TOP 70 | As melhores músicas do asian pop em 2012 [70-56]

Para vocês, qual é o pior ano da década passada no pop asiático? Pra mim, é 2012. Salvo exceções, o J-Pop estava pouco inspirado. O K-Pop vinha de um ano glorioso e teve um viral mundial, mas bem pouco dessa fatia envelheceu bem em minhas playlists. É um momento bem, huh, mabembe desse nicho todo, que teve momentos incríveis na primeira metade da década, mas hoje soa filler (ou ruim mesmo) em comparação.

Mas desde que comecei esse blog eu tenho essa série throwback onde eu visito os anos anteriores à fundação do Miojo Pop e seleciono quais as melhores músicas nele. Já fiz isso para quase todos os anos da década passada. Faltam 2012 e 2011, depois quero fazer um topzão de músicas cobrindo toda a década de 2000 (ainda em 2026… eu espero).

2011 é uma delícia. 2012 é uma bobagem. Só que, pra chegar em um, tenho que passar pelo outro, então vamos logo tirar isso do caminho. A ideia é: todo domingo, corto 15 músicas do top 70 (não deu pra fazer top 100, galera), até enfim chegar no top 10.

Tenham paciência e segurem a minha mão até lá, porque só começa a ficar bom de verdade lá pela posição 40. Enquanto isso, vamos relembrar um punhado de músicas que, pra ser MUITO honesto, eu nem ouço direito hoje em dia, a começar pelo maior momento de todos naquele ano…

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Em “Scipio”, Wednesday Campanella se joga no para-para e… nossa, demorou para o Wednesday Campanella se jogar no para-para

O Wednesday Campanella é um dos meus acts japoneses prediletos da década passada pra cá. Eu adoro que eles brincam com vários estilos diferentes da música eletrônica e sempre deixam essas variações bem com a cara do grupo.

Mas um negócio que eu nunca tinha parado pra pensar até hoje com o lançamento de Scipio é que eles, pelo menos em singles ou nos álbuns que eu ouço com mais frequência, nunca tinham brincado com o para-para, esse estilo eletrônico tipicamente japonês de colocar o bpm lá no alto, que era muito feito nos anos 90.

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Time Machine: Quando a Lucy soltou o hino de aniversário mais melancólico da história do K-Pop em “B-Day” (2017)

Olá, pessoal. Hoje é dia 18 de abril, meu aniversário! E todo ano nessa data eu gosto de fazer um post especial em comemoração não só ao fato de eu ter sobrevivido mais um ano, mas também em celebração a esse blog, que também completa mais uma primavera nessa semana.

Para 2026, resolvi recordar uma música de quase uma década atrás, do meu segundo ano como blogueiro independente de fundo do quintal, que eu adorei à época e segue como um dos temas da minha vida sempre que chega nessa data: B-Day, da Lucy

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Yena se esforça pra lançar a SOTY que a velharada da fanbase quer em “Catch Catch”

Tenho uma certa predileção pela Yena por ela ser uma ex-IZ*ONE e eu (lowkey) meio que gostar muito mais das ex-IZ*ONEs depois que o grupo morreu do que gostava quando ele estava vivo. E aí tem um plus de a Yena, aparentemente, ter esse fogo no olhar em ser mais quirky e alinhada ao que era o pop asiático de quando ela era criança e eu adolescente, onde o K-Pop tava ali juntinho das peripécias do J-Pop.

Tempos atrás, ela soltou “NEMONEMO”, que eu literalmente ouço até hoje, e é bem “vejam só o que as gatinhas aprontavam no Japão no começo dos anos 2010”. O debut dela com “Smiley” já era nessa onda, ganhando até versão nipônica em feat. com a Chanmina. Aí no final do ano passado ela literalmente colaborou com a Hatsune Miku em “STAR!”, solidificando ainda mais esse direcionamento.

Isso posto, eu secretamente vinha aguardando ela começar a aplicar essa ideia para o que era o mundinho coreano daquela época. E ISSO VEIO! Vocês já ouviram bastante, mas ouçam Catch Catch novamente…

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