As 10 melhores músicas ocidentais… da década!

Dias atrás, a Rita Ora estava para fazer um show (HORRÍVEL, fiquei abismado) no Rock In Rio, aí um fã dela compartilhou no Twitter que a plateia ia se emocionar (não se emocionou, porque o show foi HORRÍVEL) ouvindo a excelente “Anywhere”. Nisso, me lembrei que “Anywhere” é uma das minhas músicas pop ocidentais prediletas da década passada e que ela aparecia bem alto no rascunho de lista que eu estava fazendo em 2020 elencando as 100 melhores lançadas no ocidente entre 2010 e 2019.

Calhou de a lista não ir pra frente por motivos que nem lembro mais, mas decidi resgatar essas minhas favoritas desse lado do globo e montar um top 10 de respeito porque… sim. Duas anotações antes de começarmos a lista. A primeira é que, pra efeito de funil, eu só considerei mesmo faixas que estão nesse espectro “pop”. Minha música favorita da última década DE VERDADE é I Sat By The Ocean, um rockzão-vapor-de-virilha do Queens of the Stone Age. Mas quem diabos se importa com rock nesse blog?

A segunda é que, ao fechar a lista, eu me dei conta de que a minha faixa brasileira preferida desse período não estava no top 10. E eu meio que prefiro as do top 10 (e umas outras três ou quatro internacionais) antes dela, então não tiraria vaga de nenhuma para incluir como cota nacional. Isso posto, ela vale uma menção honrosa gostosona…

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BTS consegue deixar até Charlie Puth broxante

Charlie Puth deve ser o meu cantor pop atual predileto aqui do ocidente. Ele começou a carreira naquele rap tenebroso do Velozes e Furiosos, depois, aparentemente, a gravadora tentou empurrar nele uma imagem de “namoradinho da América”, que foi corroborada pelo namoro dele com a Meghan Trainor, que ele mesmo já disse ter odiado, porque ele ainda era um iniciante e as músicas eram todas, da falta de um termo melhor, “estéreis” demais.

Mas aí ele cresceu e resolveu dar uma de Wonho, não só por ter passado um tempo puxando ferro, mas por adicionar nas músicas de nos clipes um ar mais sexual que fez muito bem pro som dele. É como se ele, pouco a pouco, estivesse evoluindo para se tornar o Prince dessa geração. Porque vários dos singles dele me passam uma impressão de que a piroca dele é enorme.

Rolão grande, grosso, veiúdo, que ele usa bastante. A gente olha pra ele nas músicas e pensa “Porra, esse aí fez sexo pra caralho! Fez na cama, no sofá, do chuveiro, na banheira, dentro do carro. Meteu demais! Deve ter acabado uma caixa de camisinha numa noite só. Os vizinhos devem ter chamado a polícia preocupados com os gritos. As garotas devem sair de cadeira de rodas.”

Ouçam “Done For Me”, que é minha música de cantor favorita da década passada, e digam se não tenho razão:

Ele tem várias boas assim. E que, como eu disse, passam a impressão de que ele é muito comedor, que ele chega na sala e as calcinhas voam. É assim em Mother, com ele falando que é bom que a mãe da menina não saiba o que eles fazem ou ela ficaria chocada. Na acústica We Don’t Talk Anymore e na alternê I Warned Myself ele vende o mesmo “triste com T” que os girlgroups faziam em parceria com o Brave Brothers tempos atrás. Em GirlfriendLight Switch, ele entrega o mesmo arquétipo de cara que eu: o que conquista por ser atrapalhado e engraçado. E a lista segue.

Aí o babaca foi lá e chamou o Jung Kook, do time B do BTS, prum feat. pra surfar em cima do sucesso do grupo e o resultado é isso aqui:

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29 músicas para comemorar 29 anos!

Duas datas para eu comemorar: dias atrás, o wordpress avisou que o blog completou 3 anos de existência, e hoje, dia 18, faço 29 aninhos – idade em que o Bruno se aposentou da vida de blogueiro de asian pop. Será que é agora?

Não sou tanto de celebrar ou fazer muito alarde sobre aniversários, mas os dois últimos anos com a pandemia foram bem difíceis, enquanto 2019 foi ainda pior por outros motivos, então é a primeira vez em muito tempo onde as coisas estão realmente legais e comemoráveis por aqui.

Posto isso, resolvi fazer um postzão indicando VINTE E NOVE (talvez eu devesse ter esperado até o ano que vem, aí ficaria um número redondo) faixas nota 10 de 10, excepcionais, maravilhosas, divertidas, que de alguma forma fazem parte de um panteão de grandes músicas da minha vida e meio que ilustram a minha personalidade como ouvinte nessas quase (ênfase nesse quase) três décadas de vida.

Tentei elencar elas de acordo com períodos da minha vida que tenho memória. Muita coisa, claro, não é do asian pop, mas abramos uma exceção dessa vez. Se gostarem de alguma, ou caso queiram compartilhar suas próprias músicas que marcaram seus próprios períodos da vida, deixem nos comentários.

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As 10 piores músicas ocidentais da década de 2010

Olá, crianças! O blog segue “de férias” oficialmente e deve continuar assim até o meio de abril, já que vários professores marcaram avaliações pras próximas semanas na faculdade e blá blá blá vida adulta. Contudo, quis aproveitar esse fim de semana pra trazer um off topic que eu tinha começado a escrever ainda no ano passado e quis resgatar agora, já que algum vizinho filho da puta deve ter assistido “Crepúsculo” recentemente e tem tocado Christina Perri todas as manhãs: um top 10 com as piores músicas da última década do lado de cá do globo.

As regras são as mesmas que uso para esses listões negativos do pop asiático, sendo as mais cocozentas entre as mais cocozentas na minha opinião, só que transportando isso pra lançamentos que não são do K-Pop, J-Pop, MandoPop, etc. Quase tudo é de gente branca, exceto pelo Bruno Mars e pela Alicia Keys. Mas a música do Bruno Mars que coloquei é bem música de branco que poderia ter sido lançada pelo Ed Sheeran, então, írra, vamos lá!

Ah, não está em nenhuma ordem específica. Todas são um assombro sonoro em igual perturbação.

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