Time Machine: o ápice do iKON em “Dumb&Dumber” e “What’s Wrong?” (2015)

Ontem eu falei sobre o “MADE” do BIGBANG ser significativo, dentre outras coisas, pela “passada de bastão” que 2015 significou ao grupo na YG, sendo também um reflexo ao que ocorria no K-Pop naquela época. Nada mais justo, então, dar continuidade a esse recap de seis anos atrás falando daqueles que “substituíram” o BIGBANG.

Dos SETE singles lançados pelo iKON nessa fase de promoção do primeiro LP deles, talvez Dumb&Dumber e What’s Wrong? sejam os menos importantes em questão de popularidade. Mas aí já é hábito do público coreano coroar porcarias de boygroups e deixar as pérolas deles de lado, pois essas são as minhas faixas prediletas do grupo num todo…

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Time Machine: quando o MADE do BIGBANG parecia ser legal em “BAE BAE” (2015)

Vem aí do top throwback de 2015 (e mais pra frente no ano o de 2011, se acalmem). Acho o ano de 2015 bastante significativo para o K-Pop como um todo, pois é nele que, em minha opinião, crava o fim da era de ouro e o começo dessa geração, com uma série de coisas que marcam isso ocorrendo ao longo dele. Além disso, acho ele o melhor da última década em lançamentos na Coreia do Sul (no Japão foi logo depois, em 2016), com uma porrada de jams fortíssimos saindo, álbuns de qualidade acima do normal e por aí vai.

Posto isso, como um “esquenta”, pretendo relembrar algumas entre as músicas mais comentáveis daquela época. E a primeira, por incrível que pareça, será do fucking BIGBANG. Voltemos à palhaçada que foi o projeto M.A.D.E. para exaltar a melhor (entre o mar de porcarias) dele: BAE BAE

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Time machine: quando o Ravi e a Jamie realmente entregaram uma música boa em “Nirvana” (2018)

Ontem a timeline capopeira estava parcialmente em polvorosa porque o Ravi, em seu mais recente EP, lançou como album track uma faixa intitulada “Red Velvet” (ouçam aqui), feature com a Jamie onde eles fazem umas tiradas de duplo sentido sobre o bolo de massa vermelha, referenciando também as cinco cepas do vírus infernal que levará o planeta Terra ao apocalipse mandando uns “dumb dumb dumb” na letra. Uma galera se sentiu ultrajada com isso, como se artistas do mundo todo não fizessem referências sexuais usando outros artistas. Mas é K-Pop, né, gente? Tem que ter esses escândalos por praticamente nada uma vez por semana.

Em minha humilde opinião (bem propensa ao cancelamento), o único problema problema real da música é ela ser bem… chata. A melodia é bem pouco memorável no fim das contas. O instrumental mais classudo até poderia colar como uma antítese à letra safada, mas o resultado não é assim tão forte. Mesmo as partes com a Jamie não são lá essas coisas.

Então, resolvi aproveitar o assunto para relembrar uma outra parceria do Ravi com a Jamie, ainda na época em que ela era Jimin Park, que, esse sim, é muito legal de ouvir: Nirvana

Ouçam a versão completa da faixa aqui, pois os toscos da Jellyfish resolveram cortar o final dela para enfiar um remix de outra música…

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Time Machine: Koda Kumi, Fergie, “That Ain’t Cool” e o líquido amniótico (2008)

Parcerias internacionais entre um act oriental e um act ocidental não são exatamente comuns. Talvez pela distância geográfica, ou pela notável diferença de consumo que os mercados fonográficos têm em comparação ao resto do globo, ou mesmo pela falta de interesse de ambas as partes, vai saber. Só sei que, quando um encontro de dois nomes fortes desses pontos cardiais distintos ocorre, isso é algo a ser comentado.

Principalmente quando são cantoras do naipe de Koda KumiFergie nos anos 2000. Porque ninguém mexe com Koda Kumi e Fergie nos anos 2000 e sai ileso. Nem mesmo o desgraçado que traiu elas com outra no meio de um estacionamento. Oh no no no, babe, no no no no, you can’t do this with Koda Kumi and Fergie at de 2000s, sweety. Cuz…

That.

Ain’t.

Cool.

*BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOM*

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Time Machine: Juicy, 4 Hot Wave, Black Cherry e o auge comercial da Koda Kumi (2006)

Dando continuidade à série de posts time machines aclamando a carreira da Koda Kumi em razão de seu aniversário de 20 anos desde o debut, é hora de falarmos sobre o seu grande auge comercial: a era “Black Cherry”, que teve como tema principal a icônica, deliciosa, maravilhosa, destruidora de almas, dona de cus e tombadeira Juicy

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