50% de 2024: As 10 melhores músicas do primeiro semestre!

Todo ano, ali entre o final de junho e o começo de julho, eu gosto de trazer um “top 50%”, que reúne o que de melhor saiu no asian pop até então. É um tipo de radiografia do que saiu de mais legal na primeira metade do ano, que serve também como um esquenta para o inevitável top 100 em dezembro. Parte da brincadeira é comparar o que seguiu no top 10 e o que saiu.

Muitas músicas muito boas saíram nos últimos meses, mas só 10 realmente fizeram a minha cabeça de modo inquestionável ao montar esse ranking. As listas de primeiro semestre dos anos de 20202021, 2022 e 2023 estão aí, a de 2024 vem agora, começando com esse bop alternê da Yves que acho que ninguém adivinharia que eu curti tanto…

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Time machine: Quando a Tiffany só quis dançar em “I Just Wanna Dance” (2016)

Hoje, 28 de junho, é comemorado internacionalmente o Dia do Orgulho LGBTQIA+. Viva à nós da sigla, que frequentemente temos nossas vidas atrapalhadas por pessoas de péssima índole, mas calhamos de dar nossos pulos para sermos felizes e nos divertirmos assim mesmo. O mundo evolui, a história anda, e tenho pra mim que, por conta da baixa vontade que a geração mais nova à minha tem de fazer sexo, eventualmente esse povo deixará de se reproduzir e enfim viveremos na ditadura gay.

Bobagens à parte, eu não poderia deixar a data passar em branco. Mas resolvi fazer isso celebrando aqui uma música fora do usual quando pensamos em “hinos gls do asian pop”. Voltemos então para 2016, quando a SM Entertainment resolveu começar a abrir a carteira para atirar pra todo lado com suas gatinhas de girlgroups e ver quem vingaria (só a Taeyeon), com a ICÔNICA Tiffany encarnando Carly Rae Jenpsen na GLORIOSA I Just Wanna Dance. O que isso tem a ver com o dia de hoje? Explicarei…

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Lisa pisa em mim por ter vontade de lecionar japonês em “Rockstar”

Dos eventuais solos do BLACKPINK após saírem da boca de fumo conhecida como porão da YG, o que eu mais aguardava era o da minha prima Lisa. Isso porquê a faixa mais legal entre os solos lançados pelas meninas é a dela (foda-se, Lalisa Lambe ainda é uma farofa maravilhosa, lamento por vocês que não compraram).

Vamos aos fatos: a bicha é babadeira, babilônica, mesopotânica, tem uma atitude hedionda e sempre foi a mais interessante entre as empregadas da Jennie, seja por seu timbre vocal que lembra o de um personagem de desenho animado da Nickelodeon gripado, seja por ter exatos dois metros e quatro centímetros de altura. Então, eu já imaginava que ela seria a com maior propensão para entregar bagulhos crocantes aos meus ouvidos treinados para pescar o prazer em forma de notas musicais (é um talento, que nem conseguir dobrar a língua e chupar bala usando elásticos no aparelho ortodôntico).

Eu só não imaginava que essa ridícula iria me atacar diretamente, mostrando que, diferente de mim, quer seguir com a carreira de professora de japonês. Achei pessoal, então vou xingar ela nos próximos parágrafos. Mas antes, ouçam Rockstar.

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Sunmi lançou “Balloon in Love” e sinto que só se fala em outra coisa

A carreira da Sunmi é bem, ahn, “econômica” em lançamentos. Desde que ela pulou fora da JYP Entertainment, embora seja figurinha carimbada com comebacks basicamente ano a ano, os minis foram todos bem pequenos, ou só singles mesmo.

E talvez essa falta de investimento para a construção de um repertório mais corpulento esteja se refletindo atualmente, com um certo descaso do público geral, já que Balloon in Love meio que passou batida…

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