Queendom: comentários sobre Viviz cantando WJSN, Kep1er cantando Brave Girls e Hyolyn cantando Loona

Saiu hoje o quarto episódio da segunda temporada do Queendom, que traz a segunda parte da segunda rodada do programa, onde as participantes refazem aos seus modos músicas das concorrentes.

Os comentários da primeira parte estão aqui. Agora, vamos aos da segunda…

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Queendom: comentários sobre WJSN cantando GFRIEND, Loona cantando Sistar e Brave Girls cantando Kep1er

Foi ao ar hoje o terceiro episódio da segunda temporada do Queendom. Nele, começa aquela etapa onde elas cantam as músicas umas das outras, reimaginando os instrumentais e vocais para que façam sentido dentro de seus próprios estilos.

Nessa primeira parte da rodada, rolaram apresentações do WJSN cantando GFRIEND, do Loona cantando Sistar e do Brave Girls cantando Kep1er. E como eu assisti ao vivo e já tá tudo no YouTube, fiquem com meus comentários.

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Time machine: a vez que o Sistar só quis colocar todo mundo pra rebolar em “Shake It” (2015)

Tá rolando a segunda temporada do Queendom e meio que não tinha o que comentar dessa primeira rodada, onde as participantes escolhem suas canções assinaturas e repaginam elas pruma performance de abertura. São as minas cantando suas faixas em versões não melhores que as originais, num palco grande demais e com muita coisa pra olhar.

Já sobre a segunda rodada, que é quando as participantes trocam figurinhas e cada uma canta a música de outra, aí deve rolar mais pano pra manga. O que meio que já começou, com a Hyolyn, que está muito gostosa em 2022, decidindo que o Loona e ela performariam entre si. Ela vai ficar com “So What” (que agora eu aceito calmamente, mas à época detonei aqui no blog) e Kim Lip com as outras farão uma versão oitentista pra Shake It, do Sistar, que até já vazou um pedaço dias atrás.

A recepção para “Shake It” na voz das Endividadas do Mês foi meio… negativa por parte da fanbase? E isso me fez lembrar que, por sabe-se lá qual motivo, tem uma galera que meio que não engole “Shake It” desde o lançamento, o que é um disparate, pois esse é um dos grandes jams de verão delas…

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PLAYLIST: janeiro e fevereiro de 2022

O ano está indo no K-Pop, J-Pop e adjacências. Eu, no entanto, permaneço de “férias” do blog por enquanto, acompanhando mais ou menos de longe os lançamentos. Já saiu bastante coisa boa que não comentei por aqui. Então, vamos aproveitar o feriadão de carnaval, o fato de hoje ser o último dia do mês e eu ter tirado disposição sei lá de onde nesse calor pra mexer na aparência do blog para soltar a primeira playlist de 2022, contendo trecos lançados em fevereiro, janeiro e umas raspas do tacho que rolaram bem no finalzinho de 2021.

O que entrou é o que eu tenho ouvido e gostado. O que não entrou é porque ou não ouvi ou ouvi e não gostei (tipo STAYC e Apink). Já sigam lá no Spotify e vamos aos pitacos faixa a faixa…

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As músicas mais pau mole de 2021

Fim de ano em blogzinhos da blogosfera fundo de quintal é época de intermináveis listas compilando os mais sei o que lá de tal período de 12 meses. Vários colegas já começaram seus listões com o que de melhor rolou, eu mesmo pretendo começar o meu no natal, mas como um “esquenta”, quis trazer antes uma coletânea com o que de pior eu ouvi ao longo de 2021. Dessa vez, além de falar das bombas radioativas do asian pop, incluirei também algumas porcarias do pop ocidental.

Se lista de “melhores trecos” já são bastante subjetivas, as de “piores troços” então são de arrancar cabelos alheios, o que torna tudo ainda mais divertido. Abaixo, entraram aquelas faixas que ouvi e minhas opiniões variaram entre “huh, esse act lançando isso aqui?” ou “nossa, que vontade de arrancar meus tímpanos.” O que quer dizer que algumas delas nem são ruins ruins, só, ahn, fracas por x motivos ao serem executadas por y artistas, sendo um pecado por existirem da forma que existiram. As outras são só um cocô sonoro mesmo. Aah, e atenção pro “que ouvi” em vermelho ali atrás, pois não faz o menor sentido querer falar mal de bagulhos feitos por gente que sequer me importo com a existência (basicamente, 80% da corja de boygroups da atualidade).

Pormenores introdutórios introduzidos, vamos falar mal de BLACKPINK pra já atrair a atenção da garotada e bombar de views

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