Melhor o Apink lançando trecos nota 7,0 como “Dumhdurum” que nada (ou pior, voltando pro white aegyo)

Não sei se por estar muito ocupado ouvindo bops nota 9,0 pra cima enquanto compilo as faixas que entrarão para o top throwback de 2010, ou se por falta de capricho dos envolvidos mesmo, mas não achei essa nova do Apink nada de mais…

A virada de chave do Apink em 2018 foi uma das coisas mais interessantes que aconteceram no K-Pop dessa “nova geração”. Ao longo de todo o primeiro ciclo de seu contrato, o grupo serviu anos de singles e MVs explorando aquela modinha white aegyo, o que lhe gerou bons frutos em questão de vendas e audiência. O suficiente para que sua gravadora decidisse jogar qualquer proposta bem sedutora às integrantes para que continuassem por lá. E que bom que, para essa nova rodada de releases pós-renovação com o selo, elas optaram por uma abordagem mais adulta, condizente com a idade delas, e começaram a apostar em números sonoros e visuais bem apetitosos para a galera que, como eu, chegou no K-Pop quase uma década atrás buscando popzões divertidos e com o apelo “bate-cabelo” internacional que o nicho, em expansão, proporcionava à época.

“I’m So Sick” e “%%” foram fortes o suficiente para raparem um top 25 e um top 10 em minhas respectivas listas de melhores do ano, ambas ainda MUITO forte em minhas playlists diárias (ouvi o hino de gemidão do zap rosa umas trinta e cinco vezes ontem e sequer sabia que ia rolar comeback hoje). Mas confesso que ambas já haviam me capturado totalmente logo em suas primeiras audições, coisa que não rolou com Dumhdurum não.

“Dumhdurum” não está ruim, mas me causa uma sensação estranha de linearidade que talvez explique o porquê de não ser tão cativante (ou memorável) de cara – diferente dos outros dois singles pós-revamp, que iam numa crescente dramática de tirar o fôlego. Mesmo os vocais das integrantes, que costumam mandar bem nesse quesito, está simples demais. Tá tudo muito ok, muito passável, muito nota 7,0. Chato para quem já havia se acostumado com números nota 10,0.

Mas… vida que segue. Quer dizer, melhor um Apink adulto elegantão soltando essas farofinhas somente aceitáveis do que nada, né? Pior seria se elas regredissem o plano todo o voltassem a se vestir com saias plissadas enquanto fingem ter 7 anos de idade para agradar a velharada coreana.

Se bem que “NoNoNo” é um hino, mas ahein.


Mudando de assunto…

O WordPress avisou que hoje (13) completa um ano desde que eu fiz essa conta para o Miojo Pop. Então… parabéns para mim?! Hilário que não aguentei nem seis meses de hiato após a implosão de Esquadrão Lunático.

Enfim, 2019 num todo não foi legal pra mim e escrever aqui, ainda que com uma frequência bem menor que em tempos anteriores, me ajudou bastante a desvencilhar a mente dos problemas que iam surgindo. Obrigado às centenas de vocês que entram aqui todos os dias e às dezenas que comentam a cada post. Yay.

E falando em aniversários, o meu é nesse sábado (18). Se quiserem me dar presentes, aqui minha lista de desejos para livros e quadrinhos na Amazon. :V

19 comentários em “Melhor o Apink lançando trecos nota 7,0 como “Dumhdurum” que nada (ou pior, voltando pro white aegyo)

  1. Eu gostei mais dessa música que de Eung Eung, pra falar a verdade. Achei que elas acertaram muito!

    Só é um pouco estranho que eu olho pra como elas estão hoje e parece que a Bomi se juntou a cinco novas integrantes; elas pesaram muito a mão nas plásticas…

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    1. Chorong e Hayoung ainda se banham em formol, são as únicas que não cagaram a cara com muito procedimento estético como as outras. Coitada da namjoo, ela acabou com o nariz de um jeito que tá pau a pau com a sinb

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  2. achei a mais fraquinha da trinca não-aguento-mais-conceito-fofo, mas ela tem lá as suas qualidades…

    só não sei se com o tempo vai sobreviver igual eung eung é forte comigo até agora

    obs: A NAMJOO TA BELISSIMAAAAAAA nem acredito q esse cabelo horroroso realmente ficou legal nela

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    1. Sério que você acha que ela tá bonita? Pra mim ela ficou muito estranha com as plásticas… tá praticamente no mesmo nível da Pete Burns das Pocket Girls.

      (aliás, por onde será que andam as Pocket Girls? Saudades, Pocket Girls!)

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      1. Agora são um trio que posta, quase que diariamente, um vídeo na vertical com uma das integrantes posando para a câmera enquanto toca alguma música avulsa ao fundo. Um sucesso em audiência. Esse aqui já tem mais de um milhão e meio de views:

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          1. Olha, levando em conta que a Yeonji (Pete Burns) tá nessa desde o debut e a Habin desde antes de Oppa is Trash, mantendo atividades também com aquilo de se apresentar em eventos para militares e em exposições de carro, sem nem lançar música nova, enquanto outras que já passaram pelo lineup pularam do barco, talvez role um interesse mútuo delas e da empresa fundo de quintal em soltar esse tipo de ensaio sensual no youtube, ou também teriam corrido em outra oportunidade. Não é muito diferente do que rolava aqui no Brasil com Panicats, mulheres fruta e ex-BBBs antes, não? =P

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      2. ela só tava estranha mesmo logo que ela fez a plástica no nariz até eung eung. nos stages de fim de ano o rosto dela já tava mais proporcional… e sim, eu acho ela bonita, (mesmo com esse cabelo amarelo tenebroso)

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