Raspa no tacho (27/01): Twice, XG, grupo de AIs, TXT e mais outras porcarias de janeiro pra vocês!

Esse deve ter sido o pior mês de janeiro pro K-Pop desde janeiro de 2016, cujo único lançamento realmente memorável foi “Someone Like U”, do Dal Shabet.

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BTS consegue deixar até Charlie Puth broxante

Charlie Puth deve ser o meu cantor pop atual predileto aqui do ocidente. Ele começou a carreira naquele rap tenebroso do Velozes e Furiosos, depois, aparentemente, a gravadora tentou empurrar nele uma imagem de “namoradinho da América”, que foi corroborada pelo namoro dele com a Meghan Trainor, que ele mesmo já disse ter odiado, porque ele ainda era um iniciante e as músicas eram todas, da falta de um termo melhor, “estéreis” demais.

Mas aí ele cresceu e resolveu dar uma de Wonho, não só por ter passado um tempo puxando ferro, mas por adicionar nas músicas de nos clipes um ar mais sexual que fez muito bem pro som dele. É como se ele, pouco a pouco, estivesse evoluindo para se tornar o Prince dessa geração. Porque vários dos singles dele me passam uma impressão de que a piroca dele é enorme.

Rolão grande, grosso, veiúdo, que ele usa bastante. A gente olha pra ele nas músicas e pensa “Porra, esse aí fez sexo pra caralho! Fez na cama, no sofá, do chuveiro, na banheira, dentro do carro. Meteu demais! Deve ter acabado uma caixa de camisinha numa noite só. Os vizinhos devem ter chamado a polícia preocupados com os gritos. As garotas devem sair de cadeira de rodas.”

Ouçam “Done For Me”, que é minha música de cantor favorita da década passada, e digam se não tenho razão:

Ele tem várias boas assim. E que, como eu disse, passam a impressão de que ele é muito comedor, que ele chega na sala e as calcinhas voam. É assim em Mother, com ele falando que é bom que a mãe da menina não saiba o que eles fazem ou ela ficaria chocada. Na acústica We Don’t Talk Anymore e na alternê I Warned Myself ele vende o mesmo “triste com T” que os girlgroups faziam em parceria com o Brave Brothers tempos atrás. Em GirlfriendLight Switch, ele entrega o mesmo arquétipo de cara que eu: o que conquista por ser atrapalhado e engraçado. E a lista segue.

Aí o babaca foi lá e chamou o Jung Kook, do time B do BTS, prum feat. pra surfar em cima do sucesso do grupo e o resultado é isso aqui:

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BTS segue mais mole que pau de idoso em “Yet To Come (The Most Beautiful Moment)”

BTS tá aí de volta, com mais um álbum lotado de relançamentos e mais uma title pau molona que só fã maluca vai gostar e um monte de veículo de imprensa e artistas a fim de chamar atenção dirão que presta de verdade.

Confiram Yet To Come. Se não dormirem no meio, vejam meus pitacos após o “continuar lendo”…

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Raspa no tacho (24/05): Hyoyeon, BoA, TXT, boygroup na PNATION e mais

E eu finalmente estou de férias da faculdade… mas apenas por três semanas, já que os velhotes lá resolveram que vão socar períodos num ano só para repor os seis meses de recesso que tivemos por conta da COVID-19. Oh, que saudável serão esses próximos tempos.

Enfim, bora aproveitar esses dias de respiro pra colocar em dia as pautas que perdi por conta das provas de fim de período.

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As músicas mais pau mole de 2021

Fim de ano em blogzinhos da blogosfera fundo de quintal é época de intermináveis listas compilando os mais sei o que lá de tal período de 12 meses. Vários colegas já começaram seus listões com o que de melhor rolou, eu mesmo pretendo começar o meu no natal, mas como um “esquenta”, quis trazer antes uma coletânea com o que de pior eu ouvi ao longo de 2021. Dessa vez, além de falar das bombas radioativas do asian pop, incluirei também algumas porcarias do pop ocidental.

Se lista de “melhores trecos” já são bastante subjetivas, as de “piores troços” então são de arrancar cabelos alheios, o que torna tudo ainda mais divertido. Abaixo, entraram aquelas faixas que ouvi e minhas opiniões variaram entre “huh, esse act lançando isso aqui?” ou “nossa, que vontade de arrancar meus tímpanos.” O que quer dizer que algumas delas nem são ruins ruins, só, ahn, fracas por x motivos ao serem executadas por y artistas, sendo um pecado por existirem da forma que existiram. As outras são só um cocô sonoro mesmo. Aah, e atenção pro “que ouvi” em vermelho ali atrás, pois não faz o menor sentido querer falar mal de bagulhos feitos por gente que sequer me importo com a existência (basicamente, 80% da corja de boygroups da atualidade).

Pormenores introdutórios introduzidos, vamos falar mal de BLACKPINK pra já atrair a atenção da garotada e bombar de views

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