PLAYLIST (Março’21) 🍜

Março passou tão rápido quanto o surto da Kakao em tirar as músicas do Spotify. Infelizmente, essa enormidade de velocidade não se refletiu na quantidade e qualidade de releases, já que esse foi, até então, o mês mais minguado desse 2021 que ainda não engatou a marcha para começar.

Isso posto, vamos à atualização da playlist aqui do blog, que conta com nada mais que 12 adições (sendo que uma delas é de anos atrás). Fãs da Chanmina e cacuras que ainda se importam com a Park Bom irão chiar pela ausência delas, mas “Bijin” não funcionou comigo sem o auxilio visual e “Do Re Mi Fa Sol” é só… chata.

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Guarnições #02: a melhor do pior mini do Red Velvet, a melhor do melhor mini da IU e umas delícias de b-sides japas pra vocês!!1

Aposto que vocês acharam que eu ia esquecer, né? :V

“Guarnições” é um termo almofadinha da gastronomia para os famigerados e adoráveis acompanhamentos dos pratos: não são o principal do consumo, não é por eles que o dinheiro é colocado, mas caso bem montados, acabam fazendo toda a diferença na degustação final. No mundo do asian pop, isso se reflete nas album tracksb-sides de lançamentos.

Nessa coluna, a proposta é, sem muito critério além de “eu gostar”, panfletar algumas dessas faixas que não foram trabalhadas como single, mas que seguem valendo a audição conforme os anos foram passando. Essa semana, mais dois capopes e dois jotapopes, começando pela melhor música do pior mini do Red Velvet…

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Raspa no tacho (24/06): Twice, BTS, Weki Meki, Seventeen, WayV e mais

Aquele amontoado de trecos (dessa vez tem uma porrada, hein) que saíram recentemente, mas que não reúnem material o suficiente para sustentar posts solos. A melhor música é a última da lista.

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Heize, “Lyricist” e outras bossas novas no K-Pop

Heize retornou ontem (10) com Lyricist, seu sexto mini-álbum de estúdio, divulgado com o lead single de mesmo nome abaixo:

Sei que sou minoria nessa bolha, mas gosto bastante da Heize como artista. Das participantes do finado “Unpretty Rapstar”, ela foi a que, a longo prazo, se mostrou mais estável em questão de qualidade de releases e sucesso com o público. Adoro seu timbre vocal e vejo a maneira mais passional dela cantar como um diferencial no nicho de “artistas consumíveis por universitários coreanos”. Com poucas exceções, sua voz e figura conseguem elevar a qualidade de uma demo como poucos.

“Lyricist” é uma delícia, já ouvi umas trinta e sete vezes de ontem para hoje. Além disso, ela segue uma moda estranhamente interessante que muitos cantores sul-coreanos já vinham apresentando há bastante tempo, mas que parece ter se intensificado esse ano: a inspiração na bossa nova.

Não tenho a mais remota ideia do porquê de diferentes produtores e compositores da Coreia do Sul serem influenciados pela bossa nova (talvez por trilhas sonoras de filmes europeus?), mas foram vários os singles e album tracks mesclando o estilo aqui do Brasil com outras influências mais atuais. Alguns exemplos:

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