Jujutsu Kaisen segue entregando bops em forma de OST com “SPECIALZ”, do King Gnu

Okay, não contem isso pro pessoal que acompanha o que eu escrevo lá no JBox, mas provavelmente o melhor anime desse ano é, novamente, “Jujutsu Kaisen”. Isso não aparecerá na lista que eu faço lá todo fim de ano, porque eu só considero lançamentos inéditos nela, mas acho que nada no mundinho das animações nipônicas conseguiu se equiparar ao trabalho que o estúdio Mappa fez nessa temporada.

E o estúdio Mappa também tem uma mão bem boa para escolher as trilhas sonoras de seus animes. De “Jujutsu” mesmo, tem “Eve”, “Lost in Paradise”, “Vivid Vice”, “Ao no Sumika” (desse ano mesmo) e, agora, SPECIALZ, da banda King Gnu. Ouçam essa maravilha esquisita para caralho e digam se não é um dos troços mais legais que saíram nos últimos meses:

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ExWHYZ são insolentes no verão em “Furachina Summer”

Eu gostava muito de um girlgroup chamado BiSH (que vocês talvez conheçam dele a AiNA THE END, que fez um feat. com o Mondo Grosso anos atrás). Parte da graça dele era que a gravadora trabalhava as integrantes tentando fugir da fórmula idol mais óbvia, sendo mais desbocadas, não se levando tão a sério, com músicas um tiquinho mais tortas. Infelizmente, o BiSH disbandou ano passado (mas a AiNA seguiu carreira solo, mó gostosa, eu hein), mas a gravadora meio que já preparou durante as promoções de encerramento delas um novo girlgroup mais ou menos com a mesma pegada, o ExWHYZ, que era um outro grupo, mas foi reformulado (embora a sonoridade já fosse nessa mesma linha, então me parece ter sido só uma decisão para dar um ar de “novo” ao produto).

O ExWHYZ, do ano passado pra cá, vem entregando deliciosos bops com instrumentais eletrônicos pesados, evocativos do que acts japoneses dos anos noventa costumavam fazer (em sonoridade, não em visual, em visual elas são bem atuais). Gosto de quase tudo o que ouvi delas, mas tem uma música que, possivelmente, deve competir com Shock!, do Ayase, pelo título de J-Pop do ano. Aproveitem o calorão que está fazendo em algumas regiões do Brasil, coloquem o biquinho ou sunguinha mais safados que vocês tiverem e ouçam Furachina Summer:

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Ako é emo de cabelo vermelho em “All to myself”

Fim de ano nesse blog escrito por esse delicioso (dessa vez eu nem estou sendo irônico, porque os meses de academia estão fazendo efeito e, de fato, estou ficando um gostoso) blogueiro é sempre o mesmo papo: eu percebo que teve uma porrada de coisas ótimas, que ouvi MUITO nos últimos meses, que provavelmente rankearão bem alto no meu eventual topzão, mas que sequer cheguei a comentar aqui. Para isso, a solução é remediar: daqui até antes do natal (que é quando começo o listão interminável, já estou cansado só de pensar), soltarei uns posts frios de trecos que vêm fazendo minha cabeça, mas vocês provavelmente não tinham ideia disso.

Vou dar um gás no J-Pop nesses três primeiros, porque esse deve ter sido o ano que mais negligenciei essa pauta por aqui, depois pego o K-Pop também. A começar por All to myself, de uma gatinha roqueira de cabelo com de papel crepom chamada Ako. Um hino que eu tenho certeza que o Soyeon deve ser se contorcido toda de não ter pensado em fazer antes dela:

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Red Velvet, “Chill Kill”, despedidas (?) e UAU QUE REFRÃO

Dia desses passou na timeline um comentário de alguém que dizia que o Red Velvet é um dos únicos grupos que, mesmo acontecendo um monte de coisas que poderiam ferir a imagem delas, não morre de jeito nenhum. Aí o tuíte listava as coisas, que não me lembro quais eram todas, mas dá pra puxar pela memória o debut com os vários problemas com o Japão no MV, os escândalos com a Irene e a maquiadora, e parece que tiveram relacionamentos com famosos que as fanbases não gostaram (isso aí eu passei batido).

Enfim, após um tempão sem comeback (elas não lançam nada desde Queendom, em agosto de 2021, sabiam?), as cinco penas arrancadas do anjo que caiu do paraíso estão de volta com Chill Kill, que é uma daquelas titles que provocam reações extremas por causa da estranheza. Eu adorei, e vocês que não curtiram têm péssimo gosto…

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aespa lança outro megajam em “Drama”, é o ano delas mesmo, estou chocado

O 2023 do aespa está implacável. Elas soltaram o melhor mini de K-Pop até então com o “My World”, que tem em “Salty and Sweet” a melhor album track do ano até então e em “Spicy” um dos melhores singles do ano até então (estranhamente, acabei de perceber que não fiz post pra nada disso, risos). Depois, elas voltaram com o Better Things, um dos grandes singles de verão desse ano.

Agora, para o lançamento de seu quarto mini-álbum, as gatinhas retornaram à sonoridade mais industrial que elas já exploravam antes, e serviram ainda outro bopzaço para minhas audições diárias como single (além de um dos MVs mais legais do ano). Ouçam Drama:

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