Umas velharias ocidentais que eu, por motivos diferentes, me viciei ao longo desse ano

Tradicionalmente, eu trago ao fim do ano uma lista com as músicas pop ocidentais que mais gostei de tal período de 12 meses. Contudo, tentei fazer isso e cheguei à (feliz ou triste, ainda não sei) conclusão de que praticamente não ouvi nada de novo que não fosse da Ásia em 2024. Muitos motivos para isso devem existir, mas não sei se me importo o suficiente para tentar elaborar isso.

Minha música ocidental predileta de 2023 foi esse rockzão aqui do que deve ser a minha banda preferida da vida. Logo em seguida, vem a parceria do Rolling Stones com a Lady Gaga e o Stevie Wonder. E se for no pop, a nova da Duda Beat rapa o título.

Posto isso, vou inovar: resolvi montar uma lista com músicas ocidentais ~velhas~ que acabei me viciando ao longo desse ano, aí falo junto o motivo que me levou ao vício de cada uma. A maioria eu já conhecia, mas só passei a ouvir MUITO em 2023 mesmo. Enfim, vamos lá…

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Acho que só eu gostei de “Kitsch” :V

Segunda quinzena de dezembro e a gente já começa naquelas de ir relembrando o que aconteceu durante o ano e pá. Aí eu estava aqui separando as músicas que entrarão no meu top 100 e cheguei à conclusão de que devo ser o único blogueirinho que irá incluir Kitsch, do IVE, em uma lista de melhores do ano…

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Time Machine: Quando o 2NE1 debutou colocando fogo em “Fire” (2009)

Fiquei me sentindo culpado por ter no blog posts para os debuts do BLACKPINK e do BABYMONSTER e não para o do 2NE1. Então, venham lembrar quando, enfim, o grupo viu a luz do dia (completo e sozinho) na, hoje em dia, impraticável Fire:

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