocês são uns ridículos. Tá fácil, na verdade. Inté. \o

23 comentários em “TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [25-11]

  1. Devo admitir que Dalla Dalla cresceu bastante comigo com o passar do tempo. O problema da música é que as partes individuais dela são todas ótimas, mas falta coesão na passagem de uma pra outra. Mas o refrão maravilhoso compensa.

    E ótimo descobrir que não sou o único que gosta dos “fu-fu-fu-fu” no final de Senorita! Yuqi, verdadeira dona do (G)I-DLE (desculpaí, Soyeon).

    Curtido por 2 pessoas

  2. Metade do meu top 10 ficando nessa parte arr.
    Esperando para ver que que posição ficou Apink e Anda, e curioso para ver se fromis_9 vai seguir mais um ano no seu top 10

    Curtir

      1. ah sim, se tivesse no seu top 10 eu ficar MUITO surpreso, pq eu sou muito fã delas mas depois de umas semanas cansei da música e ela foi parar lá em baixo na minha playlist

        Curtir

  3. lalalay, feel special e fancy no top 10, talvez alguma bside de loona ou dreamcatcher (mas acho q não), ia chutar devil do clc mas lembro q achou meia bomba, o resto n faço ideia

    Curtir

      1. É uma surpresa constatar que um grupo que até então só lançava bomba atrás de bomba, de repente lançou vários acertos seguidos…

        Já tava na hora do JYP dar um repertório à altura do carisma da Nayeon, da voz da Jihyo e dos rebolados da gostosíssima trindade (a.k.a. Momo/Sana/Tzuyu).

        Curtido por 1 pessoa

  4. -fiquei aliviado da bomba do Idle já ter sido cortada antes do TOP10.

    -estou embasbacado que você gostou mesmo daquele negócio da Anda.

    – acho que vamos concordar na posição de Eung Eung.

    -vou adorar ver o Twice arrancando a peruca de geral.

    Curtir

  5. Boom realmente é a melhor música de boygroup esse ano, bêtêéssi deveria ter uma assim na discografia. Se quer pagar de conceitual que seja com música boa, ha

    Teu top 10 com certeza vai ter twice, elas lançaram muitos hinos esse ano

    Curtir

  6. Se anda não estiver eu desisti desse blog, acredito que teremos uma do grupo da nação, utadao, apink, e não vou perder as esperanças, acredito que vc colocou antidote das fale sim

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s