ALBUM REVIEW | Wonder Girls – Reboot (2015)

Vivemos no pop de hoje um momento onde os artistas mais relevantes de seus cenários musicais têm buscado influências em sonoridades do passado. Nos EUA, o The Weeknd se tornou um dos cantores mais bem sucedidos dos últimos tempos rememorando o synthpop mais pesado dos anos 80 em seu último álbum. Paralelo a isso, lá no Reino Unido, a Dua Lipa fez o mesmo do lado feminino, mas indo prum lado ainda mais pop, puxando também referências dos anos 70. Na esteira, outros acts entregaram suas próprias versões de throwbacks, cada um apertando onde lhe era mais interessante: Miley Cyrus, Jessie Ware, Doja Cat e segue lista.

Enquanto isso, da Ásia, um monte de gente na internet era impactado pelo vídeo com o áudio de “Plastic Love”, que aparecia aleatoriamente no YouTube para praticamente todos que pesquisavam qualquer coisa relacionada ao mundo pop oriental. Esse viral não só ressuscitou a carreira da Mariya Takeuchi, como (somado ao sucesso de artistas desse lado do globo) ateou uma chama retrô em um monte de gente do Japão, China, Coreia e etc. O antigo se tornou algo no asian pop e todo mundo quis um jam 70s~80s para chamar de seu.

Mas vocês sabiam que o Wonder Girls já apostava nisso muito antes de ser moda? Pois venham comigo relembrar um dos melhores álbuns da última década…

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Raspa no tacho (17/01): Yubin, Treasure, AleXa-russa-musculosa e mais

Toda semana, uma porção de trecos saem e, por algum motivo, como falta de relevância para encher um post inteiro, ou falta de tempo deste que vos escreve, acabam não dando às caras aqui quando deveriam. Juntem isso tudo num lugar só e, plim, temos a raspa no tacho.

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Raspa no Tacho (28/08): KARD, Sunmi, Oh My Girl e outros capopes recentes

Na verdade, algumas dessas músicas aí bem que mereciam post solo quando saíram, mas eu estava ocupado demais com uma coleção de livros do Sherlock Holmes recém adquirida…

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10 performances maravilhosas do J. Y. Park de hits escritos por ele para outros artistas

J. Y. Park, para quem não conhece, é o CEO da JYP Entertainment. No entanto, além de liderar a gravadora e gerenciar uma porção de grupos e solistas a-list nesse meio, o velhote é também o compositor de uma porção de sucessos para astros de dentro e fora do seu selo.

No final do ano passado, ele preparou um show apresentando cinquenta dessas canções que, em algum momento da história, ou acabaram pegando o #1 lugar das respectivas paradas de sucesso coreanas (com isso até eu me surpreendi, Dr. Luke e Max Martin who?), ou fizeram sucesso sem esses títulos, cujos vídeos vêm sendo upados em sua conta no YouTube nos últimos dias.

Abaixo, uma listinha com as minhas 10 performances favoritas, seja por realmente terem ficado bacanas na voz e coreografia do vovô, ou por terem ficado tão inacreditavelmente ruins que fizeram a volta e se tornaram cults em apreciação:

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