10 músicas superestimadas no K-Pop

E aí que semana passada eu estava dando uma olhada na timeline do Twitter e o Douglas…

Aí o moderador biscoiteiro do Miojo por lá…

Aí o Douglas…

Aí vocês…

Então tá, né. Vamos lá…

Btw, ranking do Douglas, por mais que ele não queira admitir, está bem jornalístico, tomando como base informações coerentes, levando em conta charts, apelo popular, influência dentro da cena capopeira nacional e internacional, de modo a bater com a opinião dele. Como não quero repetir as músicas que ele escolheu, tocarei isso aqui à moda caralha, selecionando faixas que vejo a fanbase brasileira frequentadora de blogzinhos (seja esse aqui, sejam outros ao longo dos anos) vendendo como se fossem a grande salvação do K-Pop, embora não sejam tudo isso aí. Algumas são bacanas, eu ouço bastante, só questiono mesmo a relevância geral. Outras são uma merda enorme.

Dito isso, vamos ao listão, começando por uma música que é ruim pra caralho e graça está, justamente, em ser terrível, mas tem gente que quer inverter ela ser ruim transformando em boa, o que não faz o menor sentido, pois a graça é ela ser tão ruim que faz a volta e vira boa e não boa mas ruim…

10. Pocket Girls – Bbang Bbang

Porque ser bom pela ironia não faz de um treco algo bom de verdade…

Eu adoro a palhaçada que é o Pocket Girls, o conceito trash todo delas serem modelos automotivas que não conseguem manter um lineup e, hoje em dia, postam vídeos soft eróticos para catar uns cliques no YouTube. “Bbang Bbang”, assim como o resto do catálogo delas (formado por “Oppa Is a Trash” E SÓ), me divirto bastante com o quão ridículo é esse videoclipe e por aí vai. Mas, bicho, não consigo não rolar os olhos quando vários de vocês ACREDITAM que essa música é legal de verdade. Vocês não precisam criar argumentos embolados para defender que porcarias nugus mal feitas como essa (e aí vai para todo um nicho de lixos deliciosos no estilo, como Icia, Laysha, Blady, BLACKPINK, etc.) são artisticamente mais importantes do que são. É saudável admitir que bagulhos tenebrosos assim são divertidos. Vocês não serão considerados menos cultos por isso, relaxem. =P

“Bbang Bbang” abre esse ranking por ser uma porcaria mal feita, divertida justamente por isso, mas que uma galerinha quer taxar como uma salvação de vidas por sabe-se lá qual motivo. Já a canção em #9 bate ponto por ser uma porcaria bem feita, divertida justamente por isso, mas que também atrai uma patota de admiradores forçando ela como algo a mais:

09. PSY – Gangnam Style

Porque ser bom pela ironia não faz de um treco algo bom de verdade… [2]

“Gangnam Style” furou a bolha coreana e projetou o K-Pop pro resto do mundo, sendo um dos maiores virais da década passada. Sem “Gangnam Style”, é provável que outros acts recentes de sucesso nos EUA, como BTS e BLACKPINK, não tivessem a mesma importância hoje em dia. Pra ser honesto, sem “Gangnam Style”, duvido que O K-POP EM SI tivesse a importância mercadológica que tem atualmente. Agora, sejamos honestos: isso aqui passa longe de ser bom de verdade. É um single humorístico, que estourou justamente pela chacota e, tal como outros virais (aquele da raposa, Party Rock, Turn Down For What, Harlem Shake, Baby e aquela merda de Dance Monkey), só faz sentido dentro de seu contexto de reprodução. Então, não consigo entender quando surge algum capopeiro já beirando aos trinta falando que “Gangnam Style” é boa de verdade e sobreviveu sim ao tempo. Sério, de novo, não tem problema gostar de coisa ruim, gente, não precisam se esforçar pra passar a ideia de que aquilo, na verdade, é cult. Ninguém vai acreditar.

Enquanto o PSY teve aqui seu mega hit e, muito por isso, acaba sendo visto como mais interessante do que é de verdade, as garotas que ocupam a oitava colocação estão ali por terem fracassado tanto que, aleatoriamente, despertaram um sentimentalismo em seus 15 fãs malucos por algo que elas nunca foram:

08. Pristin – Wee Woo

Porque chorar pelo que nunca aconteceu não faz isso ser realmente bom…

Bem triste que o Pristin não deslanchou em seus dois primeiros singles. Mais triste ainda que a Pledis jogou um tempão de divulgação prévia no lixo por não ter visto resultados imediatos. Triste que nem a unit com as mais famosinhas num conceito sexy vingou. Triste que quase todas foram enxotadas da gravadora depois disso. Triste que essas demitidas tentaram outras duas vezes em lugares diferentes, mas nada chamou a atenção do público. Sim, bem triste para elas. Mas nada disso eleva a qualidade “apenas ok” dos releases do grupo. “Wee Woo”, o debut, foi bem divertidinho, com o MV legalzinho, mas, come on, não é essa clássico todo que as viúvas do grupo insistem em se esgoelar que foi não. Tá no meu celular até hoje, mas passa longe do nível de excelência esperável para usar como argumento ao defender acts “injustiçados”.

A próxima a aparecer não vem de um grupo injustiçado, mas foi um momento onde resolveram fazer justiça com uma música que não merecia ser usada para fazer justiça:

07. 2NE1 – Gotta Be You

Porque tinha coisa bem melhor (e pior) no próprio álbum…

Olha, como blackjack cacura que sou, tenho a impressão de que a galera deitou mais para o segundo LP do 2NE1 do que deveria de verdade. Têm umas músicas nele que, ainda que eu curta, não são a cura para a COVID-19 que diziam à época não. “Gotta Be You”, por exemplo, tem um sintetizador que parece uma chaleira apitando ao longo de toda a track que envelheceu mal até (embora eu goste, hehehe). O lance é que essa faixa foi defendida como a melhor do “Crush”, uma das melhores de 2014 e, se pá, uma das maiores do catálogo da CL e cia. Nah. É e sempre foi uma canção bem nota 7 que ganhou acompanhamento visual mais tarde por motivos malucos da YG (já deviam saber que o grupo não passaria dali de qualquer forma). Superestimada demais dentro do clubinho de fãs do grupo.

E se os blackjacks elegeram “Gotta Be You” como algo a mais do que é de verdade, pior ainda é quando ouvintes dispersos resolvem spamar algo tão “não especial” quanto, mas vindo de um grupo que ninguém se importa de verdade:

06. SunnyHill – The Grasshopper Song

Porque pra ser diferente tem que, ahn, SER DIFERENTE…

É tiro e queda: sempre que pautas como “grupos injustiçados”, “grupos co-ed”, “grupos mais artísticos” e variações disso surgem, alguém traz SunnyHill à tona. Pois foi um act formado por garotas que contava também com um cara que servia não só de produtor, mas também soltava a voz nas músicas por um tempo, sendo esse o “diferencial” no todo. O lance é que, quando vamos ouvir as músicas, a real é que elas não diferem em nada do que outros faziam à época. “The Grasshopper Song”, que acho que é a mais lembrada, por exemplo, estaria em casa no repertório do T-ara. Bem legal, mas não é a transgressão toda que vendem por aí também, né?

De qualquer forma, o SunnyHill ao menos consegue agradar quando esvaziado esse exagero alheio todo. Já aquelas que ocupam o quinto lugar fazem com que eu sofra toda vez que lembro o quanto encheram o saco que a música era boa por pena do quão desfalcado o grupo estava:

05. 9MUSES – Love City

Porque… credo, que troço ruim!

“Love City” é uma merda. Um dos piores bagulhos do 9MUSES em todos os tempos. Inclusive, é bem pouco “musical”, parecendo uma colcha de retalhos torta em sua duração. Novamente, a trajetória do 9MUSES é bem triste (para elas), nunca vingando, perdendo e ganhando integrantes demais. O cúmulo foi quando só restaram 4 no lineup. Mas nem isso somado ao meu amor pelo grupo na década passada salva “Love City” de ser um cocozão sonoro à nível nugu que elas nunca tinham alcançado antes. Mas vários de vocês amaram. Se não me engano, acho que pegou um top 10 no ASIANMIXTAPE (ou bem perto disso). Vai entender.

A próxima do ranking não está nesse nível de ruindade, é bem agradável de escutar. Entretanto, me causa um nó na cabeça pelo quão superestimada é, sendo que o Sistar fez o mesmo bem melhor tempos depois, e refez, e refez, e refez…:

04. Sistar – Loving U

Porque essa mesma proposta foi melhorando conforme repetida, mas a fanbase insiste em forçar no goela seu exemplar mais básico…

“Touch My Body”, “I Swear”, “Shake It”, até aquela balada lá de disband: todas as outras músicas de verão do Sistar são melhores do que “Loving U”, mas calhou de essa aqui se tornar a grande assinatura sazonal delas e de a fanbase, ano a ano, quando reclamam que o capope de verão não é mais o mesmo, fazerem questão de replicarem essa aqui, ainda que seja a mais fraquinha da sequência, a com menos punch e mais genérica dentro desses números pop meets disco na Coreia do Sul.

Isso de algo marcante sendo melhorado com o passar dos anos se aplica também à próxima do listão, só que elevando o espectro de comparação para, ahn, o K-Pop em si:

03. Wonder Girls – Tell Me

Porque ser velho não significa ser bom…

Eu tenho um grande problema com o K-Pop pré-2009. Daí pra trás, tenho a impressão de que, salvo raras exceções, o modo de produção na Coreia do Sul ainda não era refinado o suficiente, de modo que as músicas envelheceram muito mal. E “Tell Me” deve ser a epítome disso. Há um punhado de ideias muito bacanas aqui, com melodias grudentas e um esforço do J. Y. Park para criar uma peça pop de apelo nacional que conversasse com o que tocava internacionalmente (mais específico, no Japão). Mas a masterização é muito ruim, com o instrumental parecendo tocado na sala ao lado e as vozes, em especial, quase desconfortáveis aos ouvidos, tão abafadas e desafinadas que são. Numa proporção menor que “Gangnam Style”, o Wonder Girl pavimentou a cena nesse início, sendo o embrião da explosão que o K-Pop viria a se tornar. Mas sempre que algum velhote na timeline qualifica “Tell Me” como o suprassumo da qualidade por conta disso, ignorando os defeitos técnicos da música em si, um filhotinho de cachorro morre atropelado por um caminhão.

Só não está mais acima, porque o top #2, com uma das integrantes, tem a incrível capacidade de me causar raiva:

02. Sunmi – Noir

Porque já estou velho demais pra cair em pataquadas superficialmente conceituais do tipo…

Ainda outra que eu gosto, mas que o povo dá uma exagerada bizarra em cima. E o tipo de exagerada que eu mais detesto: a de “isso aqui que é arte de verdade!” Vocês caem muito fácil em bait “conceitual”, gente. O fato de a Sunmi usar desse K-Pop para traçar uma crítica social foda aos exageros em redes sociais atualmente não faz dele algo maior do que é. Ainda mais por a Sunmi ainda ser uma artista de K-Pop e usar esse exagero de redes sociais para promoção própria com sua staff. No fim, ainda é capitalismo, ainda é usar uma “causa” para fazer dinheiro em cima, ainda é exploitation. Só que com um verniz engajado superficial para pegar besta. Particularmente, me irrita, e não só nesse caso aqui de “Noir”, mas também em coisas como séries, livros, filmes e por aí vai, quando se forma uma ideia (geralmente por hipsters blasés) de que determinadas peças artísticas são “mais inteligentes”, “mais artísticas” que outras peças artísticas pares desconsiderando seus contextos de execução. Um outro exemplo para ilustrar isso: dizer que a Billie Eilish foi mais importante que, sei lá, a Lizzo ou a Ariana Grande no cenário musical pop do ano passado, pois ela teve seu álbum produzido pelo irmão em casa, sendo que, no fim, todas as três receberam rios de dinheiro de suas gravadoras para acontecerem, sacam?

Mas eita, isso aqui deu uma virada pro sério que eu não esperava. Vamos remediar com o primeiro lugar da lista, trazendo o pior. K-Pop. De. Todos. Os. Tempos:

01. 2NE1 – Come Back Home

Porque a “mídia especializada” internacional já tinha dedo podre mais de meia década atrás…

Mais uma da era “Crush”. Olha, eu fico feliz por vocês mais novos que não estavam tão inseridos no K-Pop nessa época e não tiveram que ver o papelão feito pelos blackjacks e pela “mídia especializada” quando “Come Back Home” (que tratava o 2NE1 como tratam o BLACKPINK hoje em dia, dadas as devidas proporções) saiu. Teve quem a qualificasse como o maior K-Pop de 2014, teve quem a qualificasse como o maior K-Pop DA HISTÓRIA, só por ser do 2NE1 e pela YG ter injetado milhões (literalmente) nesse MV. E deve ter dado um puta trabalho fingir que esse vômito sonoro era agradável de ouvir, porque puta que pariu. “Come Back Home” foi o auge do lado ruim do 2NE1, das estripulias do Teddy e do pseudo vanguardismo da YG Entertainment. Pra mim, a faixa mais superestimada do K-Pop na minha bolha limitadíssima em todos os tempos. Parabéns, 2NE1! ❤

E é isso. Façam aí seus próprios rankings. \o\

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43 comentários em “10 músicas superestimadas no K-Pop

  1. Gente, eu não consigo ouvir lobinho uuuuu, meu deus a voz da hyolyn tava igual de taquara rachada nessa música, finjo que nem existe. A maioria que vc citou aí não ouço, porque não gostei delas. #Traumatizada

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  2. pra mim a pior dessas aí é, sem dúvidas, loving u. lembro de ter sido o maior hitzão quando lançou, mas toda vez que eu escutava esse refrão INFERNAL eu sentia uma pedra crescendo no meu rim…

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  3. “””Como assim Grasshopper Song overrated?

    A música e o clipe baseados no velho conto da Cigarra e a Formiga já são um clássico só por terem desconstruído a fábula. Fora que podemos ver várias nuances de críticas á sociedade, especialmente aos workaholics, e a sublime mensagem de que devemos aproveitar mais a vida sem se preocupar tanto com coisas materiais. Isso que eu não estou contando a música em si, que possui um BPM relativamente alto pra denotar a fugacidade da vida e relembra a intenção da letra. Além claro do canto rápido na construção da música que fazem ainda mais o significado da canção.

    Mas se vc não percebeu isso, em não posso fazer nada. Só demonstra que vc é uma pessoa sem cultura que fica bostejando num blog sem nenhuma base pro que vc fala. Não é a toa que ninguém leva esse blogueiros de K-Pop fundo de quintal a sério.”””

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  4. SUCESSO!!! 💖

    Lembrando particularmente do meu post grandão sobre as Pocket Girls 👀

    Concordo bastante com Come Back Home, Loving U e Tell Me, mas Gotta Be You e Love City defendo como hino (apesar do Nine Muses e do 2NE1 terem coisas BEM MELHORES no catálogo).

    Sobre Noir… Eu tenho sentimentos mistos com estas críticas sociais pop, existem casos e casos, mas, pra mim, tem muito a ver com a relação do artista com a “causa” em si e tudo mais. Tipo, o Teddy e os produtores da JYP escrever sobre girl power pro BlackPink e do ITZY é bem ridículo e vazio… x.x’

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    1. “Tipo, o Teddy e os produtores da JYP escrever sobre girl power pro BlackPink e do ITZY é bem ridículo e vazio… x.x’” compartilho do mesmo sentimento. O Blackpink não fala nada sem autorização da YG, tipo quando os artistas de fora dizem querer colaborações com elas e tals e as coitadas não falam um A.

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  5. Contempladissimo com come back home, que é possivelmente a pior title delas.

    Sobre tell me eu acho legalzinho, vejo o hype mais pela transição do kpop do que era antes dela e se tornou depois. Noir eu ignoro o conceito e adoro pois acho a sonoridade bem gostosinha, embora não salve vidas.

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  6. Loving U é tão entediante e sem graça até lonely é mais interessante de se escutar como sendo uma música de verão^^^^^
    Mesmo chegando no kpop quando 2ne1 já tava se esfarelando, eu nunca consegui entender o hyper por cima do grupo e das músicas, eu juro que tentei, só que até hoje eu não consigo gostar de nada do grupo

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    1. Pense que o ~conceito~ do 2NE1 era bem incomum ao K-Pop, visualmente e sonoramente, durante o auge no grupo. Tinha 4MINUTE de concorrência, mas era só interna, porque a Cube não investia para fora da Coreia como a YG. Calhou desse girlcrush do grupo pegar pro público de fora e, mesmo quando elas pisavam na bola, serem abraçadas por aqui.

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  7. Come back home é ruim demais meu deus. Fico pensando no último lançamento do Blackpink e uns artistas brasileiros descobrindo kpop e tendo que dizer que gostaram daquilo haha será que era a Billbloard foi a mesma coisas?
    Amo Noir, mas não pela proposta do clipe, ela só é bem gostosinha

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    1. Deve ter sido. Totalmente imagino a redação da Billboard e de outros veículos seis anos atrás discutindo “puxa, isso aí é uma merda podre, mas a molecada gosta, né?” igual vários influencers fazem hoje em dia com BTS e BLACKPINK.

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    2. Agora que tu falou faz sentido; falar que gosta de kpop, em especial Blackpink e BTS que são as únicas coisas que conhecem trás engajamento ao canal. Tem uns quatro youtubers que conhecia e que NUNCA falaram de kpop e que inclusive muito antes da modinha atual dizia que era chato e preferia o pop americano. Hoje em dia do nada, esses quatro falam e comentam sobre os dois grupos em especial BTS e fazem vídeos elogiando as roupas e pseudos conceitos_ ou seja, tudo o que a galerinha quer ouvir_
      PS. E deixo bem claro que não assisto nenhum vídeo quando começa a citar esses dois grupos porque tu vê um roteiro claramente preparado para agradar blinks e armys 🙄

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  8. Wee Woo doeu ler (e concordar kkkk), mas de resto concordo com tudo, me surpreendeu não colocar aquela da Go Won como menção honrosa só pra tirar um sarro, mas quem defende aquela bomba hoje em dia que é que é a verdadeira pergunta

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      1. Eu verdadeiramente gosto de One & Only da Gowon kkkk de vdd msm, eu amo a voz aguda dela e do acolho do instrumental. O pré-refrão me cativa demais, me sinto a Nicki Minaj. Nao falem mal do single do ano

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  9. MEU DEUS não lembrava que o refrão de Come Back Home era essa merda pavorosa. Parece algo dos PIORES momentos do The Black Eyed Peas, uns cinco anos atrasada

    Adoro Love City e Noir, mas entendo suas considerações ahaha

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  10. Eu concordo com tudo, exceto com Grasshopper e Love City. E essa última me fez lembrar de 2017, quando este pequeno blog ainda se localizava no Blogspot, porém tu continua não gostando deste hino… Pena.

    Btw, já fui muito atacada por dizer que CBH é um completo lixo, sofro.

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  11. Olha, concordei demais com as duas primeiras observações_ primeiro, me sentia a malvada da Branca de Neve por ser a chata de não forçar esse grupo. E segundo, odiava nessa época que todo mundo pensava que eu gostava do PSY por gostar de kpop. E dai eu tinha que explicar como era tudo, os grupos que gostava e era uma preguiça zzZzz_

    Só discordei de Love City e Noir_ na minha opinião Noir passa meio batido agora para os fãs, nem é tão hypado como os outros singles dela_
    PS. Come Back Home talvez tenha feito mais sucesso pelo clipe, na epoca até meus irmãos que não gostam/gostaram assistiam.

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  12. Ver a quantidade de atos da YG nessa lista não me surpreende kkkkkkkkk. Come Back Home é mais uma da série “se perdeu no personagem” que vários atos da YG caíram ao se levarem a sério demais. Que música ruim, meu deus.

    Gosto de Tell Me, mas das contemporâneas de outros grupos e até do próprio WG, é a mais fraca e não entendo por que fez tanto sucesso. A influência do Jpop nessa época era algo maravilhoso dentro do Kpop quando usada corretamente (ITNW e Gee são só os primeiros exemplos que me vêm à cabeça, amo as duas), mas com Tell Me ficou com carinha meio fuleira mesmo. O arranjo ficou muito datado.

    Acrescentaria à lista: Haru Haru e Fantastic Baby do Big Bang, Me Gustas Tu do GFriend, e Up & Down do EXID.

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      1. Não me entenda mal, adoro o EXID, adoro Up & Down e acho que é uma música fantástica, mas os fãs forçam demais, sendo que não está nem no top 3 do EXID, que dirá ser a melhor música delas, sabe? Elas fizeram coisas muito melhores, acho um pouco injusto que o resto seja esquecido no churrasco.

        (Up & Down entra no top 10 de músicas que são boas, porém superestimadas demais pelo fandom ao ponto de me enjoar)

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  13. Dessa lista, salvo quase todas. Concordo com que você disse sobre Gangnam Style (inclusive foi por ela que eu descobri o k-pop). Ela valeu enquanto a piada durou e até posso dançar numa festa, mas não faz parte da minha megaplaylist de Asian pop. Quanto ao Sunny Hill, nem julgo porque não me apeguei a nada deles. E Come Back Home deu uma enfraquecida comigo

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