Pacote japa (26/07): AiNA THE END, Sheena Ringo, Wednesday Campanella e mais

Vamos aproveitar o sábado para dar uma olhada no que de mais quente saiu no Japão nas últimas semanas. Geralmente, eu coloco só cinco lançamentos a cada pacote japa, pois vocês são uns preguiçosos e não clicam nos vídeos se tiverem vários, mas como já tem um pouco mais de um mês que não faço um, e como parece que a maioria dos acts de lá que eu acompanho resolveu aproveitar o começo do verão para fazer comeback, vou tirar o limite dessa vez.

Ainda assim, saiu coisa demais nesse meio tempo, então vou dividir os comentários em mais de um post. Mais pra frente, comento o resto. Bora…

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Yves segue como a gatinha mais alternativa que você ouvirá no K-Pop em “White Cat”

Por incrível que pareça, a Yves segue lançando músicas com a PAIX PER MIL, e ainda dentro dessa persona mais alternativa que ela adotou no primeiro lançamento dela por lá. Eu jurava que em algum momento ela iria mais pro popzão das massas (lê-se: imitar o NewJeans) para tentar acontecer de verdade, mas ela segue à risca sua proposta nesse que já é seu segundo comeback.

White Cat tá legal, então ouçam aí…

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Jolin Tsai nos leva de volta para as pistas nas babilônicas “Pleasure” e “DIY”

Amanhã (25), a Jolin Tsai lança seu décimo quinto (!) álbum de estúdio, Pleasure. Esse é seu primeiro trabalho fechado desde o “Ugly Beauty”, que saiu em 2018 (!!). Eu ainda fico meio pasmo que já faz isso tudo de tempo. De lá pra cá, eu comecei e terminei uma segunda faculdade, matei e iniciei outro blog, o planeta passou por uma pandemia, a Coreia do Sul desovou umas dezenove imitações do Produce 101, e nada de coisa nova da Jolin. Até agora!

Meio que passei incólume dos dois singles que ela soltou nos últimos meses para promover o vindouro LP (eu real só descobri que ela tinha voltado ao jogo no post de melhores do primeiro semestre do Dougie), então vamos aproveitar que a delícia sai amanhã e fazer um “esquenta” aqui enfim comentando a faixa título e DIY

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ALBUM REVIEW | 9MUSES – Prima Donna (2013)

Para a galera que já passou dos 25 (ou dos 30, cof cof) e viveu o auge da segunda geração do K-Pop, o time de produção Sweetune certamente foi um dos nomes que mais empolgavam quando estavam associados aos lançamentos de acts dessa época. O grupo de produtores/compositores debaixo do guarda-chuva da dupla Han Jae-ho e Kim Seung-soo foi responsável por grandes faixas de nomes como KARA, Rainbow, Infinite, Boyfriend, Spica, e por bops de gerações posteriores, de grupos tipo Lovelyz, Romeo, Stellar, Snuper. E caso coloquemos os times de produção que saíram da equipe gerenciada pelo Sweetune que fizeram seus próprios nomes, como o trio MonoTree e o grupo OnePiece, a lista fica ainda maior.

As músicas assinadas pelo Sweetune eram diferentes entre si, mas sempre tiveram uma assinatura em comum extremamente marcante: o drama. Seja brincando com discosynthpop ou elementos do R&B, o ponto mais destacável nelas é o quão propositalmente exageradas, sentimentais, passionais elas eram nos instrumentais e letras. Sabem a mania atual no K-Pop que alguns produtores têm de deixarem as faixas o mais simples, “não desgostáveis” e inespecíficas desse easy listening? É o contrário. É para ser impactante, é pra mexer com a cabeça de alguma forma.

Pois bem, em 2013, o Sweetune produziu um álbum inteirinho para outro dos grupos com quem o time sempre colaborou, o 9MUSES. Há acertos que mudam vidas e alguns desperdícios dentro do Prima Donna, mas o titio Lunei aqui garante para vocês que, ao escutarem ele, vocês entenderão o quão legal e mais interessante que muita coisa essa cena já foi um dia. Porque para além de tudo, o “Prima Donna” é um álbum que quer soar como álbum…

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ALBUM REVIEW | Girls’ Generation – I Got a Boy (2013)

Vendo agora com distanciamento, 2013 foi um ano interessante da timeline do Girls’ Generation. Ali, elas já carregavam o status de grupinho da nação com uma sequência de lançamentos extremamente bem sucedidos entre o final da década anterior e o início daquela, sendo “veteranas” na cena (6 anos de existência), mas ainda davam sinais de que teriam muita lenha para queimar. Em paralelo, no Japão, elas também já haviam feito seu nome com lançamentos também muito bem sucedidos (falo disso ainda essa semana), alimentando a onda hallyu na ilha vizinha antes do primeiro fechamento que ocorreria em breve.

E quando temos em mente que, já no ano seguinte, rolaria todo o lance da demissão confusa e até hoje conturbada da Jessica, e que o grupo entraria numa nova fase dali em diante pós-sete anos de contrato, as coisas ficam ainda mais curiosas. E aí, o I Got a Boy hoje me soa como uma espécie de “início do fim” não só desse primeiro SNSD, mas do que reconheceríamos depois como a segunda geração do K-Pop.

Já estou elaborando demais para uma introdução, então vamos pro review em si logo…

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