O meu eu atual acha que o meu eu do passado deve desculpas ao K-Pop daquela época

Dias atrás, eu estava dando uma olhada em posts antigos meus no meu antigo blog, o Esquadrão Lunático (o qual eu não lembro a senha, então nem tenho como colocar no ar de novo, só consigo olhar porque tenho acesso a ele através da conta aqui do Miojo) e caí na minha resenha ao “The Perfect Velvet”, do Red Velvet. E, nossa, como eu era chato.

Naquela época, eu era bem o tipo de pessoa que é muito mais “crítico” com o que ouve, que fica procurando pelo em ovo e buscando uma “perfeição” que, na real, nem era tão necessária assim. Basicamente, eu dei uma nota baixa, e passei parágrafos falando sobre o quanto elas não ousavam dentro do R&B que era a proposta mór do lado velvet. Agora, ouço o disco e acho o contrário, que elas serviram tudo o que tinham que servir nesse conceito e que é um dos LPs mais ousados da década passada no K-Pop. O Lunei de vinte e tantos anos era um chato, o Lunei de trinta e poucos sabe aproveitar a vida bem melhor.

Isso posto, olhando com o afastamento do tempo, e observando como está o cenário do K-Pop na atualidade, eu acho que eu devo é desculpas pro K-Pop da década passada com o qual eu fui rigoroso demais lá no outro blog. Nesses anos todos de blogosfera, principalmente na época pré-Miojo da pandemia, eu fui super reclamão com coisas que hoje eu curto bem mais do que curti quando saíram, e curto bem mais do que o que sai hoje.

Continuar lendo “O meu eu atual acha que o meu eu do passado deve desculpas ao K-Pop daquela época”

Raspa no tacho (11/05): Jackson sem camisa, DOLLA, MYERA, IS:SUE e mais um monte de gente

De tempos em tempos, uma porção de trecos saem e, por algum motivo, como falta de relevância para encher um post inteiro, ou falta de tempo deste que vos escreve, acabam não dando as caras aqui quando deveriam. Juntem isso tudo num lugar só, com comentários aprofundadíssimos, e *ploft*, temos a raspa no tacho.

Continuar lendo “Raspa no tacho (11/05): Jackson sem camisa, DOLLA, MYERA, IS:SUE e mais um monte de gente”

ablume debuta sendo uma continuação quase direta do FIFTY FIFTY de “Cupid” em “Echo”

A história do ablume é dessas que eu olho de fora e penso que, sem informações reais de bastidores, apurações corretas e etc., não tem como ninguém aqui julgar que estava certo ou errado sem cair na armadilha das especulações (e daquilo de querer atestar moralidade na internet). Do que sabe-se com as informações disponíveis é que as integrantes do, até então, quarteto FIFTY FIFTY estavam insatisfeitas com coisas relacionadas ao gerenciamento delas da antiga gravadora, a ATTRAKT, e, apoiadas pelo produtor/empresário delas, entraram com uma liminar para pedir o encerramento do contrato.

Mas, aparentemente, elas não reuniram provas o suficiente para vencerem a causa. Uma das meninas, a Keena, se retirou do processo e permaneceu na gravadora (e no atual FIFTY FIFTY), enquanto as outras três e o empresário perderam a causa. Agora, elas assinaram com outra gravadora, a Massive E&C, e tal como o que rolou com o BESTie e o EXID na década passada, os dois grupos existem em paralelo.

O que não é parecido com o caso BESTie/EXID aqui é que, enquanto as meninas do BESTie, já de inicio, apostaram numa sonoridade e estética diferente possivelmente para não serem comparadas com seu grupo de origem, o ablume simplesmente tocou o foda-se e lançou o que parece ser uma continuação de Cupid.

Ouçam Echo

Continuar lendo “ablume debuta sendo uma continuação quase direta do FIFTY FIFTY de “Cupid” em “Echo””

ALBUM REVIEW | f5ve – SEQUENCE 01 (2025)

É interessante ver como a maneira como as redes sociais é manejada pode fazer com que algo aconteça ou não dentro de um nicho. Por exemplo, o f5ve, esse grupo da LDH que, possivelmente, teria tanto alcance dentro do mundinho de fãs internacionais de música pop asiática quanto outros grupos atuais da LDH, por conta de um gerenciamento de conta oficial no Twitter, acabou chamando uma atenção maior dessa galera.

Começou durante as promoções da faixa “Underground”, com os tuítes feitos nessa conta oficial dando conta de ironizar o “sucesso” do grupo até então, meio que agindo como um desses perfis de fãs que compram brigas por suas divas pop na internet, mas de uma maneira mais irônica e debochada. A ideia parecia ser enquadrar o f5ve dentro do mundinho de girlgroups coreanos “nugu” (ou seja, que não fazem sucesso), mesmo ele sendo formado por japonesas, que cantam J-Pop, em japonês.

Meio que colou, a ponto de, inclusive, algum desses fãs angariados me enviar um fenomenal pix para que eu comentasse o primeiro álbum do quinteto, o SEQUENCE 01, para o qual dedicarei alguns parágrafos a seguir…

Continuar lendo “ALBUM REVIEW | f5ve – SEQUENCE 01 (2025)”