Como eu disse, toda geração tem a trindade de girlgroups dominantes dela. Na segunda, tivemos Kara, Wonder Girls e Girls’ Generation. Na terceira, Twice, BLACKPINK e Red Velvet. Na atual, quem mandam são NewJeans, IVE e LE SSERAFIM. Enquanto NewJeans está com comeback para breve e LE SSERAFIM resolveu migrar para o ramo de terapia do sono, coube ao IVE servir os bops desse início de ano.
Vocês já ouviram, mas ouçam HEYA e Accentio novamente para depois lerem eu deitando pra essas faixas…
Toda geração tem a trindade de girlgroups dominantes dela. Na segunda, tivemos Kara, Wonder Girls e Girls’ Generation. Na terceira, Twice, BLACKPINK e Red Velvet. Na atual, quem mandam são NewJeans, IVE e LE SSERAFIM. Enquanto NewJeans está com comeback para breve e IVE entregou duas músicas excelentes esses dias (já falo disso), as serafinas decepcionaram bastante nesse começo de ano.
E nem estou falando da apresentação vergonhosa do Coachella, sim de Easy e Smart, dois troços sonolentos que quase me fizeram desmaiar enquanto os ouvia novamente para confeccionar esse post…
Enquanto eu meio que me decepcionei com a direção criativa que o Loossemble tem tido em relação a seus MVs e “lore” num todo (embora adore as músicas), as coisas vão por outro caminho com o ARTMS, as ex-loonas que ficaram na asa do Jaden e estão numa punhetação que já durou demais pra esse debut. Não é um caminho totalmente oposto, já que eu tenho curtido as músicas delas, mas é meio óbvio quem saiu ganhando em questão de estética quando vemos o clipe de Birth.
Vocês já viram, eu já vi, um monte de gente já reagiu, acho que o hype até já passou, mas vamos lá comentar…
Enquanto o Jaden fica em uma masturbação eterna com o debut “oficial” do ARTMS (já falo delas, se acalmem), o outro time de ex-loonas (as menos prestigiadas por ele) já estão em seu primeiro comeback. Eu tenho um amorzinho especial pelo Loossemblepor causa da Pirralha do Sapo por o grupo me soar como as azaronas do rolê, que acabaram não chamando tanta atenção assim no mar de meninas que era o Loona, mas ainda assim entregarem coisas muito legais.
Girls’ Night é outro musicão vindo delas. Então, huh, vamos lá comigo tecendo uma porção de elogios por vários parágrafos…
Informação aleatória que provavelmente chocará parte da audiência restante desse blog que mal posta: eu gosto de Batter Up. Embora eu estivesse mentalmente prejudicado por conta do baixo desempenho do Botafogo no Brasileirão à época desse debut, e embora eu siga achando que um grupo da YG como o BABYMONSTER no cenário atual do K-Pop não tem mais qualquer relevância, já que um monte de girlgroups fez e faz esse mesmo conceito sem tirar nem por, “Batter Up” é uma Faixa Teddy™ (que nem é do Teddy) redondinha.
A atitude está lá, os versos de rap são bons, o refrão poderia ter mais palavras, mas até que diverte. E tem o clássico drop-bate-cabelo™ do final. Um monte de músicas do 2NE1 e do BLACKPINK já fizeram isso melhor, mas ainda assim me agrada.
Aqui entre nós, esses drops sempre dão uma cara mais única para essas faixas, destacam elas da manada. Aí pro comeback “valendo” delas (porque ninguém lembra dessa merda aqui, convenhamos), os produtores resolveram… se livrar do drop-bate-cabelo™ e meter um drop… triste? Eu genuinamente não entendi, mas achei SHEESH um cocô nojento, que parece cagado por um cachorro com algum problema de vermes no estômago, tão fedorento, mole e cheio de bichos que é.