PLAYLIST | Asian Pop 2020: Update de maio

Mais um mês, mas um update na icônica playlist de jams aqui do blog. 2020 está estranho e atípico, pois têm sido poucos os lançamentos em quantidade de acts. No entanto, estes mesmos já vêm com uma porção de canções legais ao mesmo tempo, fazendo com que essas listas portem várias figurinhas repetidas. No caso de maio, rolou um full album chinês da Victoria (!), que chupou SEIS vaguinhas aqui. NU’EST e DAY6 também chegam com mais de uma. E quem mais será que entrou? Vamos conferir…

https://open.spotify.com/playlist/4izxXM9qUE7RH27rf7bTMH?si=wspMLaPqTAStKTCwAMt_Tg (agora o player da playlist não aparece mais incorporado bonitinho?)

01. TXT – CAN’T YOU SEE ME?: Pirralhos do TXT descobrem o que é orgasmo e vejam só no que deu. Pra mim, melhor release masculino de 2020 até então, com o MV mais interessante (é “Love Cherry Motion”, mas de uma perspectiva masculina) e sendo também uma forte candidata à SOTY. Vejamos como as peças de ano se movem até o eventual top 100 em dezembro.

02. RYU SU JEONG – TIGER EYES: Uma das meninas do Lovelyz soltando a franga num pancadão house pra bater cabelo que bem que poderia ter sido aproveitado por todo o grupo, caso o mesmo não tivesse ido tão mal do Queendom. Um clipe mais bem feito elevaria o pacote todo, mas mesmo sem um acompanhamento visual digno, ainda é um dos destaques do mês.

03. VICTORIA – BLAME ON YOU: Victoria se jogando no tropical house através de uma demo que devia estar engavetada desde 2017 ou antes. Não reclamo não. Entre as album tracks de seu LP, é a minha preferida.

04. NU’EST – FIREWORK: Eu acho meio hilário que, nisso tudo de Produces 101, o NU’EST foi o act que mais ganhou com a exposição de seus participantes por lá. Conseguiram revitalizar a imagem do grupo para uma nova geração e tudo. Essa aqui também vai na mesma de tropical house, o que é ótimo, já que o gênero deu uma estiada nos últimos tempos e novos números até que são bem-vindos.

05. VICTORIA – UP TO ME: Yup, isso aqui ficaria ainda melhor com uma interpretação vocal mais dramática e empostada, tipo a do KARA em Pandora ou da Hyolyn em Give It To Me. Mas o instrumental sweetunesco capopeiro da era de ouro é tão infalível que, mesmo com a Victoria meio que recitando os versos em vez de propriamente cantar, a experiência ainda é maravilhosa.

06. TOKYO GIRLS’ STYLE – ROSE BONDAGE: Rolou comeback do Tokyo Girls’ Style há pouco e eu só fiquei sabendo dois dias atrás. Poxa, a assessoria do mailing internacional que me adicionaram sem eu pedir bem que poderia divulgar melhor seus artistas. E a avex bem que poderia ter dado um clipe para essa gracinha future disco de karaokê aqui.

07. NU’EST – I’M IN TROUBLE:title do NU’EST estaria em casa dentro do que de melhor o EXO ou o Taemin poderiam lançar nessa onda de pops sensuais para mostrar o abs suado e faturar milhões. Ou seja, podem ouvir sem medo e ir rebolando devagarinho até o chão.

08. DAY6 – LOVE ME OR LEAVE ME: Ainda sobre titles, não curti muito a meia-bomba que o DAY6 escolhei trabalhar. Tinha coisa bem melhor do EP, como essa mescla de Imagine Dragons e Avicii aqui e uma outra mais pra frente.

09. REDSQUARE – COLOR FULL: Com uma bridge mais esticada e a adição de um refrão final com as cinco nugus berrando gostoso, “Color Full” poderia fácil pegar um top 10 no ranking de melhores do ano. Sem isso, se salva apenas como um debut gostosinho de ouvir junto do acompanhamento visual deslumbrante. Por mim, tanto faz.

10. VICTORIA – GOOD STUFF: Yup, outra da Victoria. O LP tá realmente legal de ouvir. Aqui, ela serve uma faixa Meghan Trainor radio poppy bem colorida e chiclete, cantada toda (?) em inglês e que renderia um clipe com ela dançando em vários cenários de baixo custo. É a coisa mais descompromissada dessa lista.

11. NATTY – NINETEEN: Debut excelente de uma ex-JYP que não poupou shades para a gravadora através da letra e de uma porção de alegorias no MV. O J. Y. Park deve ter adorado a ousadia. Achei que ela ficaria meio eclipsada em minhas audições de lançamentos no dia a dia, mas calhou de ser uma das que mais escutei nessas últimas semanas. É o poder de um bop genérico.

12. EILL – FAKE LOVE: Tenho zero ideia de quem é essa solista japa aí que surgiu pra mim num aleatório do YouTube, mas curti demais sua bobageira retrô. Lee Hi sentiria inveja.

13. DAY6 – STOP: Outra album track do DAY6 que dá de mil no single bocó lá. É como se misturassem rock dos anos 2000 com axé. Sim, isso. Ouçam e tirem a prova.

14. KEEMBO – SCANDALOUS: Duas das minas do falecido Spica montaram um grupo que ninguém está dando muita importância. Mas, ó, conseguiram descolar uma demo do Sweetune para esse primeiro comeback. Logo, um jam automático.

15. VICTORIA – DIAGONAL: Ainda na vibe rockish, a Victoria quis soltar aqui a sua Ayumi Hamasaki interior, num daqueles arranjos dance que tem na guitarra um bom guia. De todas as tracks, essa era a que mais merecia um videoclipe caprichadão, com ela de motoqueira safada rebolando num posto de gasolina ou algo assim. Poxa, mãe China, abra a mão para esses investimentos.

16. PENTAGON – VERY GOOD: Eu não sabia que precisava de um cover metaleiro de “Very Good” até que o Pentagon surgiu com um bem na minha cara. Facílimo o melhor treco relacionado a esse Road to Kingdom que eu tomei conhecimento.

17. MORFONICA – DAYLIGHT: Isso é um desses grupos montados para atuar em trilhas sonoras de um determinado anime? Não tenho ideia. No entanto, adorei esse pop rock medieval de fadas que rebolam no meio da floresta aqui. Podem lançar mais.

18. MRS. GREEN APPLE: AVOID NOTE: Mais Pop/Rock gostosinho, agora vindo do Mrs. Green Apple, que eu nem me lembro se já tinha curtido alguma coisa antes.

19. VICTORIA – SENSORY CONTROL: Em sua penúltima aparição nessa lista, Victoria emula Halsey feat. Closer numa daquelas pseudo-baladas atmosféricas cujo refrão é uma explosão de sintetizadores. Não pensem, só ouçam.

20. UTADA HIKARU – TIME: A Utada já soltou mais coisa esse ano, mas nada tá com cara de release “sério” de comeback (acho que foi tudo CF para marcas variadas, se não me engano). “Time” é a mais bacaninha, colando legal sanduichada entre duas de mais punch assim numa playlist.

21. VICTORIA – ROOF ON FIRE: Por fim, “Roof on Fire”, que é de 2018, mas eu meio que caguei para sua existência à época, pois canções nesse estilo (de novo, que parecem baladas e o refrão são sintetizadores explodindo) estavam enchendo o saco. O tempo passou, a moda deu uma acalmada e, enfim, consigo curtir essa delicinha sem muitos problemas. De qualquer maneira, sempre adorei o MV que parece ter sido caríssimo, fornecido pela outra gravadora da Victoria na China que não era a SM (nem sei em qual que ela está atualmente). É para escutar e se sentir uma odalisca quando chega o batidão étnico distorcido.

22. IU, SUGA – EIGHT: E fechando a lista desse mês, a colaboração entre a IU e o SUGA, do BTS, que eu duvido que tenha mesmo produzido qualquer nota nessa faixa, já que nem na própria mixtape que ele assina o ridículo sabe o que que tem tocando. Achei que seria a minha preferida do mês, mas perdeu bastante força nas semanas seguintes ao lançamento.

E foi isso do mês de maio. Quais foram suas favoritas? As minhas: “Can’t You See Me?”, “Nineteen”, “Blame on You” e “Up to Me”.

— 

Twice só amanhã.

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