Raspa no tacho (27/01): Twice, XG, grupo de AIs, TXT e mais outras porcarias de janeiro pra vocês!

Esse deve ter sido o pior mês de janeiro pro K-Pop desde janeiro de 2016, cujo único lançamento realmente memorável foi “Someone Like U”, do Dal Shabet.

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2022 [10-01]

E enfim chegamos ao fim de mais um ranking do Miojo Pop, listando quais foram os 100 melhores lançamentos do asian pop durante o cansativo ano de 2022. Muitas foram as ótimas músicas que passaram por aqui nos últimos dias, mas só 10 conseguiram atingir o ápice em tal listão.

Sem mais enrolações, qual bop se juntará à animesong heaven de Vivid Vice, do Who-Ya Extended, à epítome do citypop de Soul Lady, da Yukika, ao baladão ultraemotivo da BoA, Fly, ao sex anthem Eclipse, da Kim Lip, ao rockzão poético She Hates Me, da Anna Tsuchiya, ao pop heaven de Aladdin, do Wednesday Campanella, à magia ballroom de 4 Walls, do f(x), e ao pancadão indústrial de Red Light, também do f(x), no panteão de bests of aqui do blog? Confiram…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2022 [55-41]

Quarta-feira, 28 de dezembro de 2022. Chegamos naquele limiar da semana entre Natal e Ano Novo em que fica mais ou menos mais para lá do que para cá, mas não tanto assim. Hora de jogar o que sobrou da ceia no lixo, começar a se organizar pro que virá daqui em diante, fazer aquelas listinhas de metas que não serão seguidas e prospectar um futuro melhor.

O que também significa que essa lista finalmente chega à metade e as coisas começam a ficar ainda mais quentes na hora dos cortes. E a sua favorita, será que aparecerá agora, mais pra frente ou sequer foi considerada, tipo “Hush Rush”, da Chae Yeon, que eu tinha esquecido que saiu? Uou, vamos descobrir…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2022 [100-86]

E não é que o ano de 2022 vai acabar, galera? Foi um período e tanto. A pandemia “acabou” (não acabou de verdade, mas estamos todos vacinados), o Bolsonaro caiu (hahaha, cara patético, fugiu de passar a faixa pro Lula), eu me cansei demais com a minha faculdade socando três períodos num espaço de um ano. E o pop asiático, nesse meio, seguiu em nossos fones de ouvido.

É final de dezembro e finais de dezembro na blogosfera fundo de quintal significam listinhas de melhores do ano. Começo aqui a minha, com 100 músicas, dividida em 7 partes que, se nada der errado, irão ao ar de hoje até o dia 31. Como esses posts sempre costumam furar um tiquinho a bolha de leitores aqui de Miojo e atingir o público que quer saber quais foram os maiores capopes do ano vigente ou algo assim, algumas regrinhas para não iniciados:

MARAVILHOSAS REGRAS

O top é meu, baseado única e exclusivamente em minha opinião, minha subjetividade. Então, coisas como charts, vendas, popularidade e relevância pra o meio em nada influenciam nele;

Um mesmo act pode aparecer um monte de vezes, ainda que isso signifique cortar outro que teve só um singlezinho legal no ano. Representatividade numérica não conta tanto para mim;

Meu maior critério de escolha, na real, é o quanto as faixas duram em minhas playlists diárias. Quanto mais ouço, mais alto ela aparece. Nem tudo que é bom eu gosto e nem tudo que eu gosto é bom. Mesmo que eu considere uma música “melhor” que outra em questões técnicas, se eu ouvi pouco conforme os meses passaram, tchau;

Vocês têm todo o direito de discordar das minhas opiniões e até sugerir outras melhores para as posições ocupadas, mas saibam que estarão errados, pois meu gosto musical é perfeito. Bjokas.

Sem mais delongas, vamos às 15 faixas do primeiro corte. Here we go again

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MINI-ALBUM REVIEW | Kwon Eunbi – Lethality (2022)

O Gosto Meu soltou esses dias um post falando sobre como o término do IZ*ONE foi um dos eventos recentes mais importantes do K-Pop, já que, dele, saíram uma porção de acts derivados das integrantes que, agora, soltam algumas das coisas mais interessantes (e, no caso do IVE e do LE SSERAFIM, de maior sucesso) da cena atual. Leiam aqui.

Gosto de pensar nesse movimento como um aprendizado das gravadoras envolvidas. À época do I.O.I, muitas empresas meteram os pés pelas mãos ao diluir o apelo e popularidade que as suas respectivas contratadas adquiriram na primeira temporada do Produce 101 ao colocá-las em girlgroups enormes. Algumas, inclusive, fizeram com que as integrantes passassem um tempo do curto período de vida o I.O.I não promovendo com o grupo, só para que pudessem debutar em seus próprios girlgroups.

Vendo como tudo dessa época foi pelo ralo, é bacana reparar em como os engravatados deram tempo ao tempo dessa vez, permitindo que as pirralhas tivessem seu ciclo completo como winners e, principalmente, não destruindo esse apelo colocando-as ao lado de sete, oito figurantes. Melhor ainda para outras, que puderam já começar seus caminhos como solistas após a loucura toda de estarem em um grupo feminino extremamente popular.

Dessas, minha favorita, certamente, é a Kwon Eunbi. Apelidada por aí como a “Chung Ha do IZ*ONE”, a gatinha foi a primeira a sair solo. Gosto de tudo o que ela fez do ano passado até aqui, e percebo que, a partir de Glitch, que segue como a minha música predileta de 2022, ela e seus produtores conseguiram criar para sua persona idol uma figura que cada vez mais faz falta dentro do universo fonográfico sul-coreano: o da diva pop.

E digo diva pop no sentido dela carregar todos os elementos correspondentes e esperáveis de uma cantora, com conceitos bem definidos, uma estética sonora e visual glamurosa que já podemos ligar à ela, e por aí vai.

Nisso, só faltava mesmo um trabalho fechado realmente excelente, sem fillers, que pudéssemos ouvir de cabo a rabo e aproveitar com totalidade. E isso, finalmente, veio com Lethality, um dos minis mais legais e viciantes desse ano, para o qual rasgarei uma seda enorme e sem vergonha a seguir…

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