10 grandes disband anthems (não oficiais) para provar que términos não precisam, necessariamente, ser tristes

Recentemente, o colega Palpites Alheios começou um listão com algumas músicas “de disband”, mas que não são tão de disband assim. Eu achei a ideia ótima, então vou roubar.

Ocorre que, de uns anos para cá, tem sido bem comum o advento “pouco idol” de grupos disbandarem sem muito aviso prévio e sem uma preparação adequada para isso. Acho isso pouco idol, pois estou acostumado com o Japão criando imensas narrativas de adeus para que tanto integrantes (caso do Morning Musume e do AKB48) quanto grupos inteiros (caso do E-Girls) “se graduem”, envolvendo singles especiais, compilações, até turnês.

No K-Pop, o Sistar fez isso e o Mamamoo vem fazendo aos poucos. Mas trocentos outros grupos têm ignorado esse ritual idol. Ou por morrerem/serem mortos de uma hora para outra, ou por simplesmente morarem num vácuo onde não são mais trabalhados por suas gravadoras, mas o anúncio de disband nunca ter acontecido oficialmente. E isso tem gerado um fenômeno bem interessante de observar: o das músicas “finais” que não foram planejadas para isso, mas acabam ganhando um significado maior JUSTAMENTE por esse acidente.

Posto isso, resolvi também listar aqui, sem nenhuma ordem específica, quais os meus xx disband anthems não oficiais prediletos. Porque encerrar os trabalhos com grandes pancadões, por vezes, pode ser até melhor que baladinhas sentimentais…

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Guarnições #01: garotas topzeiras, explosões de cerejas na praia e mais na primeira edição da nova coluna do Miojo Pop!!1!

Oê! Então, pessoal, como parte de um novo “direcionamento” (pfff) que quero a aplicar ao blog a partir desse ano (que se resume em “falar mais do passado do que já falo antes”, não achem que é tão sério assim), começo agora um novo quadro semanal (hahaha, nem eu acredito nisso) no Miojo Pop, o “Guarnições” (termo gastronômico almofadinha para… “acompanhamentos”).

Sem muita enrolação, a ideia é que, todo sábado, eu traga para vocês um punhado de faixas que não foram trabalhadas como singles ou titles dentro do asian pop, vindas de diferentes países, artistas, acts, gêneros e por aí vai, que acho que são muito bacanas e quero falar sobre, mas também não acredito que rendam texto o bastante para posts próprios em Time Machines (que também quero deixar como quadro semanal, mas só mais pra frente) e afins.

Os únicos critérios são elas serem b-sides ou album tracks, eu gostar bastante de ouvir e querer panfletar. Independem da época que saíram, dos artistas e de todo o resto.

Isso posto, vamos às escolhidas dessa semana. Dois capopes e dois jotapopes:

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“Wanna Be Myself”, do Mamamoo, e outros CFs icônicos do K-Pop

Mamamoo saiu da toca recentemente com Wanna Be Myself. Esse é o primeiro retorno do grupo completo em um MV após atingirem um novo patamar de popularidade ano passado com o Queendom e a title “Hip!” (que eu meio que tinha dado uma cagadinha à época do lançamento, mas acabou se convertendo em um dos meus singles prediletos do grupo em todos os tempos) e de uma porção de releases solo com níveis variados de sucesso.

A música é uma graça, sendo o número disco que o Mamamoo não chegou a lançar em início de carreira (acho que foi uma das poucas referências retrôs que elas não exploraram anos atrás), mas que também fica em casa com a retomada moderna que o gênero vem sofrendo em 2020.

Ela está sendo usada como CF para uma grife de roupas que eu nunca ouvi falar, o que me remete a uma época ilustre no K-Pop onde empresas e produtores realmente se esforçavam em comerciais do tipo, capitalizando em cima de marcas com demos que, honestamente, poderiam ser utilizadas como comebacks normais desses acts.

Dito isso, separei abaixo uma listinha com 7 dos meus CFs favoritos, pois relembrar é viver e rebolar a bunda num comercial tailandês de moto é sempre uma boa pedida para um sábado a tarde.

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