Time Machine: T-ara, “Sexy Love” e o ápice do deboche (2012)

O T-ara retornou recentemente como um novo single que eu não curti tanto. Então, em vez de fazer um post negativo, vou aproveitar que estou preparando um top 20 com os meus capopes prediletos da vida para breve (assim que eu entrar de férias eu finalizo) e relembrar o que, em minha opinião, é a maior contribuição sul-coreana ao pop de 2012 e também a maior faixa do T-ara num todo: Sexy Love. Fãs de “Roly-Poly”, por favor, não tumultuar…

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Time machine: a vez que tirei 10 num trabalho falando de “Vibrato”, do Stellar (2015)

Essa é, provavelmente, a história mais aleatória envolvendo K-Pop na minha vida em off, pois junta o gênero com minha faculdade de jornalismo, uma matéria de linguagem e semiótica e uma imensa cara à tapa da minha parte para conseguir uma nota alta.

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Time Machine: quando o BTS, enfim, estourou em “I Need U” e “Run” (2015)

O BTS hoje em dia é o act coreano mais famoso do mundo, mas a história não foi sempre essa. Vindos de uma gravadora pequena no cenário do K-Pop, Suga, Rap Monster e os demais tinham um desempenho bem morno nos charts em seus dois primeiros anos pós-debut. Há uma parcela de fãs que prefere omitir as vendas fracas e os peaks ruins entre 2013 e 2014, talvez em busca de um messianismo maluco incompreensível. Há outra parcela, aí mais coerente, que comenta com orgulho esses primeiros percalços, de modo a destacar eles como azarões da indústria, que conseguiram se sobressair mesmo não vindo de uma Big3.

De minha parte, acho que a melhor coisa que temos a dizer do breakthrough do BTS é… a música dele mesmo. I Need U ainda é um dos melhores troços desovados pelo grupo em todos os tempos, sendo um caso (raro) de o público geral começar a abraçar um act quando ele vem com o seu melhor (e não com o pior).

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Time Machine: quando os lados “velvet” e “red” se separaram em “Automatic” e “Ice Cream Cake” (2015)

O Red Velvet havia debutado em 2014 sob circunstâncias esquisitas. Em suma, ficou uma impressão feia de que a SM colocou a estreia do grupo para agir como cortina de fumaça para a saída da Sulli do f(x). E a fama de “grupo tapa buraco” se reforçou ainda depois naquele ano, quando a gravadora soltou o single Be Natural na mesma semana que foi noticiado que o Luhan, do EXO, tinha entrado com um processo para sair do grupo por “diferenças criativas” (Luhan era um dos membros chineses do lineup, que já havia perdido meses antes o Kris).

Mas as coisas pareciam mudar com virada do ano. E então, com um trabalho que não pareceu ser feito às pressas e com a adição da Yeri no lineup, em março de 2015 rolou o primeiro comeback “oficial” do Red Velvet com o mini-álbum “Ice Cream Cake”, que contou com o pré-release Automatic e, claro, com a title Ice Cream Cake

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