MINI-ALBUM REVIEW | Joy – From JOY, with Love (2025)

Lowkey fun fact: a Joy é a minha bias do Red Velvet. Enquanto a Seulgi tem uma beleza mais misteriosa e um vocal sexy que combina com a imagem dela, a Joy já vai por uma beleza mais convencional, daquelas mulheres gostosonas que inevitavelmente fazem a gente olhar quando passam. Sei lá, tem um negócio no sorriso dela que parece que traz luz ao ambiente, algo assim.

Nessa de trabalhar as integrantes com solos esse ano, a SM finalmente resolveu dar um comeback para ela, que havia debutado com um mini-álbum em 2021 (que honestamente não me chamou muita atenção à época e ainda envelheceu bem mal, risos). Eu não sei o motivo de intitularem esse segundo EP como “the 1st mini album”. Talvez como uma maneira de apagar a história? Vai entender.

Mas ele está aqui. E dando continuidade às resenhas encomendadas dessa semana, leiam os meus pitacos sobre o From JOY, with Love, da Joy, a seguir…

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MINI-ALBUM REVIEW | Wendy – Cerulean Verge (2025)

Nesse fim de semana, possivelmente embalado pelo comeback recente da Wendy, que eu comentei no Bluesky que havia gostado, um leitor aqui do blog me enviou um generoso pix pedindo para eu “resenhar todos os álbuns que o Red Velvet lançou” em 2025. Primeiro, tive uma crise de risos pensando que o leitor havia me dado dinheiro por nada, já que o Red Velvet está morto e não lançou nadinha em 2025, mas logo me liguei que ele se referia aos minis que as integrantes soltaram ao longo dos últimos meses como solistas ou em duo.

Eu poderia fazer um postzão só comentando tudo, mas acho que fica mais legal manter o “template” de resenhas aqui do blog e fazer quatro posts separados (tal como rolou com os lançamentos das meninas do BLACKPINK). Então, durante essa semana, darei os meus pitacos sobre cada um desses trabalhos fechados. Começando do mais recente (o da Wendy, que está mais fresco na cabeça) e indo até o mais antigo (o da Seulgi).

Enfim, a seguir, leiam os meus dois centavos acerca do Cerulean Verge, da Wendy

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ALBUM REVIEW | SHINee – The Misconceptions of Us (2013)

Por conta do top 2013, passei o último um mês e meio revisitando e escrevendo sobre lançamentos daquele ano. Isso resultou no ranking que vocês leram, que calhou de não ter quase nada de lançamentos de boygroups do K-Pop, sendo “Growl”, do EXO, a melhor música de oppas nele. Aparentemente, a leitora Os Seios Fartos de Choi Minho DISCORDA VEEMENTEMENTE disso, e me mandou um glorioso pix para que eu revisitasse o The Misconceptions of Us, álbum de SHINee lançado naquele ano, que acabou não sendo comentado aqui e nem angariando qualquer faixa para o listão.

Mas, e aí: fui realmente injusto com o SHINee e deveria ter colocado várias faixas deles no top? O “The Misconceptions of Us” realmente é um disco excelente e a Os Seios Fartos de Choi Minho tem razão em ter encomendado meu assassinato? E o Botafogo, será que ainda tem chance de ganhar o Brasileirão?

A resposta para essas três perguntas é… não! Descubram os motivos…

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MINI-ALBUM REVIEW | ADÉLA – The Provocateur (2025)

Em 2023, a HYBE se juntou com a gravadora Geffen Records, braço da Capitol debaixo do guarda-chuva da Universal, para o reality show Dream Academy. De acordo com o Bang Si-hyuk, fundador da BigHit e idealizador do projeto todo, esse seria um programa ao estilo dos survival shows que fazem sucesso na Coreia do Sul, cujo intuito seria formar um girlgroup “global” que seguiria os mesmos preceitos do K-Pop. O reality foi ao ar no YouTube, e ao longo de oito episódios que eu não assisti e jamais assistirei, resultou no Katseye, um dos piores troços do ecossistema do pop asiático atual.

Eu genuinamente detesto tudo o que o grupo soltou do ano passado para cá, mas é inegável que a ideia do Bang Si-hyuk vingou: elas já são o act com mais ouvintes da HYBE no Spotify, têm presença marcada em alguns festivais ao redor do mundo (inclusive no Lollapalooza aqui no Brasil), e inclusive ganharão um “grupo rival” com integrantes que participaram do Dream Academy, mas não chegaram a debutar (num estilo Winner/iKON, em comparação).

Paralelo a isso, eu vinha reparando que sempre que alguém fazia algum post sobre o Katseye, acabava surgindo alguém comentando sobre uma tal de Adéla, participante Miss Vanjie da Eslováquia que conseguiu a façanha de ficar em último lugar, mas ainda assim atrair a atenção do público, ser colocada como injustiçada e etc. Alguns desses comentários vinham acompanhados de um cunho racista implícito, dizendo que ela não foi longe por uma europeia branca, loira e padrão, e que as pessoas ficavam forçando representatividade, por isso participantes como a brasileira (negra) havia ido tão longe, e por isso o Katseye era composto por uma descendente de filipinos, uma negra, uma descendente de venezuelanos, uma descendente de indianos, uma havaiana de ascendência chinesa e uma coreana.

Eu não assisti (e nem vou assistir) ao reality, então não sei se a própria Adéla em algum momento falou algo problemático assim que desse munição aos fãs. Se alguém tiver assistido e souber de algo, deixe nos comentários. E confesso que fiquei um tempo ignorando as músicas dela, justamente por pegar ranço desses comentários. Mas recentemente ela soltou seu primeiro mini-álbum, distribuído pela própria Capitol (que indiretamente também cuida do Katseye), que eu ouvi, achei excelente, e acho que vale trazer de indicação aqui. I mean, se o Katseye se enquadra como “asian pop”, acho que a Adéla também.

Enfim, meus dois centavos sobre o The Provocateur, que já na primeira música DESTRÓI tudo o que o Katseye fez em quase dois anos de duração…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2013 [10-01]

E enfim chegamos ao fim de mais um ranking do Miojo Pop, listando quais foram os 100 melhores lançamentos do asian pop durante o ano de 2013. Muitas foram as ótimas músicas que passaram por aqui nos últimos dias, mas só 10 conseguiram atingir o ápice em tal listão nostálgico.

Sem mais enrolações, qual bop se juntará à doença mental Tamamo-no-mae, do Wednesday Campanella do segundo testamento, ao hino do verão Roller Coaster, do NMIXX, ao cunty de Glitch, da Kwon Eunbi, à animesong heaven de Vivid Vice, do Who-Ya Extended, à epítome do citypop de Soul Lady, da Yukika, ao bliss de Feel Special, do Twice, ao baladão ultraemotivo da BoA, Fly, ao sex anthem Eclipse, da Kim Lip, ao rockzão poético She Hates Me, da Anna Tsuchiya, ao pop heaven de Aladdin, do Wednesday Campanella do primeiro testamento, à magia ballroom de 4 Walls, do f(x), e ao pancadão industrial de Red Light, também do f(x), no panteão de bests of aqui do blog? Confiram…

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