Paparazzi & Paparazzi: Girls’ Generation perseguidas, Lady Gaga perseguindo e um par de grandes hits

Vocês deram bem mais audiência do que eu imaginava para o primeiro post dessa nova série boboca aqui do blog semana passada, onde comentei duas músicas diferentes com o mesmo nome, mas feitas uma por artistas orientais, outra por artistas orientais (no caso, Twice e Iggy Maionese com Fancy). O que significa que não fingirei que ela nunca existiu e, agora, darei as continuações semanais que havia comentado.

Dessa vez, daremos um pulo em dois contextos totalmente diferentes para acts pop totalmente diferentes, mas que compartilham uma Paparazzi em seus catálogos: Girls’ Generation Lady Gaga

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Lady Gaga, BLACKPINK, “Sour Candy” e músicas coito interrompido

Acho que todo mundo, com a idade, começa a desenvolver algumas chateações e implicâncias com determinados modismos de épocas atuais que vão de conflito com o que achava legal em momentos de maior juventude (ou de tempos em que nem eram nascidos). Dentro do meio otaco, há uma galera que jura que produções atuais, ainda que disponham de maiores recursos tecnológicos para sua execução, não amarram os sapatos de desenhos feitos com o orçamento de trinta ienes, cara e coragem nos anos 80. Já no meio “cinéfilo” (cacete, como odeio esse termo ridículo), há quem defenda que o cinema de verdade morreu com o fim dos anos 70 (tipo, quatro décadas atrás, sério).

Ouvindo Sour Candy hoje mais cedo, descobri qual a minha implicância tiozão rock wins com bagulhos para jovens atuais: eu detesto essas músicas curtinhas da “geração streaming“.

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