TEN segue como um dos oppas que realmente valem o esforço em “Stunner” e “Bambola”

O TEN deve ser aquele idol que vários de vocês devem olhar e pensar “Nossa, Lunei, seu ridículo que não consegue fazer agachamento búlgaro sem cair na academia, por que você se importa tanto com o que esse tailandês fica lançando? Comenta logo o comeback da Seulgi…”, mas, HEY, aqui está ele de volta com mais dois bopzaços que me deixaram viciado.

Então, parem de graça e taquem o play em Stunner e Bambola, aí vocês entenderão o que quero dizer… ou não, porque são duas músicas de oppa bem “músicas de oppa” mesmo e quem não costuma curtir esse estilo deve cagar para elas…

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KiiiKiii NÃO DEBUTA com “BTG”, e que RUIM isso

Tempos atrás, eu tinha comentado sobre o quanto achava aquela I Do Me, “debut que não era debut” do KiiiKiii, uma chatice e tals, e que estava feliz por a Starship Entertainment não usar aquilo como estreia delas, mesmo promovendo em programas de TV e etc.

Aí corta pra música fazendo barulho nos charts e a gravadora mudando a trajetória, fazendo do “debut que não era debut”, agora, “debut que era debut sim”. Enquanto isso, a ótima BTG, que saiu hoje com o mini de estreia delas, ficou só com o cargo de “era debut, mas agora não é mais”, o que é uma pena, porque “BTG” é excelente e teria sido um “debut debut mesmo” incrível…

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Yeji, do ITZY, cai do céu debutando com “Air” (e eu te amo, J. Y. Park, seu velho safado)

O ITZY está se aproximando daquele momento crucial para girlgroups num geral dentro do K-Pop que é o seu aniversário de sete anos de contrato das integrantes. E levando em conta que a JYP Entertainment já debutou, pelo menos, outros trinta e oito grupos de 2019 até aqui, eu até diria para os fãs delas começarem a se preocupar, mas aí a Yeji debutou solo com Air, então acho que geral pode relaxar daqui em diante.

Btw, música incrível, né?

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STAYC te leva de volta para as pistas de dança na babilônica (e francesa, ahein) “BEBE”

Nesses anos todos de blog, eu acho que o STAYC tem sido, pra mim, um desses grupos que eu gosto mais delas como, huh, “conceito” de um act legal que existe e está lá do que pelo repertório em si. A trajetória delas tem sido meio claudicante em qualidade e em relevância dentro do cenário. E talvez essa relevância oscilante seja, justamente, pela qualidade das músicas. O que desbocou num 2024 bem abaixo do esperado para elas em vendas.

Mas é 2025 e as gatinhas parecem querer passar uma borracha no passado, e fizeram isso da maneira mais proveitosa possível: lançando uma MÚSICA PARA AS GAYS! (ler com a voz da Narcisa Tamborindeguy)

Vocês já ouviram, mas ouçam BEBE novamente, porque ela é muito boa…

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“HOT”, do LE SSERAFIM, é tudo (inclusive boa), menos “quente”

Eu acho interessante que ficamos um tempão sem nada muito comentável dentro da cena enquanto eu tinha bastante tempo livre, aí nas últimas semanas, que estive ocupado, um monte de coisa aconteceu. Então, vamos tirar o atraso e comentar, aos poucos, cada uma delas aqui no blog.

A começar pelo comeback do LE SSERAFIM, que eu acho que minha opinião vai se diferenciar bastante das de alguns de vocês (eu conheço minha audiência, vocês são previsíveis pra mim). Eu gostei bastante de HOT, embora de quente ela não tenha nada…

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