THROWBACK 2000s | O melhor do pop asiático no ano de 2002

Sabem o que aconteceu em 2002? O André Marques, ex-Mocotó e ex-Angélica, tomou o posto de apresentador do Vídeo Show do Miguel Falabela. Mais relevante que isso, talvez só o nascimento do Rouge no programa “Pop Stars” ou Avril Lavigne redefinindo o que é rock em “Complicated”.

Mas, ooh, o foco disso aqui são os releases ocidentais. Então, vamos a eles. Começando pela minha animesong favorita no ano…

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Raspa no tacho (17/08): Oh My Girl, Seventeen, Weki Meki e mais

Muitos lançamentos que rendem poucos comentários, juntos para formar volume num post só. Será que a sua favorita foi lembrada? Vamos à raspa no tacho…

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Time Machine: em “I Swear”, Sistar entregou o melhor single de verão de todos os tempos (2014)

E aí que o verão já está rolando lá na Coreia do Sul e, como era de se esperar, diferentes acts vêm lançando um sem número de faixas condizentes com a estação. Algumas melhores que outras, claro, mas isso já é normal do nicho. Normal também é o inevitável pensamento dos capopeiros mais velhos em associar essa época do ano às ex-rainhas dos bops vibrantes. Não, não estou falando de Marina Lima e Renato Rocketh de bundinha de fora, topless na areia, virando sereia. Sim das gostosas do Sistar, que partiram dessa pruma pior há uns anos, mas sempre pairarão o imaginário coletivo quando a temperatura subir e algum vendedor passar na areia perguntando “vai um milho aí, pai?”.

E dando continuidade a essa que é uma das minhas coluninhas favoritas nisso de blogosfera fundo de quintal, aproveitemos o ensejo para relembrar o que eu considero não só a melhor faixa do finado quarteto, mas também como o maior jam de verão em todos os tempos: I Swear

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Debut do Fanatics com “Sunday” é legal, mas não chega aos pés do que elas haviam feito em subunit

O que é um erro grave para um grupo iniciante. Mas vamos por partes.

Tem esse novo girlgroup chamado Fanatics que debutou recentemente por uma tal Fascino Entertainment, que tem só essas garotas, um moleque que participou do Produce X-101 e uns atores no cast, que deveria ser composto por 8 integrantes, mas 2 delas pularam do barco antes da bagaça acontecer, então ficamos com o positivamente enxuto line up de 6 gatinhas abaixo. Tem de tudo aqui: taiwanesa, japonesa que veio da JYP, coreana que veio da JYP, ex-Produce 101 (elas ainda existem), pirralha de 15 anos ex-Produce 48 etc.

Pelo que vocês haviam me panfletado lá no falecido blog azul à época, a ideia inicial era que, ao estilo Loona, a empresa soltasse diferentes subunidades e, ao fim, todas se reunissem num megazord só pra o debut oficial. No entanto, só uma dessas units viu a luz do dia (já chego lá), não fazendo barulho algum na Coreia. Então, cá estamos com o plano deixado de lado e todas já juntinhas em Sunday:

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THROWBACK 2000s | O melhor do pop asiático no ano de 2001

O ano é 2001. As pessoas no Brasil mal se recuperavam de assistir Carolina Dieckmann raspando a cabeça em “Laços de Família” e já estavam em choque com Glória Perez misturando ficção científica, samba de gafieira, Murilo Benício sendo duplicado e todo um elenco praticando dança do ventre em “O Clone”. No cinema lá de fora, as técnicas de animação evoluíam através de “Monstros S.A”, “Shrek”, “A Viagem de Chihiro”, “Atlantis: O Reino Perdido” e “Barbie e o Quebra-Nozes”, com grandes clássicos da pipoca vendo a luz do dia, tipo “O Senhor dos Anéis”, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, “Lara Croft: Tomb Raider”, “Velozes e Furiosos”, “Onze Homens e Um Segredo” e “Legalmente Loira”.

No mundinho musical desse lado do globo, Shakira começava a expandir sua influência internacionalmente com a toscovilhosa “Whenever, Wherever”, Britney fazia sua transição de gatinha fofa do pop para a gostosa sexy dos videoclipes em “I’m a Slave 4 U”, Alicia Keys nascia ao grande público em “Fallin'”, Jennifer Lopez se tornava a estrela que Mariah tentaria destruir em “Love Don’t Cost a Thing” e Kylie Minogue reinventava o electropop com a apocalíptica “Can’t Get You Out Of My Head”. Obrigado, MTV. Ooh, e por aqui, Ana Carolina colocava a enorme contraditória frase “e cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais” na cabeça de todos em sua “Quem De Nós Dois”. Obrigado, Faustão.

Mas o que importa de verdade para essa série é relembrar os destaques musicais que fizeram a cabeça do público médio asiático. Infelizmente, não foram tantos dessa vez e quase nada de tais 12 meses toca com uma frequência mais alta em minhas playlists. Mas, os que estão lá, valem muito a pena. Começando pelas divas pop…

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“Magnetic Moon” é a melhor música da ~carreira internacional~ da Tiffany

Isso aqui já saiu há alguns dias, então não perderei tempo com introduções introdutórias. Irei direto ao ponto: Magnetic Moon é a melhor música dessa pretensa carreira internacional da Tiffany após sair do Girls’ Generation (e da SM, huh).

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