Time Machine: No fim, o GOT7 nunca conseguiu superar “If You Do” (2015)

GOT7 está morto. Passou dessa para a melhor. Os caras todos se recusaram a renovar contrato com a JYP Entertainment. E uns deles até já arrumaram suas trouxinhas e foram bater em outras empresas para tentarem a vida como atores e cantores solistas. Rolou até unfollow nas redes sociais. Não tem mais volta, lidem com isso, fãs.

De minha parte, esse fim deixa um gosto ruim na boca. Não por eu me afeiçoar aos integrantes (não sei o nome de nenhum deles), nem mesmo por achar que a gravadora não os divulgava corretamente (na real, eles tinham várias promoções por ano na Coreia e no Japão, investimento não faltou, só que ninguém se importava mesmo). Sim por sempre achar que o GOT7, por uma série de motivos, nunca conseguiu ser o boygroup de alta qualidade que seus primeiros releases prometiam que eles seriam.

Mas antes, ouçam minha predileta do catálogo deles, If You Do

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Time Machine: quando o Loona fez nossa ceia de Natal por dois anos seguidos em “The Carol” e “Heart Attack” (2016 e 2017)

22 de dezembro, pouquíssimos dias para o Natal. Já pendurei os pisca-piscas, uma guirlanda horrorosa na porta da frente, comprei o panetone, as uvas passas e encomendei um pavê pra tia aqui do bairro que tem paciência para fazer esses doces mais trabalhosos. Ooh, como adoro esse climinha de final do ano, com a neve lá fora e… Ah, pera, não, estamos no Brasil, não tem neve não.

Pesares de lado, uma das coisas que mais curto nesse feriado, além do passe livre para ganhar presentes ou me presentear com trecos caros que não teria coragem de comprar em outras épocas, são as músicas natalinas. Mariah, Simone, eu genuinamente adoro esse tipo de número. E dentro do K-Pop, recentemente, um act nos proporcionou não só uma, mas DUAS faixas natalinas realmente ótimas, que funcionam por motivos bem diferentes entre si. Yup, estou falando do Loona. Yup, finalmente esse blogueiro, vestindo apenas uma touquinha de Papai Noel, dará os louros merecidos à The Carol

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Time Machine: O mar de merda que foi o debut do Red Velvet com “Happiness” (2014)

Amanhã (17), a SM Entertainment debutará seu mais novo girlgroup na casa: Aespa. Esse debut em especial me atrai atenção por três motivos: 1) a empresa do Lee Soo-man, já há algum tempo, não só não vinha investindo tanto em novos nomes femininos em conjunto (teve unit com Irene e Seulgi e só, Brown Eyed Girls fez bem pouco desde adquirido), como insistiu em encerrar os outros que tinha em catálogo (Girls’ Generation e F(x) perderam integrantes até dizer chega); 2) os flertes do velho desocupado com o Loona esse ano poderiam significar alguma coisa, nem que fosse para estudar seu estilo “narrativo”; e 3) já tem grupo de macho demais nessa porra (NCT desmembrado em U, 127, Dream e WayV, units do EXO, do SuJu e SuperM, porra SM), tava na hora de começar a equilibrar, né?

Isso posto, não tenho qualquer opinião prévia a respeito do novo quarteto e suas contrapartes digitais, já que nenhuma música com elas saiu ainda, mas é sempre convidativo ver uma Big3 trazendo novos nomes à praça. Contudo, como “esquenta”, decidi retirar a poeira desse meu post lá do outro blog, relembrando o cenário pantanoso que envolvia o nome da gravadora quando ela trouxe ao mundo, prematuramente, seu último girlgroup.

Sem mais delongas, confiram meus comentários atualizados sobre a MERDA TERRÍVEL que é Happinessdebut do Red Velvet… *0*

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Time Machine: quando a Alex foi chutada do BP Rania no meio das promoções de “Beep Beep Beep” (2017)

Aproveitando que o Rania voltou a ser assunto por conta do Black Swan, resolvi restaurar esse post aqui do falecido blog azul, lembrando um dos momentos de maior confusão, constrangimento e desconforto envolvendo o grupo nos últimos anos: a vez que a Alex foi demitida no meio das promoções de Beep Beep Beep

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Time Machine: Há uma década, AKB48 mudava a rotação da terra com o mega sucesso “Heavy Rotation” (2010)

O ano era 2010. O cenário pop idol japonês com grupos enormes estava mais em alta que nunca, com todas as coisas boas e ruins que isso poderia significar. No âmbito de coisas boas, incluam aí toda variedade possível de faixas kawaii radiofônicas cativantes e divertidas de ouvir. No de coisas ruins, as maluquices envolvendo essa cena, com as integrantes de grupo já precisando se manter “puras” ao público (majoritariamente masculino), de modo a alimentar suas fantasias e loucuras particulares.

Posto em mesa, um dos maiores “temas” desse nicho, nessa época, completa hoje (18) uma década de lançamento: Heavy Rotation, do AKB48

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