As esquecidas no churrasco de 2015 (feat. Blogosfera Fundo de Quintal)

Oie. Se nada der errado, a partir da terça-feira eu começo a postar o top 100 com as melhores faixas do asian pop de 2015. O “problema” é que esse foi um ano bem forte em lançamentos lá do outro lado do mundo. E aí, consequentemente, uma porção de músicas muito bacanas de acts bem grandes ficaram de fora na peneira.

Para selecionar quais faixas devem ou não entrar nesse tipo de ranking throwback, eu tenho usado, do ano passado para cá, o quanto tais canções sobreviveram em minhas playlists diárias. Sejamos francos: de nada adianta sabermos que tal faixa é melhor, mais bem feita, mais importante, famosa e bem sucedida que tal outra faixa se, no dia a dia, nem damos bola para ela de verdade. Nisso aí, sobraram nove capopes icônicos que até bateriam ponto pela qualidade, mas praticamente não escuto hoje em dia (ou, pelo menos, não tanto quanto as 101 100 que entraram no top).

Para aproveitar a ocasião, convidei meus coleguinhas da Blogosfera Fundo de Quintal para dar pitacos sobre tais gems que morreram na praia. Qual música cada um escolheu? Por que eu tive a pachorra de não incluir essas mas dar biscoito para Jay Park e Dean no corte final? Por que ninguém quis falar de “So Crazy”, do T-ara? Essas e outras perguntas talvez sejam respondidas clicando abaixo no continuar lendo…

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Guarnições #01: garotas topzeiras, explosões de cerejas na praia e mais na primeira edição da nova coluna do Miojo Pop!!1!

Oê! Então, pessoal, como parte de um novo “direcionamento” (pfff) que quero a aplicar ao blog a partir desse ano (que se resume em “falar mais do passado do que já falo antes”, não achem que é tão sério assim), começo agora um novo quadro semanal (hahaha, nem eu acredito nisso) no Miojo Pop, o “Guarnições” (termo gastronômico almofadinha para… “acompanhamentos”).

Sem muita enrolação, a ideia é que, todo sábado, eu traga para vocês um punhado de faixas que não foram trabalhadas como singles ou titles dentro do asian pop, vindas de diferentes países, artistas, acts, gêneros e por aí vai, que acho que são muito bacanas e quero falar sobre, mas também não acredito que rendam texto o bastante para posts próprios em Time Machines (que também quero deixar como quadro semanal, mas só mais pra frente) e afins.

Os únicos critérios são elas serem b-sides ou album tracks, eu gostar bastante de ouvir e querer panfletar. Independem da época que saíram, dos artistas e de todo o resto.

Isso posto, vamos às escolhidas dessa semana. Dois capopes e dois jotapopes:

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2016 [25-11]

Penúltima parte desse ranking. O que quer dizer que, hoje, rola aquele clichê de listas de melhores do ano da blogosfera fundo de quintal, onde são várias e várias as gemas intocáveis, lacradoras, fadas de cristal, donas de nossos furicos, destruidoras de nações inteiras e salvadoras do pop, mas que, por pura subjetividade desse belo rapaz que vos escreve, acabaram ficando fora das 10 mais.

Uma porção de fan favorites rodam abaixo. Será que a sua SOTY aparece aqui? É clicar e conferir…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2016 [40-26]

E agora, nos aproximamos do final desse listão. Com só 40 músicas restantes, esse ranking enfim começa a se levar a sério (pffff) e elencar as posições, de fato, com o quão uma é melhor que a outra e blá blá blá vocês já sabem disso.

Sem mais delongas, hora de matar algumas fan favourites, incluindo o K-Pop of the year do falecido Asian Mixtape a SOTY do finado Why, Dougie. Da trinca de blogs-velha-guarda rivais do Esquadrão Lunático que já passaram dessa pruma melhor, quem fica de fora é o Asia On Fire, mas aí a culpa é do Sowon Xiita que escolheu essa palhaçada aqui como a melhor música de 2016. Porra, Sowon… :V

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2016 [100-86]

E veio aí de verdade! Não, não era lenda. Eu enfim começarei esse top 2016, tão prometido e comentado há tanto tempo, mas que fui empurrando com a barriga por preguiça. A partir de hoje, pelas próximas semanas de agosto, recobrarei esse ranking com os maiores lançamentos de quatro anos atrás, originalmente postado lá no outro blog. Claro, com algumas atualizações, pois o tempo passa e nossas opiniões vão se modificando.

2016 foi um ano bem… atípico para o pop asiático. A partir dele, uma porção de acts sul-coreanos decidiram, na falta de um termo melhor, se levar a sério demais nisso de “conceito” e em produzir material para que as fanbases se digladiarem em interpretações através de poucos segundos de MVs ou letras quaisquer. Nessa, o K-Pop perdeu parte daquela aura “trash” que atraiu muita gente no início da década, como se a Coreia do Sul fosse um grande depósito de pancadões pop derivativos maravilhosos que os EUA já não conseguiam mais ser, justamente por se venderem como algo “a mais” do que eram.

Em paralelo a isso, na ilha vizinha, todo mundo resolveu aparecer. Utada voltou da aposentadoria com seu melhor álbum em todos os tempos, outras j-véias foram pra cima com singles também muito fortes e uma campada do novos acts pirados da cabeça fizeram de tudo para se sobressair. Bom para mim e para outros fãs de J-Pop. Em reflexo, essa foi a lista mais desnivelada para o lado nipônico que já fiz: serão 2 representantes do MandoPop, 46 do K-Pop e CINQUENTA E DUAS do J-Pop. Se preparem para suas favoritas nem aparecendo enquanto REOL ou Wednesday Campanella comem várias e várias posições com album tracks emblemáticas.

MARAVILHOSAS REGRAS

O top é meu, baseado única e exclusivamente em minha opinião, minha subjetividade. Então, coisas como charts, vendas, popularidade e relevância pra o meio em nada influenciam isso;

Meu maior critério de escolha, na real, é o quanto as faixas duram em minhas playlists diárias. Quanto mais ouço, mais alto ela aparece. Mesmo que eu considere uma música “melhor” que outra em questões técnicas (exemplo aqui, reveluvs), se eu ouvi pouco conforme os anos passaram, tchau;

Vocês têm todo o direito de discordar das minhas opiniões e até sugerir outras melhores para as posições ocupadas, mas saibam que estarão errados, pois meu gosto musical é perfeito. Bjokas.

Sem mais enrolações, vamos ao primeiro corte, com Jennie e as outras já morrendo na última posição…

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