Mas é claro que a Hyolyn lançou seu afrobeat com “Wait”

Com o hit do afrobeat ano passado com “Water”, da Tyla, era questão de tempo até isso se tornar um dos gêneros replicados no K-Pop, tal como foi o tropical house, dancehall, dentre outros em outras épocas. Dessa vez, talvez pelo sucesso das estéticas sonoras do NewJeans, como drum’n’bass, miami bass, jersey etc., a onda não foi tão massiva (sinais de que agora a Ásia está ouvindo mais a Ásia em vez de ouvir os EUA em questão de modinhas? Sei lá), mas já tivemos algumas tentativas nos últimos meses.

Nessa, confesso que o que mais esperava era o eventual mergulho da Hyolyn no gênero. Afinal, a gatinha é meio que referência de verão para nós capopeiros velhos de guerra (os novos sequer devem saber que algo chamado Xisuta existiu), e nada grita mais a verão nesse momento que o afrobeat. Então, vamos ouvir o que ela fez nisso com Wait

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RM e LE SSERAFIM que se cuidem: KARD se esforça para lançar a música mais chata do ano em “Tell My Momma”

Não sei vocês, mas o KARD, hoje em dia, me passa uma impressão de “sonho febril”. Quando eles surgiram no meio da década passada, eram um tipo de novidade quente. Afinal, quase ninguém no K-Pop aposta nisso de grupos mistos. E o grupo meio que vingou numa sonoridade mais tropical e sensual em seus primeiros trabalhos (acho os singles todos de 2017 excelentes). Todo mundo colocou “oh na na” nas músicas por conta deles.

O problema é que o grupo meio que morreu artisticamente e em relevância depois disso, né? Talvez por apostarem em estéticas mais voltadas pro hip hop try-hard? Sei lá. Eu ainda gosto de Red Moon, mas o que mesmo que teve depois disso?

Eu meio que jurava que eles já tinham ido pro saco, mas aqui estão eles de volta, com o que me parece ser a primeira parte de um comeback, mas que me despertou zero vontade de ouvir a eventual segunda parte. Sério, Tell My Momma é um dos negócios mais pau mole de 2024, e isso vindo de um dos acts que costumava soltar algumas das músicas mais pau duro do K-Pop…

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Montando minha playlist da vida – Parte 3

Seguindo esse post dominical em um fim de semana triste pela morte do Silvio Santos, e de raiva por o Chelsea já ter perdido em casa pra porra do Manchester City logo na primeira rodada da Premier League. Se o Botafogo perder pro Flamengo mais tarde, esse terá sido um dia inútil.

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Lisa é uma “New Woman” com Rosalía, e Max Martin é o anti-Teddy

Lisa segue em sua carreira solo fora da YG Entertainment vindo com seu segundo single, New Woman. O título faz sentido não só dentro da letra da faixa, mas também dentro do que a Lisa parece estar querendo construir para si como cantora fora do selo, com ela de fato se mostrando uma nova mulher em sentidos sonoros. E pra melhorar, tem a Rosalía, minha provável cantora favorita da atualidade.

Isso aqui tá excelente e lamento por quem tiver entrado aqui achando que eu ia esculachar ela, porque esse será outro daqueles posts raros onde eu passo parágrafos e mais parágrafos elogiando o hino.

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Montando minha playlist da vida – Parte 2

Dando continuidade a esse novo quadro dominical aqui do blog, onde eu, sem pressa alguma, vou montando, de dez em dez, minha playlist de músicas prediletas da vida.

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