Raspa no tacho (30/04): Ayumi Hamasaki, Utada Hikaru, Wednesday Campanella e outros jotapopes pra vocês!

De tempos em tempos, uma porção de trecos saem e, por algum motivo, como falta de relevância para encher um post inteiro, ou falta de tempo deste que vos escreve, acabam não dando às caras aqui quando deveriam. Juntem isso tudo num lugar só e, plim, temos a raspa no tacho.

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PLAYLIST: janeiro e fevereiro de 2022

O ano está indo no K-Pop, J-Pop e adjacências. Eu, no entanto, permaneço de “férias” do blog por enquanto, acompanhando mais ou menos de longe os lançamentos. Já saiu bastante coisa boa que não comentei por aqui. Então, vamos aproveitar o feriadão de carnaval, o fato de hoje ser o último dia do mês e eu ter tirado disposição sei lá de onde nesse calor pra mexer na aparência do blog para soltar a primeira playlist de 2022, contendo trecos lançados em fevereiro, janeiro e umas raspas do tacho que rolaram bem no finalzinho de 2021.

O que entrou é o que eu tenho ouvido e gostado. O que não entrou é porque ou não ouvi ou ouvi e não gostei (tipo STAYC e Apink). Já sigam lá no Spotify e vamos aos pitacos faixa a faixa…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2021 [40-26]

E enfim chegamos à trinca final de posts. O que quer dizer que, daqui em diante, todas as faixas realmente fizeram algum barulho em minhas playlists, a ponto de, em dados momentos, serem consideradas para o top 10. Só que a vida não é perfeita para todos, então tais delicinhas acabaram barradas da festa um pouco mais cedo. Mas só um pouquinho mesmo.

Sem mais delongas, vamos lá…

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As músicas mais pau mole de 2021

Fim de ano em blogzinhos da blogosfera fundo de quintal é época de intermináveis listas compilando os mais sei o que lá de tal período de 12 meses. Vários colegas já começaram seus listões com o que de melhor rolou, eu mesmo pretendo começar o meu no natal, mas como um “esquenta”, quis trazer antes uma coletânea com o que de pior eu ouvi ao longo de 2021. Dessa vez, além de falar das bombas radioativas do asian pop, incluirei também algumas porcarias do pop ocidental.

Se lista de “melhores trecos” já são bastante subjetivas, as de “piores troços” então são de arrancar cabelos alheios, o que torna tudo ainda mais divertido. Abaixo, entraram aquelas faixas que ouvi e minhas opiniões variaram entre “huh, esse act lançando isso aqui?” ou “nossa, que vontade de arrancar meus tímpanos.” O que quer dizer que algumas delas nem são ruins ruins, só, ahn, fracas por x motivos ao serem executadas por y artistas, sendo um pecado por existirem da forma que existiram. As outras são só um cocô sonoro mesmo. Aah, e atenção pro “que ouvi” em vermelho ali atrás, pois não faz o menor sentido querer falar mal de bagulhos feitos por gente que sequer me importo com a existência (basicamente, 80% da corja de boygroups da atualidade).

Pormenores introdutórios introduzidos, vamos falar mal de BLACKPINK pra já atrair a atenção da garotada e bombar de views

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Utada Hikaru está chata como nunca em “Pink Blood”

Eu estou assistindo esse anime aí sobre um ser imortal que assume a forma de quem morre perto dele. Parecia conceitual demais pra mim, mas a execução é bem mais delicada e interessante do que o imaginado. Ele usa como abertura a faixa Pink Blood, novo single da Utada Hikaru.

Diferente da animação, que sabe contrabalancear o conceitinho com artifícios narrativos “pop” suficientes para prender a minha atenção, a Utada deu uma derrapada nesse sentido aqui…

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