10 grandes disband anthems (não oficiais) para provar que términos não precisam, necessariamente, ser tristes

Recentemente, o colega Palpites Alheios começou um listão com algumas músicas “de disband”, mas que não são tão de disband assim. Eu achei a ideia ótima, então vou roubar.

Ocorre que, de uns anos para cá, tem sido bem comum o advento “pouco idol” de grupos disbandarem sem muito aviso prévio e sem uma preparação adequada para isso. Acho isso pouco idol, pois estou acostumado com o Japão criando imensas narrativas de adeus para que tanto integrantes (caso do Morning Musume e do AKB48) quanto grupos inteiros (caso do E-Girls) “se graduem”, envolvendo singles especiais, compilações, até turnês.

No K-Pop, o Sistar fez isso e o Mamamoo vem fazendo aos poucos. Mas trocentos outros grupos têm ignorado esse ritual idol. Ou por morrerem/serem mortos de uma hora para outra, ou por simplesmente morarem num vácuo onde não são mais trabalhados por suas gravadoras, mas o anúncio de disband nunca ter acontecido oficialmente. E isso tem gerado um fenômeno bem interessante de observar: o das músicas “finais” que não foram planejadas para isso, mas acabam ganhando um significado maior JUSTAMENTE por esse acidente.

Posto isso, resolvi também listar aqui, sem nenhuma ordem específica, quais os meus xx disband anthems não oficiais prediletos. Porque encerrar os trabalhos com grandes pancadões, por vezes, pode ser até melhor que baladinhas sentimentais…

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Kahi e parte do After School querem reviver “Diva” e “Bang!” no MMTG

Tem esse programa chamado MMTG, que é feito pela SBS exclusivamente para o YouTube, que tem recebido atenção de capopeiros da velha guarda de uns tempos para cá, pois eles têm investido numa de revisitar canções antigas de grupos que não fizeram muito sucesso à época de seus lançamentos (ou pelo menos não tanto sucesso quanto outros singles desses mesmos acts), mas que, caso soltas hoje, poderiam render bem mais.

A grande notícia recente relacionada ao programa é que eles receberam parte do After School num dos últimos episódios. As duas partes estão com legendas em inglês, então, se vocês tiverem em dia com o Duolingo e tiverem interesse, aqui estão elas:

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Meus 10 videoclipes prediletos do asian pop!

Dias atrás, o Dougie soltou um post elencando os 10 videoclipes prediletos dele dentro do asian pop. A ideia é ótima, então resolvi copiar. 😀

Só não imaginava que escolher só 10 fosse ser uma tarefa tão ingrata. Pra isso, usei o seguinte critério: como o YouTube é o meu principal player de música online, pensei aqui em quais vídeos, quando apareciam no aleatório, costumam que fazer parar o que estou fazendo em primeiro plano e ir assistir até o fim. Aí reduzi pros que eu acho mais melhores de bom e, pum, temos a lista. Aqui vai ela…

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Guarnições #03: a sexta-feira 13 da Jolin, a luz da lua do AFTERSCHOOL e mais

Meio chocado que vocês realmente gostaram dessa pataquada, estão dando views e ainda pedindo o retorno de outras colunas (aquele post comparando a “Fancy” do Twice com a da Iggy Azalea foi aleatoriamente muito visitado essa semana, wtf).

“Guarnições” é um termo almofadinha da gastronomia para os famigerados e adoráveis acompanhamentos dos pratos: não são o principal do consumo, não é por eles que o dinheiro é colocado, mas caso bem montados, acabam fazendo toda a diferença na degustação final. No mundo do asian pop, isso se reflete nas album tracks e b-sides de lançamentos.

Nessa coluna, a proposta é, sem muito critério além de “eu gostar”, panfletar algumas dessas faixas que não foram trabalhadas como single ou title, mas que seguem valendo a audição conforme os anos foram passando. Essa semana tem de tudo: MandoPop, grupo de K-Pop lançando treco no J-Pop, J-Pop sendo J-Pop e K-Pop sendo K-Pop.

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“Wanna Be Myself”, do Mamamoo, e outros CFs icônicos do K-Pop

Mamamoo saiu da toca recentemente com Wanna Be Myself. Esse é o primeiro retorno do grupo completo em um MV após atingirem um novo patamar de popularidade ano passado com o Queendom e a title “Hip!” (que eu meio que tinha dado uma cagadinha à época do lançamento, mas acabou se convertendo em um dos meus singles prediletos do grupo em todos os tempos) e de uma porção de releases solo com níveis variados de sucesso.

A música é uma graça, sendo o número disco que o Mamamoo não chegou a lançar em início de carreira (acho que foi uma das poucas referências retrôs que elas não exploraram anos atrás), mas que também fica em casa com a retomada moderna que o gênero vem sofrendo em 2020.

Ela está sendo usada como CF para uma grife de roupas que eu nunca ouvi falar, o que me remete a uma época ilustre no K-Pop onde empresas e produtores realmente se esforçavam em comerciais do tipo, capitalizando em cima de marcas com demos que, honestamente, poderiam ser utilizadas como comebacks normais desses acts.

Dito isso, separei abaixo uma listinha com 7 dos meus CFs favoritos, pois relembrar é viver e rebolar a bunda num comercial tailandês de moto é sempre uma boa pedida para um sábado a tarde.

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