Eu passei os últimos dias viciado em DASH e yes, and?, então só agora fui ouvir de verdade o comeback do SISTAR19 com No More (Ma Boy), que está muito legal também:
Continuar lendo “SISTAR19 choca vaqueiros com “No More (Ma Boy)””
Eu passei os últimos dias viciado em DASH e yes, and?, então só agora fui ouvir de verdade o comeback do SISTAR19 com No More (Ma Boy), que está muito legal também:
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Eu tinha tanto ideia de que o IVE lançaria hoje seu primeiro single em inglês quanto tenho ideia de quem é Saweetie, mas aqui estamos com as gatinhas entregando um EDMzão fritado na bala como se estivéssemos em 2009 e o David Guetta fosse a coisa mais quente do momento em All Night:
Uma aleatoriedade que não sei se acontece com meus coleguinhas blogueiros, mas que sempre se repete comigo, é que nas últimas semanas de dezembro eu fico tão imerso nas músicas que coloco no top 100 do ano que, quando chega janeiro, eu fico meio enjoado de tudo. E aí, algumas músicas do ano anterior que calharam de não entrarem no listão começam a crescer tardiamente em minhas playlists.
Duas têm se destacado aqui em casa: uma do Billlie, que vou falar amanhã, e o debut solo da Jihyo, que está ridícula de gostosa em Killin’ Me Good. Vamos a ela…
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Pra ser bem honesto, nunca me interessei de verdade pela carreira solo da Amber, dentro ou fora da SM Entertainment. A única música dela que me deu vontade de ouvir mais de uma vez foi Need To Feel Needed, de DOIS MIL E DEZESSEIS. Sempre tive a impressão de que ela optou ir por um caminho, huh, “artístico” demais, onde a “mensagem” importava mais que a “música”.
Pra mim, para que uma “música com mensagem” funcione, é importante que, heh, a “música” funcione por si só. Não sei como explicar isso objetivamente, então vou exemplificar: Cherry, da Rina Sawayama, é uma música com mensagem (no caso, sobre ela se assumir bissexual), que atende a esse requisito e eu adoro.
Como nada do que ouvi da Amber nesse meio tempo (e eu meio que ouvi tudo) me pegou de verdade, fiquei até surpreso com esse mais recente comeback dela, já que Dusk Till Dawn é uma música realmente bacana…
Donas do melhor K-Pop do ano passado, as NMIXX estão de volta com seu segundo mini-álbum, “Fe3O4: BREAK” (tafuk esses nomes, JYP). A essa altura do campeonato, todos já sabemos que a melhor coisa que aconteceu ao grupo foi largarem aquela baboseira de “mixx-pop”, embora uma meia dúzia de ratazanas na internet finja que realmente curtia as “experimentações” dos primeiros singles dela (e a gravadora finja que ouviu com “Soñar”, que até brinca com o instrumental, mas passa longe da loucura de “O.O”, por exemplo).
Possivelmente, entenderam que, ao menos para as titles, o que deve ser a sonoridade “A” do NMIXX são esses números que remetem ao hip hop das antigas, dado a DASH abaixo…
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