O aespa, possivelmente, é o “grupo do ano” no K-Pop. Com o sucesso babilônico de Supernova, o quarteto, a essa altura do campeonato, crava seu nome como o principal act dessa geração, que eu já nem sei mais se é a quarta ou a quinta, pois estou velho e cansado demais para brigar com adolescentes irritados na internet. Capaz de, ano que vem, começarem a falar que já estamos na sexta geração do K-Pop sem critério nenhum, apenas porque virou o ano, tal como o Hello! Project passou a nomear o Morning Musume com um ‘ANO VIGENTE apenas porque sim.
Enfim.
O que quero dizer é que o aespa chegou lá. Depois de apanharem muito por conta da palhaçada toda envolvendo kwangya, de boatos de que a SM já estaria para debutar um novo girlgroup, de basicamente virarem um grupo de covers da gravadora, de quase me assassinarem com Next Level, elas deram um jeito de acertar direitinho essa proposta mais eletrônica apocalíptica e, agora, são um dos nomes do K-Pop que mais aguardo quando sei que vai rolar um comeback. E a galera da Coreia do Sul TAMBÉM, com elas hitando um monte de coisa por lá ultimamente. “Supernova” ainda é a música mais ouvida desse ano, não?
Posto isso, após o mini maravilhoso do começo do ano, e o EP de solos delas também muito legal, aqui estamos com Whiplash…