Top 20 músicas de boygroups do K-Pop!

Estou começando a achar que vocês gostam de me ver falando de músicas de oppas. Fiz um post especial de halloween comentando Married to the Music, do SHINee, e me mandaram um pix pedindo para falar de View, aí fiz um postzão raspa no tacho comentando o que eu não tinha comentado de releases masculinos esse ano, e me mandaram um pix encomendando um top com as minhas faixas prediletas de boygroups coreanos.

A “metodologia” (pfff) que usei para esse top foi listar os singles de boygroups do capope que eu acho que eu mais gosto e que escuto com uma maior frequência, e aí elencar do vigésimo ao primeiro lugar, junto com uma menção honrosa, sem me importar com repetições de grupos ou com cobrir a maior variedade. E é bem provável que vocês ficarão meio surpresos com a lista, mas enfim, eu sou mesmo uma caixinha de pandora de mistérios! :V

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Raspa no tacho: uma caralhada de músicas de oppa desse ano

A raspa no tacho de hoje será diferente. Como o ano está acabando, estou naquele momento onde vou catar releases que, eventualmente, eu possa ter deixado passar, assim posso já começar a pensar com calma no que colocar ou não no meu listão de melhores do ano.

Nisso, me dei conta que, com exceção de Impossible, do RIIZE, que é uma das minhas faixas prediletas desses últimos meses, não tenho nenhum bagulho de boygroup em minha playlistona de lançamentos de 2024. Então, para sanar essa ausência, ou para me castigar, sei lá, decidi dar uma olhada no que os principais oppas soltaram dessas duas primeiras semanas de novembro para trás, para saber se tem mais algum clássico instantâneo que deixei passar.

Será que sobreviverei? Descobriremos nesse ENORME postzão a seguir…

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Se “DRIP” tivesse sido o debut do BABYMONSTER, elas não seriam o TREASURE de saia hoje em dia

O BABYMONSTER é um grupo que eu acho bem, huh, chato de comentar. Não me levem tão a mal, fãs delas, mas até então não vi nada delas que as destacassem tanto de outros girlgroups já lançados pela YG, quanto dentro do K-Pop num todo. Tanto que Drip saiu tem umas duas semanas e só agora eu me liguei de ouvir de verdade.

E a única opinião minimamente elaborável que tenho sobre é que, pra mim, esse aqui é que tinha que ter sido o debut delas…

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MINI-ALBUM REVIEW | XG – AWE (2024)

O XG é um dos nomes mais interessantes do tecido social que é a indústria pop fonográfica asiática do momento. Sou um velho de guerra desse meio. Acompanho o J-Pop desde os anos 2000, vi o K-Pop “surgir” apoiado em estéticas e estratégias da bolha japonesa, observei de perto a onda hallyu na ilha vizinha com relançamentos e materiais inéditos em japonês, e depois disso o K-Pop andar com as próprias pernas e passar a ditar as regras, conseguindo chamar atenção em coreano mesmo.

É interessante, então, ver hoje o “caminho reverso”. Gravadoras e artistas nipônicos, salvo incursões com a 88rising, nunca pareceram muito afeitos a tentar uma globalização. Tampouco a dar às caras no K-Pop. Claro, há exceções. A Yukika, que se esforçou para fazer ela mesma por lá o citypop que vários acts coreanos vinham se inspirando. O Honey Popcorn, trio de atrizes pornô que resolveram fazer aegyo porque a mais rica entre elas não-ironicamente gostava do estilo. E integrantes dos grupos 48 que, após o Produce 48, resolveram continuar na Coreia em vez de voltar pra casa.

Nessa, o XG me parece o primeiro grupo japonês pensado, desde o início, para funcionar no K-Pop. Mas com uma planejamento para, de certa forma, ser um “J-Pop” no “K-Pop”. Todas as músicas são em inglês, sem versos completos em japonês ou em coreano. A parte estética delas, em questão de videoclipes, da imagem das integrantes e tudo mais, é bem mais em linha com o K-Pop e com o que, hoje em dia, pensam como esse K-Pop “internacional”. Além disso, elas são inseridas em outros meios que são inerentes ao cenário, como participar dos programas dominicais lá, de canais de youtube, divulgações, etc.

Pra mim, o grupo passou a funcionar de verdade a partir do double-A-side (vejam só, um tipo de lançamento tipicamente japonês) “Shooting Star”/”Left Right”. A imagem e sonoridade delas foi sendo desenvolvida ao longo de vários singles diferentes, de modo que, nesse ano, elas parecem ter se encontrado 100%. O que resultou no mini-álbum AWE, do qual falarei nesse momento…

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Cinco álbuns asiáticos que poderiam ter sido indicados a AOTY no Grammy

Duas pautas dos últimos dias que se encontram: o tal “Grammy asiático”, no fim, se mostrou uma premiação nova lá do Japão, e o Grammy de verdade lançou quais foram seus indicados para a premiação do ano que vem.

Imagino que esses dois eventos devam ter gerado muita repercussão na internet, muito choro, muita raiva, e muitas threads provando por A mais B que a Chappell Roan é uma ingrata ou algo assim, mas não tenho ideia, pois abandonei o X antes mesmo dele ser bloqueado por aqui, e só entro com a conta do blog por lá para divulgar links dos posts daqui.

Mas o que esse blogzinho tem a ver com isso? É que resolvi aproveitar o gancho temático para indicar quais álbuns da indústria fonográfica asiática (que vai se resumir só a J-Pop e K-Pop) eu colocaria em uma metafórica categoria de AOTY no tal Grammy asiático. É nada mais que uma oportunidade para eu divulgar quais os discos que mais tenho ouvido esse ano todos de uma vez? Possivelmente. Então, aproveitem aí esse postzão de domingo comigo gripado e já puto de antemão porque o Chelsea provavelmente vai perder pro Arselixo mais tarde…

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