Tempos atrás, um amigo estava me contando de uma noite meio decepcionante que ele teve. Ele havia acabado de começar a trocar ideia com essa garota, já tinham saído algumas vezes e estavam para atravessar aquela ponte entre “estamos nos conhecendo” e “estamos ficando”. Tudo foi planejado: levou ela pro cinema, depois lancharam no shopping, ficaram dando uns beijos lá até o horário de fechar, depois ele levou ela de moto para a casa dele, como tinham combinado antes.
Quando chegaram, já com o horário bem avançado na noite, uma surpresa: tios dele tinham vindo visitar de surpresa e trouxeram os três primos dele, que já estavam dormindo em seu quarto. Se enxuga, toma um banho frio e dorme, porque esse coito foi interrompido. E é exatamente essa a sensação que tenho com o WILD, terceiro mini-álbum do Katseye. É um coito interrompido.