Time machine: a vez que o Sistar só quis colocar todo mundo pra rebolar em “Shake It” (2015)

Tá rolando a segunda temporada do Queendom e meio que não tinha o que comentar dessa primeira rodada, onde as participantes escolhem suas canções assinaturas e repaginam elas pruma performance de abertura. São as minas cantando suas faixas em versões não melhores que as originais, num palco grande demais e com muita coisa pra olhar.

Já sobre a segunda rodada, que é quando as participantes trocam figurinhas e cada uma canta a música de outra, aí deve rolar mais pano pra manga. O que meio que já começou, com a Hyolyn, que está muito gostosa em 2022, decidindo que o Loona e ela performariam entre si. Ela vai ficar com “So What” (que agora eu aceito calmamente, mas à época detonei aqui no blog) e Kim Lip com as outras farão uma versão oitentista pra Shake It, do Sistar, que até já vazou um pedaço dias atrás.

A recepção para “Shake It” na voz das Endividadas do Mês foi meio… negativa por parte da fanbase? E isso me fez lembrar que, por sabe-se lá qual motivo, tem uma galera que meio que não engole “Shake It” desde o lançamento, o que é um disparate, pois esse é um dos grandes jams de verão delas…

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Time Machine: T-ara, “Sexy Love” e o ápice do deboche (2012)

O T-ara retornou recentemente como um novo single que eu não curti tanto. Então, em vez de fazer um post negativo, vou aproveitar que estou preparando um top 20 com os meus capopes prediletos da vida para breve (assim que eu entrar de férias eu finalizo) e relembrar o que, em minha opinião, é a maior contribuição sul-coreana ao pop de 2012 e também a maior faixa do T-ara num todo: Sexy Love. Fãs de “Roly-Poly”, por favor, não tumultuar…

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Time machine: a vez que tirei 10 num trabalho falando de “Vibrato”, do Stellar (2015)

Essa é, provavelmente, a história mais aleatória envolvendo K-Pop na minha vida em off, pois junta o gênero com minha faculdade de jornalismo, uma matéria de linguagem e semiótica e uma imensa cara à tapa da minha parte para conseguir uma nota alta.

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Time Machine: quando o BTS, enfim, estourou em “I Need U” e “Run” (2015)

O BTS hoje em dia é o act coreano mais famoso do mundo, mas a história não foi sempre essa. Vindos de uma gravadora pequena no cenário do K-Pop, Suga, Rap Monster e os demais tinham um desempenho bem morno nos charts em seus dois primeiros anos pós-debut. Há uma parcela de fãs que prefere omitir as vendas fracas e os peaks ruins entre 2013 e 2014, talvez em busca de um messianismo maluco incompreensível. Há outra parcela, aí mais coerente, que comenta com orgulho esses primeiros percalços, de modo a destacar eles como azarões da indústria, que conseguiram se sobressair mesmo não vindo de uma Big3.

De minha parte, acho que a melhor coisa que temos a dizer do breakthrough do BTS é… a música dele mesmo. I Need U ainda é um dos melhores troços desovados pelo grupo em todos os tempos, sendo um caso (raro) de o público geral começar a abraçar um act quando ele vem com o seu melhor (e não com o pior).

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