As músicas mais pau mole de 2021

Fim de ano em blogzinhos da blogosfera fundo de quintal é época de intermináveis listas compilando os mais sei o que lá de tal período de 12 meses. Vários colegas já começaram seus listões com o que de melhor rolou, eu mesmo pretendo começar o meu no natal, mas como um “esquenta”, quis trazer antes uma coletânea com o que de pior eu ouvi ao longo de 2021. Dessa vez, além de falar das bombas radioativas do asian pop, incluirei também algumas porcarias do pop ocidental.

Se lista de “melhores trecos” já são bastante subjetivas, as de “piores troços” então são de arrancar cabelos alheios, o que torna tudo ainda mais divertido. Abaixo, entraram aquelas faixas que ouvi e minhas opiniões variaram entre “huh, esse act lançando isso aqui?” ou “nossa, que vontade de arrancar meus tímpanos.” O que quer dizer que algumas delas nem são ruins ruins, só, ahn, fracas por x motivos ao serem executadas por y artistas, sendo um pecado por existirem da forma que existiram. As outras são só um cocô sonoro mesmo. Aah, e atenção pro “que ouvi” em vermelho ali atrás, pois não faz o menor sentido querer falar mal de bagulhos feitos por gente que sequer me importo com a existência (basicamente, 80% da corja de boygroups da atualidade).

Pormenores introdutórios introduzidos, vamos falar mal de BLACKPINK pra já atrair a atenção da garotada e bombar de views

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Um punhado de músicas de outros anos que me apeguei tardiamente e embalaram o meu 2021

O título é meio autoexplicativo, mas vamos render um pouco mais essa introdução. Não sei com vocês, mas é bem comum comigo meio que passar batido de determinadas músicas em suas épocas de lançamento e só viciar nelas mesmo um tempão depois.

Como estou preparando o topzão de 2021 aqui (começa no dia 25 de dezembro, não percam!), comecei a reparar que rolaram várias faixas de outros anos que “redescobri” nesse que, na real real mesmo, eu até ouvi mais do que as próprias dos últimos 12 meses.

Nenhuma delas aparece em rankings de outros anos, então aproveitarei isso para juntar todas aqui e indicar para vocês. Vamos lá…

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Raspa no tacho (30/11): Kyary Pamyu Pamyu, Tokyo Incidents, Bonnie Pink, NiziU e mais uns jotapopes pra vocês!!1

Mais um blocão de lançamentos não previamente comentados, dessa vez da ala japonesa da força. Tem bastante coisa boa, então vamos lá!

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Wednesday Campanella contrata uma nova vocalista e volta aos eixos nas ótimas “Alice” e “Buckingham”

Tem esse grupo japonês chamado Wednesday Campanella do qual eu sou grande admirador. Ou pelo menos era até uns anos.

Esse trio era formado por um DJ, uma vocalista, a KOM_I, e um cara unicamente responsável pelos videoclipes dos singles. Lá por 2015 eles “estouraram” lá no Japão dentro do que um grupo alternativo de música eletrônica consegue estourar: conseguiram fechar participações em festivais, os clipes rodaram o YouTube com milhões de visualizações, mandaram bem nos serviços de streaming e ainda arrumaram uma porção de CFs com marcas diferentes tão diferentes entre si quanto cosméticos, montadoras, espumantes, energéticos e um serviço de apostas em corridas de cavalos podem ser.

O grande lance do Wednesday Campanella musicalmente é que eles conseguiam mesclar bem coisas mais alternativas e condizentes com a cena eletrônica de beco da qual eles faziam parte com elementos mais pop e radiofônicos, que conseguiam agradar e angariam um público mais pedestre pros releases deles. Só que, lá por 2018, tudo começou a desandar, com eles deixando esse verniz mais “pop” de lado e ficando alternativos DEMAIS (boa sorte para vocês tentando ouvir isso aqui até o final).

Chegamos ao final de 2021 e muita água já correu. A KOM_I anunciou que deixou o grupo e irá seguir carreira solo e o Wednesday Campanella colocou uma pirralha punk de VINTE ANOS chamada Utaha como substituta. O primeiro single double-a-side dessa nova formação, Alice/Buckingham, já está entre nós e eu, como bom hipster de pancadões nipônicos, comentarei eles aqui para vocês! ❤

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10 grandes disband anthems (não oficiais) para provar que términos não precisam, necessariamente, ser tristes

Recentemente, o colega Palpites Alheios começou um listão com algumas músicas “de disband”, mas que não são tão de disband assim. Eu achei a ideia ótima, então vou roubar.

Ocorre que, de uns anos para cá, tem sido bem comum o advento “pouco idol” de grupos disbandarem sem muito aviso prévio e sem uma preparação adequada para isso. Acho isso pouco idol, pois estou acostumado com o Japão criando imensas narrativas de adeus para que tanto integrantes (caso do Morning Musume e do AKB48) quanto grupos inteiros (caso do E-Girls) “se graduem”, envolvendo singles especiais, compilações, até turnês.

No K-Pop, o Sistar fez isso e o Mamamoo vem fazendo aos poucos. Mas trocentos outros grupos têm ignorado esse ritual idol. Ou por morrerem/serem mortos de uma hora para outra, ou por simplesmente morarem num vácuo onde não são mais trabalhados por suas gravadoras, mas o anúncio de disband nunca ter acontecido oficialmente. E isso tem gerado um fenômeno bem interessante de observar: o das músicas “finais” que não foram planejadas para isso, mas acabam ganhando um significado maior JUSTAMENTE por esse acidente.

Posto isso, resolvi também listar aqui, sem nenhuma ordem específica, quais os meus xx disband anthems não oficiais prediletos. Porque encerrar os trabalhos com grandes pancadões, por vezes, pode ser até melhor que baladinhas sentimentais…

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