Em “Tinker Bell”, Wednesday Campanella transforma a fada Sininho numa mina fodona

A essa altura do campeonato, vocês já devem saber que eu tenho um fator biased alto por esse grupo japonês de música eletrônica chamado Wednesday Campanella. Já falei deles algumas vezes por aqui, já coloquei músicas deles em posições bem altas nos meus tops de melhores do ano (pegaram inclusive em #1 em 2016 com Alladin).

O que mais me agrada no vasto catálogo do Wednesday Campanella é quando eles se jogam com força nos elementos mais pops da música eletrônica, e aí entregam uns bops que a gente percebe que são um tiquinho mais elaborados e pesados que o geral de acts radiofônicos, mas ainda assim muito chicletes, dançantes e por aí vai.

Esse ano, eles soltaram um álbum recheado de jams assim. E, mais recentemente, rolou também um single no qual me viciei tanto quanto as melhores do LP e, de novo, será um que deve figurar bem alto no listão de melhores do ano. Já tinha mencionado ele numa raspa no tacho, mas ouçam abaixo Tinker Bell e se preparem para parágrafos e parágrafos do oppa rasgando seda para essa maravilha…

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Raspa no tacho (29/10): (G)I-DLE, TripleS, Wednesday Campanella, ITZY e mais

De tempos em tempos, uma porção de trecos saem e, por algum motivo, como falta de relevância para encher um post inteiro, ou falta de tempo deste que vos escreve, acabam não dando às caras aqui quando deveriam. Juntem isso tudo num lugar só e, plim, temos a raspa no tacho.

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Raspa no tacho (16/10): Kyary Pamyu Pamyu, LiSA, Fujii Kaze e mais jotapopes!

Mais uma raspa no tacho, dessa vez com alguns trecos japoneses que saíram nos últimos tempos. Vamos lá.

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PLAYLIST: julho e agosto de 2022

Esses últimos dois meses foram bem agitados por aqui. Minha faculdade entrou num vórtice maluco onde os professores, talvez por esse ser o primeiro período presencial desde todo o ocorrido com a COVID-19, tacaram uma porrada de avaliações ao mesmo. Em paralelo, me mudei! Saí do município afastado em que eu morava e levava mais de duas horas diariamente para chegar à faculdade para viver numa (não riam) “república para rapazes” que fica pertinho da faculdade.

Divido a casa com dois marombas hilários que aleatoriamente começaram a se comportar como se fossem meus irmãos mais velhos (um deles literalmente me deu esporro anteontem porque eu estava acordado até tarde e tinha aula cedo no outro dia, fiquei abismado), um moleque que morava no mato e é bem baruhento quando está acompanhado (entendam como quiserem), um gringo que quase nunca aparece (um dos marombas acha que ele é um fantasma) e um outro bem mais velho que é chatão, mas todo mundo acha ele chatão então tanto faz.

Tá legal, embora, enquanto eu escrevo esse post, tenha acabado a água e já esteja mais de 30º no Rio de Janeiro. Vai ser um longo e odoroso dia.

Enfim, asian pop, né? Hehe. Por esse tanto de coisa que rolou em off, calhou de eu não ter conseguido atualizar devidamente esse blog ao longo das últimas semanas. E calhou também de, justamente, nesse meio tempo, praticamente todos os acts principais da atualidade terem feito comeback (ou debutado, caso do NewJeans). Devo ter deixado de ganhar milhares de views, risos.

Mas antes tarde do que mais tarde, é hora de atualizar a playlist aqui do blog e, enfim, dar meus pitacos sobre o que de melhor rolou . O que não entrou foi por eu não ter curtido. Blinks e sones, não me xinguem nos comentários. Ah, como já tem bastante tempo, vale ressaltar que a ordem da playlist é mais de acordo com o “mood” das músicas juntas e não da minha preferência – embora a primeira nela, de fato, seja a que mais curti e a que tem chances reais de pegar uma vaga no pódio desse ano…

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ALBUM REVIEW | FEMM – Femm-Isation (2014)

2014 não foi um ano de muita variedade. Foram poucos os acts que realmente entregaram coisas ótimas. No entanto, esses poucos vieram com trabalhos sólidos que rendem, até hoje, aparições em minhas playlists diárias.

Já falei de alguns da Coreia como um esquenta para o topzão que virá mais para frente. Agora, é hora de ir pra ilha vizinha, onde duas manequins flopadas fizeram um barulho que quase ninguém ouviu nos becos alternativos de Tóquio ou algo assim.

Então, cliquem logo aí no “continuar lendo” para ler os meus pitacos sobre um dos troços mais legais acontecidos em 2014 – quem se importa com a Copa do Mundo?

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