Lady Gaga, BLACKPINK, “Sour Candy” e músicas coito interrompido

Acho que todo mundo, com a idade, começa a desenvolver algumas chateações e implicâncias com determinados modismos de épocas atuais que vão de conflito com o que achava legal em momentos de maior juventude (ou de tempos em que nem eram nascidos). Dentro do meio otaco, há uma galera que jura que produções atuais, ainda que disponham de maiores recursos tecnológicos para sua execução, não amarram os sapatos de desenhos feitos com o orçamento de trinta ienes, cara e coragem nos anos 80. Já no meio “cinéfilo” (cacete, como odeio esse termo ridículo), há quem defenda que o cinema de verdade morreu com o fim dos anos 70 (tipo, quatro décadas atrás, sério).

Ouvindo Sour Candy hoje mais cedo, descobri qual a minha implicância tiozão rock wins com bagulhos para jovens atuais: eu detesto essas músicas curtinhas da “geração streaming“.

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Good Girl: comentando as apresentações da primeira rodada

Já está rolando o Good Girl, novo reality show da MNET onde rappers e cantoras “urban” (ooh, esse termo guarda-chuva genérico) se apresentam juntas e ganham uns trocados, mas que não é um survival show com elas competindo entre si, embora a primeira rodada traga justamente uma competição de performances solos em que a mais aclamada fatura um troco e a menos aclamada é arrastada pra lama, ou algo do tipo. Confesso que não entendi bem a pegada do programa, pois ainda não comecei a assistir (vou deixar acumular mais uns episódios antes de pegar pra ver), mas pelo que entendi dos resumos do Dougie e do Guilherme, é mais ou menos isso. Ou não. Sei lá. Um dia descubro.

O elenco é bem bom: tem a Cheetah, que é figurinha carimbada em vários produtos da casa (Unpretty Rapstar, Produce 101, Queendom), a Hyoyeon (impressionante a SM ter topado isso, já que a gravadora não costuma deixar seus contratados participarem dessas pataquadas como competidores, pois aparentam preferir manter uma imagem intacta), a Jimin Park (vai demorar para eu me acostumar com o stage name Jamie, desculpem aí), a Ailee, a mina do KARD que não é a que era do April, uma das gostosonas do CLC, além de nomes de menor relevância por aqui, mas que parecem render muito em tela.

Como eu disse, não cheguei a assistir os dois episódios que já saíram. No entanto, as apresentações da primeira rodada, onde elas cantam para uma platéia de ex-participantes de outros programas da MNET e se autoavaliam para saber quem é a grande gostosa mais grande gostosa já de cara, valendo uns trocados, já estão disponíveis no YouTube. Abaixo, comento todas elas, elencando da pior à melhor.

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Raspa no tacho (24/05): Agust D (sei lá quem do BTS), REDSQUARE, Yubin, NCT 127 e outros

Aquele amontoado de trecos que saíram recentemente, mas que não reúnem material o suficiente para sustentar posts solos…

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Off topic: um monte de trecos para vocês assistirem durante o que resta de isolamento

Oi, Tio Lunei. Espero que você esteja bem. Aproveitando que a gente deve ficar umas semanas trancados em casa por conta desse corona váirus, você podia recomendar alguns filmes (e animes, que acho que você assiste também, mas posso estar confundindo com aquele Carlo) para a gente assistir e passar o tempo lá no Miojo? Gostei daquela vez que você fez um top com os maiores filmes do ano passado, mas não gostei do Coringa.

Essa mensagem aí é adaptada de um e-mail que eu recebi no início de ABRIL, quando o lockdown por conta do COVID-19 estava começando, mas só li mesmo ONTEM de noite, porque eu ESQUEÇO que tenho um e-mail apenas para o blog (inclusive, perdi vários press releases de acts japas dum mailing internacional que me incluíram sabe-se lá o porquê). Não sei se vai fazer muito sentido escrever um post com recomendações a essa altura do campeonato, já que o seguidor que mandou a mensagem deve ter achado que eu ignorei gostoso e possivelmente morrido de raiva disso, mas, aah, não tem muito lançamento recente legal no asian pop pra comentar mesmo, então vamos de off topic por hoje.

Separei filmes, séries, desenhos, shows, documentários e reality shows que, ou conheci recentemente, ou já tinha visto antes, mas revi nessa primeira metade do ano. A maioria é super escapista, ótimo para se divertir e esquecer, mesmo que por alguns momentos, as notícias ruins da distopia atual, mas outros aí são mais, ahn, “densos”, provavelmente não agradando muito quem só quer espairecer, embora sejam espetaculares. Aah, e como sei que vocês são de uma geração que praticamente só consome coisa disponível em streaming, com preguiça de baixar torrent, todas as indicações estão em serviços do tipo oficialmente, com link direto, embora eu (INFELIZMENTE) não tenha recebido NADA para fazer propaganda de empresa alheia por aqui. Ahein, vamos lá… =P

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10 performances maravilhosas do J. Y. Park de hits escritos por ele para outros artistas

J. Y. Park, para quem não conhece, é o CEO da JYP Entertainment. No entanto, além de liderar a gravadora e gerenciar uma porção de grupos e solistas a-list nesse meio, o velhote é também o compositor de uma porção de sucessos para astros de dentro e fora do seu selo.

No final do ano passado, ele preparou um show apresentando cinquenta dessas canções que, em algum momento da história, ou acabaram pegando o #1 lugar das respectivas paradas de sucesso coreanas (com isso até eu me surpreendi, Dr. Luke e Max Martin who?), ou fizeram sucesso sem esses títulos, cujos vídeos vêm sendo upados em sua conta no YouTube nos últimos dias.

Abaixo, uma listinha com as minhas 10 performances favoritas, seja por realmente terem ficado bacanas na voz e coreografia do vovô, ou por terem ficado tão inacreditavelmente ruins que fizeram a volta e se tornaram cults em apreciação:

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