TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2024 [70-56]

Terceira parte do listão, com mais uns capopes pingados em meio a um mar do bagulhos japoneses. Mais música do Perfume, mais da Sheena Ringo, do Wednesday Campanella, o segundo melhor release solo masculino do ano, e a gatinha mais cancelada por vocês na atualidade.

Sem enrolações, vamos lá…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2024 [85-71]

Dando continuidade ao ranking de melhores lançamentos do pop asiático desse ano, vamos com mais uma parte cheia de músicas do J-Pop e quase nada do K-Pop. Estou achando isso engraçado, porque é tipo uma reparação histórica do quanto a coreia costuma ser mais pauta num geral, mas agora está de escanteio por um tempo.

Bora lá…

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Top 20 baladões do pop asiático!

Estamos a menos de um mês para o início do verão aqui no Brasil. O que quer dizer que logo logo começa o inverno nos países asiáticos. Isso é sinônimo de uma série de releases temáticos, incluindo baladinhas românticas que a galera de lá acha que tem tudo a ver com a estação. Com esse fato em mente, recebi um delicioso pix da leitora Julia (Quem será? Ninguém usa o nome real na caixa de comentários, então sempre fico chocado que são pessoas de verdade…) encomendando uma lista com os melhores baladões já feitos em minha sempre correta opinião (um salve para todos que tiltaram com “Love Scenario” em TERCEIRO LUGAR post passado).

A mensagem no pix dizia que poderia ser com músicas do pop asiático ou ocidentais, então decidi dividir isso em dois posts separados. Hoje, as asiáticas, na próxima, as desse lado do hemisfério.

Há diferentes definições técnicas para “balada” no meio musical. Não vou entrar a fundo nisso, pois não sou um profissional da música, mas pensem em faixas que tenham um andamento mais lento do que as músicas que, costumeiramente, chamamos de “midtempo” (alô alô, Brave Brothers). No entanto, podem existir baladas cujo instrumental é mais “uptempo”, e aí o que qualifica elas como baladas é o “downtempo” dos vocais, ou vice versa, com os vocais mais rápidos, mas o instrumental mais lento. Faz sentido? Espero que sim.

De certa forma, muito do que caracteriza uma balada, além desses aspectos mais técnicos de andamento, é a “intenção” dela soar uma balada. Os compositores e produtores fazem elas com o intuito delas soarem baladas. E é bem comum que, por elas terem tempos de respiro maiores, já que os andamentos são mais lentos, que elas sejam construídas com elementos que são colocados ali para nos despertar grandes emoções. Sejam românticas, sejam melancólicas, tristes. No mundo gospel, muitas das músicas de maior projeção são, justamente, baladas, pois aproveitam elas para adicionar essas mensagens religiosas que são presentes em músicas assim.

Eu sei que há um mundo GIGANTE, tipo, muito grande MESMO de baladas na Coreia do Sul. Um mundo que entra em disputa, inclusive, com o K-Pop em si. Que ele é muito forte através de OSTs de séries de TV por lá, e que há artistas que são alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica coreana por conta disso. Mas eu não consumo quase nada desse meio (acho que a única música, por exemplo, do Davichi que eu realmente ouço é Beside Me, que nem é das mais famosas delas), então não esperem muito disso aqui.

Sei que alguns, com razão, sentirão falta de coisas do BOL4, da IU, da Ailee, do Red Velvet, da Namie Amuro e, principalmente, da Ayu a seguir, mas quis compilar só vinte das que eu escuto com uma maior frequência. Mas todas esses aí têm grandes clássicos que realmente são excelentes também, só calharam de ficar na peneira.

Enfim, vamos ao listão. Deixem nos comentários as que vocês mais gostam também!

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Cinco álbuns asiáticos que poderiam ter sido indicados a AOTY no Grammy

Duas pautas dos últimos dias que se encontram: o tal “Grammy asiático”, no fim, se mostrou uma premiação nova lá do Japão, e o Grammy de verdade lançou quais foram seus indicados para a premiação do ano que vem.

Imagino que esses dois eventos devam ter gerado muita repercussão na internet, muito choro, muita raiva, e muitas threads provando por A mais B que a Chappell Roan é uma ingrata ou algo assim, mas não tenho ideia, pois abandonei o X antes mesmo dele ser bloqueado por aqui, e só entro com a conta do blog por lá para divulgar links dos posts daqui.

Mas o que esse blogzinho tem a ver com isso? É que resolvi aproveitar o gancho temático para indicar quais álbuns da indústria fonográfica asiática (que vai se resumir só a J-Pop e K-Pop) eu colocaria em uma metafórica categoria de AOTY no tal Grammy asiático. É nada mais que uma oportunidade para eu divulgar quais os discos que mais tenho ouvido esse ano todos de uma vez? Possivelmente. Então, aproveitem aí esse postzão de domingo comigo gripado e já puto de antemão porque o Chelsea provavelmente vai perder pro Arselixo mais tarde…

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Sheena Ringo coloca Nocchi, do Perfume, pra cantar em “Hatsu K.O. Gachi”

Sheena Ringo lançou ontem seu oitavo álbum de estúdio, ‘”Houjoue” (uma palavra usada no budismo para se referir a libertar animais, wtf), que traz uma porção de colaborações com outros artistas. Várias dessas músicas ganharam videoclipes, mas acho que a que mais se destaca é Hatsu K.O. Gachi (“primeira vitória por nocaute”), pois ela, curiosamente, traz a Nocchi, do Perfume, cantando sem os efeitos que o Nakata coloca nos vocais do grupo.

Então, vamos a ela…

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