PLAYLIST (Janeiro’21) 🍜

Janeiro (já) se foi e, com isso, já temos em mãos o primeiro mês do ano de 2021 para o pop asiático. Quem já é velho de guerra aqui sabe o que isso significa no calendário aqui do blog, mas para quem chegou no Miojo Pop a partir do boost de público que o top 2020 trouxe, explicarei.

Tenho por hábito manter uma playlist com as faixas de K-Pop, J-Pop, etc. que mais vou gostando ao longo dos respectivos anos, que sempre deixo embedada ali na barra lateral direita, que é atualizada, geralmente, no começo de cada mês, compilando as melhores soltas nas quatro semanas anteriores. Vocês podem seguir ela no Spotify para ir acompanhando esses updates em primeira mão, que, quase sempre, são comentados faixa a faixa por aqui.

O maior critério é… eu ter gostado muito das músicas. Tal como os rankings de melhores do ano, não vejo a menor necessidade de ser inclusivo, “dar chances” ou algo do tipo. O que entra é o que eu vou escutando com mais afinco e ponto. E nesse comecinho de ano, foram vinte e duas as selecionadas, sendo que uma delas (ó eu já quebrando minhas próprias regras) é do finalzinho de 2020, que meio que caguei à época, mas se tornou um grande vício nos últimos tempos. Elas não estão bem em ordem de preferência, mas sim posicionadas na tracklist pelo tipo de “vibe” que me proporcionam.

Será que a sua favorita aparecerá? Bom, não ser for a Yubin… :V

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Raspa no tacho (24/01): Epik High com CL e Zico, Cherry Bullet, uns oppas aí e mais

Toda semana, uma porção de trecos saem e, por algum motivo, como falta de relevância para encher um post inteiro, ou falta de tempo deste que vos escreve, acabam não dando às caras aqui quando deveriam. Juntem isso tudo num lugar só e, plim, temos a raspa no tacho.

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2020 [100-86]

2020 foi um ano péssimo em muitos sentidos. Por conta de uma pandemia mundial, nossas vidas, do jeito que eram antes, foram interrompidas, forçando uma mudança de paradigma na sociedade que tornou tudo bem… difícil de lidar. Mas como em outros tempos bizarros na história da humanidade, a arte em suas muitas formas serviu como uma válvula de escape, levando nossas mentes para lugares melhores. E no que diz respeito ao nicho desse jovial blogzinho (K-Pop, J-Pop, etc.), várias foram as contribuições vindas lá do outro lado do globo ao nosso entretenimento.

No lado japonês da força, mais gravadoras e artistas decidiram disponibilizar seus trabalhos ao público internacional, o que se refletiu em determinadas discografias chegando para serviços de streaming, videoclipes saindo inteiros em canais oficiais do YouTube e por aí vai. Já do lado coreano, a febre aumentou ainda mais, com acts como BTS e BLACKPINK furando a bolha e penetrando de vez no mercado fonográfico estadunidense. Bom para todos.

E no nosso pequeno mundinho de blogueiros fundo de quintal, novos colegas surgiram e/ou se firmaram de vez (pelo amor de deus o Palpites Alheios postando, praticamente, todos os dias, é disposição demais), alimentando a cena como se estivéssemos de volta à 2017. Por mim, que ótimo! Pra quem sabe como se desenvolvem as coisas todo final de dezembro nessa patota, é chegada a hora de todo mundo disponibilizar suas gigantesca listas de melhores do ano. O legal é que cada um tem seu próprio gosto e isso se reflete muito bem em tais rankings. E 2020 foi um bom ano para eventuais listas, pois muita coisa em muita quantidade saiu. Por exemplo, nenhuma música do top 10 da SRSLY, K-POP? sequer entrará no meu top 100, mas a maioria das músicas nele bem que poderia ter aparecido, pois parelham de ótimas para cima.

Mas enfim, vamos à minha lista. Se nada der errado, ela sairá em 7 partes, começando por hoje e terminando no dia 31.

MARAVILHOSAS REGRAS

O top é meu, baseado única e exclusivamente em minha opinião, minha subjetividade. Então, coisas como charts, vendas, popularidade e relevância pra o meio em nada influenciam isso;

Um mesmo act pode aparecer um monte de vezes, ainda que isso signifique cortar outro que teve só um singlezinho legal no ano. Representatividade numérica não conta tanto para mim;

Meu maior critério de escolha, na real, é o quanto as faixas duram em minhas playlists diárias. Quanto mais ouço, mais alto ela aparece. Nem tudo que é bom eu gosto e nem tudo que eu gosto é bom. Mesmo que eu considere uma música “melhor” que outra em questões técnicas (exemplo aqui, orbits), se eu ouvi pouco conforme os meses passaram, tchau;

Algumas músicas lançadas no finalzinho do ano passado, mais ou menos na época em que postava o respectivo ranking de 2019, foram consideradas para esse listão;

Vocês têm todo o direito de discordar das minhas opiniões e até sugerir outras melhores para as posições ocupadas, mas saibam que estarão errados, pois meu gosto musical é perfeito. Bjokas.

Sem mais delongas, vamos às 15 faixas do primeiro corte, que conta com 1 mandopop, 5 jotapopes e todo o resto de capopes. Here we go again

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Heize, “Lyricist” e outras bossas novas no K-Pop

Heize retornou ontem (10) com Lyricist, seu sexto mini-álbum de estúdio, divulgado com o lead single de mesmo nome abaixo:

Sei que sou minoria nessa bolha, mas gosto bastante da Heize como artista. Das participantes do finado “Unpretty Rapstar”, ela foi a que, a longo prazo, se mostrou mais estável em questão de qualidade de releases e sucesso com o público. Adoro seu timbre vocal e vejo a maneira mais passional dela cantar como um diferencial no nicho de “artistas consumíveis por universitários coreanos”. Com poucas exceções, sua voz e figura conseguem elevar a qualidade de uma demo como poucos.

“Lyricist” é uma delícia, já ouvi umas trinta e sete vezes de ontem para hoje. Além disso, ela segue uma moda estranhamente interessante que muitos cantores sul-coreanos já vinham apresentando há bastante tempo, mas que parece ter se intensificado esse ano: a inspiração na bossa nova.

Não tenho a mais remota ideia do porquê de diferentes produtores e compositores da Coreia do Sul serem influenciados pela bossa nova (talvez por trilhas sonoras de filmes europeus?), mas foram vários os singles e album tracks mesclando o estilo aqui do Brasil com outras influências mais atuais. Alguns exemplos:

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2017 [100-86]

Olá, crianças. Como havia avisado no início da semana, usarei esse período de “férias forçadas” para adiantar mais um ranking de melhores do ano que, eventualmente, eu já recuperaria lá do outro blog em algum momento de 2020. E seguindo a escadinha decrescente, é a vez de 2017 dar às caras. Já que não há nada pra fazer enquanto estou preso em casa, melhor tocar os trabalho por aqui, não?

Também como já tinha dito, o ano de 2017 foi bastante significativo para o que chamamos nesse nicho de “blogosfera fundo de quintal”. Para o Esquadrão Lunático, foi o seu momento de auge em audiência (culpa dos deboches que eu fazia com o ~loonaverso~, acho). E vários e vários outros blogzinhos (ASIANMIXTAPE, do qual eu copio o layout, Why Dougie, Delírios da Madrugada, a lista segue) eram bastante ativos, com posts quase que diários e uma porção de opiniões diferentes que faziam desse meio um gueto online bem divertido de acompanhar. No fim do ano, fizemos até o nosso próprio award com votação popular (só para vocês, ridículos, elegerem o “W Face”, da Koda Kumi, como o melhor álbum japonês do ano, porra).

Dito isso, é meio óbvio que várias das músicas desse período têm um apelo especial para este que vos escreve, durando em minhas playlists com bem mais força que outros anos até hoje. Tem coisa em, vá lá, 90º lugar que eu colocaria em 20º em outros anos. É aquilo do meio influenciar a opinião, que muita gente (críticos profissionais que se levam muito a sério, num geral) parece tentar ignorar.

MARAVILHOSAS REGRAS

O top é meu, baseado única e exclusivamente em minha opinião, minha subjetividade. Então, coisas como charts, vendas, popularidade e relevância pra o meio em nada influenciam isso;

Embora eu confesse que tenha segurado a mão nas album tracks do Loona para o spam não ser tão grande, um mesmo act pode aparecer um monte de vezes, ainda que isso signifique cortar outro que teve só um singlezinho legal no ano. Representatividade numérica não conta tanto para mim;

Meu maior critério de escolha, na real, é o quanto as faixas duram em minhas playlists diárias. Quanto mais ouço, mais alto ela aparece. Mesmo que eu considere uma música “melhor” que outra em questões técnicas (exemplo aqui, orbits), se eu ouvi pouco conforme os anos passaram, tchau;

Vocês têm todo o direito de discordar das minhas opiniões e até sugerir outras melhores para as posições ocupadas, mas saibam que estarão errados, pois meu gosto musical é perfeito. Bjokas.

Enfim, sem mais enrolações, vamos logo para a primeira parte, que conta com 1 MandoPop, 1 J-Pop e TREZE capopes. Será que esse desnivelamento se manterá ao longo da lista? Sim.

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