MINI-ALBUM REVIEW | Katseye – WILD (2026)

Tempos atrás, um amigo estava me contando de uma noite meio decepcionante que ele teve. Ele havia acabado de começar a trocar ideia com essa garota, já tinham saído algumas vezes e estavam para atravessar aquela ponte entre “estamos nos conhecendo” e “estamos ficando”. Tudo foi planejado: levou ela pro cinema, depois lancharam no shopping, ficaram dando uns beijos lá até o horário de fechar, depois ele levou ela de moto para a casa dele, como tinham combinado antes.

Quando chegaram, já com o horário bem avançado na noite, uma surpresa: tios dele tinham vindo visitar de surpresa e trouxeram os três primos dele, que já estavam dormindo em seu quarto. Se enxuga, toma um banho frio e dorme, porque esse coito foi interrompido. E é exatamente essa a sensação que tenho com o WILD, terceiro mini-álbum do Katseye. É um coito interrompido.

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Time machine: O After School já teve os seus lados red e velv-, huh, digo, BLUE, red e blue (2011)

Seguindo com a sequência de posts sobre 2011, vale comentar que esse foi um ano onde o After School trabalhou BASTANTE, não só com lançamento do grupo completo, mas em diferentes fronts de subunidades e até com um solo. O momento que acho que é mais destacável, pelos motivos mais certos e errados, foi a decisão curiosa de dividirem as oito em dois outros novos grupos, o que rendeu a ótima Night Into the Sky e a dolorosamente péssima Wonder Boy

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ALBUM REVIEW | f(x) – Hot Summer (2011)

Notícia maravilhosa: eu já escrevi e editei todo o top 2011 que havia prometido meses atrás. Daqui uns dias começo a soltar ele, mas antes quero revisitar algumas músicas importantes desse ano e comentar, pelo menos, mais um álbum dele: o Hot Summer, do f(x), primeiro do grupo e o único LP da discografia delas que eu ainda não havia escrito sobre por aqui…

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50% de 2026: As 10 melhores músicas do primeiro semestre!

Tradição aqui do blog: sempre que passa junho, penso que poderia ter comido mais coisas de festa junina, aí logo me lembro de que geralmente as comidas de festa junina se estendem até o final de julho e faço uma listinha do que comprar quando ir ao mercado. Junto disso, me dou conta de que metade do ano já passou. E aí, é hora de também montar uma listinha com o que de melhor saiu nesse primeiro semestre dentro do pop asiático.

…que não foi tão vasto assim, preciso alertar (nota-se pela frequência baixíssima de posts nos últimos meses). Rolaram coisas bem legais nessa primeira parte de 2026, mas foram poucas, seja no K-Pop, J-Pop ou nos Outros-Pop. Sendo beeeeeem honesto, tenho ouvido as mesmas, sei lá, vinte músicas desse ano e quase nada tem entrado nessa mini bolha. Imagino que as cenas irão esquentar depois da Copa e que o ano engate mesmo nesse segundo semestre.

Mas deu pra montar um top 10 realmente bacana e que condiz com o que é vício aqui em casa sem muito trabalho. Quer dizer, o único trabalho mesmo que tive foi o de cortar uns quatro houses da lista para ela não ficar muito repetitiva (já até adianto aqui: Rude, 404, yes we are e Work, que amei, mas prefiro os que entraram no top 10).

Enfim, as listas de primeiro semestre dos anos de 20202021202220232024, 2025 e da primeira metade dessa década, já estão aí. A de 2026 vem agora…

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