Um punhado de músicas de outros anos que me apeguei tardiamente e embalaram o meu 2021

O título é meio autoexplicativo, mas vamos render um pouco mais essa introdução. Não sei com vocês, mas é bem comum comigo meio que passar batido de determinadas músicas em suas épocas de lançamento e só viciar nelas mesmo um tempão depois.

Como estou preparando o topzão de 2021 aqui (começa no dia 25 de dezembro, não percam!), comecei a reparar que rolaram várias faixas de outros anos que “redescobri” nesse que, na real real mesmo, eu até ouvi mais do que as próprias dos últimos 12 meses.

Nenhuma delas aparece em rankings de outros anos, então aproveitarei isso para juntar todas aqui e indicar para vocês. Vamos lá…

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10 grandes disband anthems (não oficiais) para provar que términos não precisam, necessariamente, ser tristes

Recentemente, o colega Palpites Alheios começou um listão com algumas músicas “de disband”, mas que não são tão de disband assim. Eu achei a ideia ótima, então vou roubar.

Ocorre que, de uns anos para cá, tem sido bem comum o advento “pouco idol” de grupos disbandarem sem muito aviso prévio e sem uma preparação adequada para isso. Acho isso pouco idol, pois estou acostumado com o Japão criando imensas narrativas de adeus para que tanto integrantes (caso do Morning Musume e do AKB48) quanto grupos inteiros (caso do E-Girls) “se graduem”, envolvendo singles especiais, compilações, até turnês.

No K-Pop, o Sistar fez isso e o Mamamoo vem fazendo aos poucos. Mas trocentos outros grupos têm ignorado esse ritual idol. Ou por morrerem/serem mortos de uma hora para outra, ou por simplesmente morarem num vácuo onde não são mais trabalhados por suas gravadoras, mas o anúncio de disband nunca ter acontecido oficialmente. E isso tem gerado um fenômeno bem interessante de observar: o das músicas “finais” que não foram planejadas para isso, mas acabam ganhando um significado maior JUSTAMENTE por esse acidente.

Posto isso, resolvi também listar aqui, sem nenhuma ordem específica, quais os meus xx disband anthems não oficiais prediletos. Porque encerrar os trabalhos com grandes pancadões, por vezes, pode ser até melhor que baladinhas sentimentais…

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As esquecidas no churrasco de 2015 (feat. Blogosfera Fundo de Quintal)

Oie. Se nada der errado, a partir da terça-feira eu começo a postar o top 100 com as melhores faixas do asian pop de 2015. O “problema” é que esse foi um ano bem forte em lançamentos lá do outro lado do mundo. E aí, consequentemente, uma porção de músicas muito bacanas de acts bem grandes ficaram de fora na peneira.

Para selecionar quais faixas devem ou não entrar nesse tipo de ranking throwback, eu tenho usado, do ano passado para cá, o quanto tais canções sobreviveram em minhas playlists diárias. Sejamos francos: de nada adianta sabermos que tal faixa é melhor, mais bem feita, mais importante, famosa e bem sucedida que tal outra faixa se, no dia a dia, nem damos bola para ela de verdade. Nisso aí, sobraram nove capopes icônicos que até bateriam ponto pela qualidade, mas praticamente não escuto hoje em dia (ou, pelo menos, não tanto quanto as 101 100 que entraram no top).

Para aproveitar a ocasião, convidei meus coleguinhas da Blogosfera Fundo de Quintal para dar pitacos sobre tais gems que morreram na praia. Qual música cada um escolheu? Por que eu tive a pachorra de não incluir essas mas dar biscoito para Jay Park e Dean no corte final? Por que ninguém quis falar de “So Crazy”, do T-ara? Essas e outras perguntas talvez sejam respondidas clicando abaixo no continuar lendo…

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No fim, “Mago” se tornou a “All Night” do GFRIEND

Vocês todos sabem da notícia, então não vou me esticar tanto nisso: o GFRIEND disbandou dias atrás, após um pouco mais que seis anos em atividade. Não adianta esse papo de que “elas seguirão como grupo mesmo fora da gravadora” e trecos do tipo. É o fim. E foi bem bom enquanto durou.

Isso porque o grupo conseguiu, num momento muito acirrado do K-Pop, em que vários novos nomes surgiram, se tornar referência dentro da fatia de público aegyo a que elas se propunham. Aquilo de adicionarem orquestrações, cordas e guitarras nos instrumentais mais fofinhos se tornou uma marca e, já em 2015-2016, as colocou num patamar bem alto para um act de empresa pequena.

Mas, de tudo isso, o que está em minha cabeça nesse momento é outra coisa:

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As esquecidas no churrasco do listão das melhores de 2020

2020 acabou tem uma semana já, mas antes de tocarmos em frente com as pautas desse blog, achei melhor fazer um compilado com 10 faixas que bem que poderiam ter entrado no top 100, mas acabaram de fora por motivos variados. Sem muita enrolação, vamos lá:

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