O Wednesday Campanella é um dos meus acts japoneses prediletos da década passada pra cá. Eu adoro que eles brincam com vários estilos diferentes da música eletrônica e sempre deixam essas variações bem com a cara do grupo.
Mas um negócio que eu nunca tinha parado pra pensar até hoje com o lançamento de Scipio é que eles, pelo menos em singles ou nos álbuns que eu ouço com mais frequência, nunca tinham brincado com o para-para, esse estilo eletrônico tipicamente japonês de colocar o bpm lá no alto, que era muito feito nos anos 90.
Olá, pessoal. Hoje é dia 18 de abril, meu aniversário! E todo ano nessa data eu gosto de fazer um post especial em comemoração não só ao fato de eu ter sobrevivido mais um ano, mas também em celebração a esse blog, que também completa mais uma primavera nessa semana.
Para 2026, resolvi recordar uma música de quase uma década atrás, do meu segundo ano como blogueiro independente de fundo do quintal, que eu adorei à época e segue como um dos temas da minha vida sempre que chega nessa data: B-Day, da Lucy…
Tenho uma certa predileção pela Yena por ela ser uma ex-IZ*ONE e eu (lowkey) meio que gostar muito mais das ex-IZ*ONEs depois que o grupo morreu do que gostava quando ele estava vivo. E aí tem um plus de a Yena, aparentemente, ter esse fogo no olhar em ser mais quirky e alinhada ao que era o pop asiático de quando ela era criança e eu adolescente, onde o K-Pop tava ali juntinho das peripécias do J-Pop.
Tempos atrás, ela soltou “NEMONEMO”, que eu literalmente ouço até hoje, e é bem “vejam só o que as gatinhas aprontavam no Japão no começo dos anos 2010”. O debut dela com “Smiley” já era nessa onda, ganhando até versão nipônica em feat. com a Chanmina. Aí no final do ano passado ela literalmente colaborou com a Hatsune Miku em “STAR!”, solidificando ainda mais esse direcionamento.
Isso posto, eu secretamente vinha aguardando ela começar a aplicar essa ideia para o que era o mundinho coreano daquela época. E ISSO VEIO! Vocês já ouviram bastante, mas ouçam Catch Catch novamente…
O KATSEYE tem sido bem presente aqui em casa nos últimos tempos. Assisti ao show do grupo no Lollapalloza aqui do Brasil pela TV, vi também a apresentação no Coachella nesse fim de semana, e calhou do YouTube meter pra mim um vídeo de um canal gringo dando uma resumida nas tretas todas envolvendo a integrante de schrödinger delas, Manon, então estou bem versado no que esse grupo horrível da HYBE tem feito.
Então, bora aproveitar a música mais recente delas, Pinky Up, para dar uma passada nisso tudo…
Esses dias, estava lembrando de 2018, quando coloquei a MÁGICA Anna Wintour, da Azealia Banks, como maior música ocidental daquele ano. À época, a Zezé já era persona non grata em todo e qualquer lugar no mundo e havia atacado toda e qualquer minoria. Será que em 2026 farei o mesmo com Who Is She, do KISS OF LIFE?