BTS consegue deixar até Charlie Puth broxante

Charlie Puth deve ser o meu cantor pop atual predileto aqui do ocidente. Ele começou a carreira naquele rap tenebroso do Velozes e Furiosos, depois, aparentemente, a gravadora tentou empurrar nele uma imagem de “namoradinho da América”, que foi corroborada pelo namoro dele com a Meghan Trainor, que ele mesmo já disse ter odiado, porque ele ainda era um iniciante e as músicas eram todas, da falta de um termo melhor, “estéreis” demais.

Mas aí ele cresceu e resolveu dar uma de Wonho, não só por ter passado um tempo puxando ferro, mas por adicionar nas músicas de nos clipes um ar mais sexual que fez muito bem pro som dele. É como se ele, pouco a pouco, estivesse evoluindo para se tornar o Prince dessa geração. Porque vários dos singles dele me passam uma impressão de que a piroca dele é enorme.

Rolão grande, grosso, veiúdo, que ele usa bastante. A gente olha pra ele nas músicas e pensa “Porra, esse aí fez sexo pra caralho! Fez na cama, no sofá, do chuveiro, na banheira, dentro do carro. Meteu demais! Deve ter acabado uma caixa de camisinha numa noite só. Os vizinhos devem ter chamado a polícia preocupados com os gritos. As garotas devem sair de cadeira de rodas.”

Ouçam “Done For Me”, que é minha música de cantor favorita da década passada, e digam se não tenho razão:

Ele tem várias boas assim. E que, como eu disse, passam a impressão de que ele é muito comedor, que ele chega na sala e as calcinhas voam. É assim em Mother, com ele falando que é bom que a mãe da menina não saiba o que eles fazem ou ela ficaria chocada. Na acústica We Don’t Talk Anymore e na alternê I Warned Myself ele vende o mesmo “triste com T” que os girlgroups faziam em parceria com o Brave Brothers tempos atrás. Em GirlfriendLight Switch, ele entrega o mesmo arquétipo de cara que eu: o que conquista por ser atrapalhado e engraçado. E a lista segue.

Aí o babaca foi lá e chamou o Jung Kook, do time B do BTS, prum feat. pra surfar em cima do sucesso do grupo e o resultado é isso aqui:

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MINI-ALBUM REVIEW | HA:TFELT – Me? (2014)

2014 foi um grande ano para álbuns. Por conta disso, várias album tracks aparecerão no já anunciado eventual topzão de melhores desse ano. Para começar os trabalhos de “esquenta” pro listão, separei o que deve ter sido um dos lançamentos mais significativos (em qualidade, não em relevância ou vendas) do K-Pop naquela época: o debut solo da Yenny, do Wonder Girls, sob a alcunha de HA:TFELT.

Confiram meus pitacos a respeito do Me?:

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[TEASER] Top 100 de 2014

Uma das coisas mais legais de ser blogueirinho de asian pop há muito tempo é ter em arquivo uma porrada de material para render em várias encarnações de blogs (no caso, o esquadrão no blogspot, depois ele no wordpress e agora o miojo). E um dos tipos de materiais que mais gosto de resgatar com devidas modificações do tempo são as listas de melhores do ano.

Aqui no blog estão no ar rankings com os maiores bops dos anos de 2021 e 2020 (já da era miojo), 2018, 2017, 2016, resgates de blog anterior, e 2010, que eu escrevi todinho lá no começo da pandemia. E aproveitando que essa foi a minha última semana de férias e minha vida, enfim, voltará ao normal a partir de segunda-feira, com a faculdade voltando às aulas presenciais, resolvi resgatar mais um topzão de melhores do ano. Dessa vez, de 2014.

Enorme mashe-up com uma caralhada de lançamentos do capope em 2014, incluindo “You Don’t Love Me”, do Spica, que não entrará na lista!

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BTS segue mais mole que pau de idoso em “Yet To Come (The Most Beautiful Moment)”

BTS tá aí de volta, com mais um álbum lotado de relançamentos e mais uma title pau molona que só fã maluca vai gostar e um monte de veículo de imprensa e artistas a fim de chamar atenção dirão que presta de verdade.

Confiram Yet To Come. Se não dormirem no meio, vejam meus pitacos após o “continuar lendo”…

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Me apaixonei tardiamente por “Door”, da Kwon Eunbi

Já comentei isso algumas vezes, mas acho que minha música predileta dessa primeira metade de 2022 é Glitch, a Kwon Eunbi. O instrumental house misturado com o eletrônico mais fritado que lembra coisas do Yasutaka Nakata, a interpretação safada que ela coloca por cima, o MV meio vogue, meio drogas… tudo nela me agrada e faz com que eu repita várias vezes por dia.

Agora, uma coisa que não esperava nisso era que esse amor me fizesse ir atrás de coisas que ela soltou antes, as quais eu meio que tinha cagado às épocas dos lançamentos. E, nisso, calhei de me apaixonar também por Door, seu debut single, o qual gastarei alguns parágrafos elogiando daqui em diante…

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