PLAYLIST (Setembro’21) 🍜

Cabou o mês de setembro. Enfim, entramos naquele loop de “o ano vai acabar” até o final de dezembro. Mal posso esperar, pois 2021 já deu o que tinha que dar aqui pra mim.

Pra atualização da playlist nesse mês, finalmente o Japão acordou. Das TRINTA E CINCO faixas (eu deveria fazer uma peneira maior?), VINTE são representantes do J-Pop!

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2015 [70-56]

Terceira parte do grande listão rememorando o que de melhor saiu no melhor ano da última década para o pop asiático. Nessa, mais 15 grandes pancadões serão cortados para vocês reclamarem que as músicas lá do post de esquecidas no churrasco são melhores que as que eu escolhi (e eu rir bastante da cara de vocês chocados por isso).

Entre as escolhidas da vez, vamos com a icônica canção que acidentalmente (pffff) ocupa a posição #69 do ranking, além da melhor animesong de 2015 e da que ganha a versão coreana do Troféu CL de Melhor Música Ruim (pois a melhor música ruim japa tá beirando o top 10, risos). Ah, uma curiosidade: essa melhor pior música, na verdade, foi a que chutou o T-ara desse top, pois eu quase esqueço de incluir ela. Uhhhh, qual será?

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2015 [100-86]

2015 foi um ano emblemático para o pop asiático. Tal como 1999 para o cinema, ocorreu nele uma série de fatos que moldaram o que viria a ser o nicho dali em diante, com uma quantidade gigantesca de bons lançamentos sendo entregue num espaço curto de tempo.

No K-Pop, ele marcou o que considero o final da “era de ouro”, abarcando vários grupos clássicos em alguns de seus últimos respiros de investimento ao lado das novidades mais quentes que suas gravadoras preparavam para substituí-los (BIGBANG x iKON, f(x) x Red Velvet, Wonder Girls e miss A x Twice, SNSD x Taeyeon solo e a lista segue). No J-Pop, rolou um tantão de artistas mais velhos com trabalhos também muito fortes competindo de igual para igual com outros mais jovens. E quem saiu vencendo fomos nós, ouvintes.

Posto isso, vamos com mais outro throwback aqui no blog, comigo listando quais foram as minhas 100 faixas prediletas (+ uma menção honrosa) desse ano. E como listas assim sempre trazem novos leitores, é sempre bom destacar:

MARAVILHOSAS REGRAS

O top é meu, baseado única e exclusivamente em minha opinião, minha subjetividade. Então, coisas como charts, vendas, popularidade e relevância pra o meio em nada influenciam isso;

Meu maior critério de escolha, na real, é o quanto as faixas duram em minhas playlists diárias. Quanto mais ouço, mais alto ela aparece. Mesmo que eu considere uma música “melhor” que outra em questões técnicas (exemplo aqui com uma do SHINee), se eu ouvi pouco conforme os anos passaram, tchau;

Vocês têm todo o direito de discordar das minhas opiniões e até sugerir outras melhores para as posições ocupadas, mas saibam que estarão errados, pois meu gosto musical é perfeito. Bjokas.

Façam suas apostas e não me xinguem por a única canção o Girls’ Generation a marcar presença ser “Catch Me If You Can”:

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Guarnições #04: o karma da borboleta, o beijo francês e a ponte aérea dos japoneses

“Guarnições” é um termo almofadinha da gastronomia para os famigerados e adoráveis acompanhamentos dos pratos: não são o principal do consumo, não é por eles que o dinheiro é colocado, mas caso bem montados, acabam fazendo toda a diferença na degustação final. No mundo do asian pop, isso se reflete nas album tracks e b-sides de lançamentos.

Nessa coluna, a proposta é, sem muito critério além de “eu gostar”, panfletar algumas dessas faixas que não foram trabalhadas como single ou title, mas que seguem valendo a audição conforme os anos foram passando. Essa semana, com faixa japonesa de act coreano, faixa de act coreano em coreano e duas não-tentativas de japoneses nos Estados Unidos…

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