MINI-ALBUM REVIEW | Jisoo – Amortage (2025)

Dando segmento aos comentários de álbuns solos das integrantes do BLACKPINK, é a vez da Jisoo, enfim, mostrar o que ela representa como artista em meio, não só às outras do grupo, mas também do cenário do pop mainstream num geral.

Sem introduções muito longas, vamos ao Amortage…

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Em “Attitude”, IVE se redime e solta uma das grandes músicas desse início de ano

Essa semana tem sido bem, huh, “ocupada” aqui em off com uma porção de coisas chatas que eu tenho tido que resolver, e aí chega no final do dia e já estou cansado demais para fazer qualquer coisa que eu gostaria de fazer na frente do computador. Mas vou fazer um esforço pessoal aqui em lutar contra essa maré da vida adulta e tentar colocar as coisas aqui no blog em dia.

Enfim, tempos atrás, o IVE voltou com Rebel Heart, que eu achei péssima, aí falei que era péssima aqui no blog, e isso tiltou a cabeça da Amanda Amino, leitora e comentarista já de tempos aqui do Miojo, que soltou uma sequência hilária de comentários no próprio post (que agora estão na pasta de spam, foi mal, Amanda, mas acho que o WordPress faz isso automaticamente?).

Pois chamem a Amanda Amino de volta e digam pra ela que eu não odeio o IVE, já que no finzinho do mês passado elas soltaram o que deve ser o grande bop desse meu começo de 2025 aqui em casa, Attitude

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ALBUM REVIEW | Rosé – Rosie (2024)

O calendário de lançamentos das meninas do BLACKPINK está bem agitado, com discos solos da Jisoo, da Lisa e da Jennie pros próximos tempos. Eu tenho resenha dos dois LPs do grupo aqui no blog, então quero também escrever sobre esses trabalhos “pós-YG” delas.

Mas para isso, acho que preciso voltar um pouco e passar pelo que a Rosé, a primeira do quarteto, fez em seu álbum, Rosie, no finzinho do ano passado. Não é exatamente o tipo de coisa que eu gosto musicalmente, por isso mesmo eu deixei passar à época (e spoiler: eu detestei o álbum), mas há muito o que conversar aqui em termos de como construir uma persona solo com uma identidade musical coesa do início ao fim.

Enfim, vamos lá…

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Jennie chama um tal de Dominic Fike (quem?) para “Love Hangover”, que eu já tinha esquecido como é

Aproveitando que ontem eu fiz um post falando mal do run de lançamentos que somem da memória das meninas do BLACKPINK fora da YG Entertainment enquanto comentava Born Again, da Lisa, deixem eu seguir no embalo e comentar Love Hangover, da Jennie:

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Lisa chama RAYE e uma outra aí para a sombria e enigmática “Born Again”

O lançamento do primeiro álbum de estúdio da Lisa após meter o pé da YG (mas só como solista mesmo, porque aparentemente o BLACKPINK como grupo continua existindo e continua por lá) está perigosamente perto de ser lançado.

E para trazer ainda mais atenção para o “Alter Ego”, a tailandesa que não pode ser confundida com esse esgoto que é o K-Pop, hein, chamou a fantástica, a gostosa, a talentosíssima, a enfim tão reverenciada quanto já deveria ser há tantos anos, RAYE, e a Doja Cat, como feats em Born Again.

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