PLAYLIST (Maio’21) 🍜

E se foi maio. Cansativo no meu lado discente, já que foi o último mês do terceiro período da minha faculdade e uma porção de professores resolveram despirocar, tacando provas surpresas, avaliações malucas e desbancar em surtos de raiva em sala de aula. Mas bem bom nos outros: mamãe tomou vacina, as lojinhas online aproveitaram o ~mês do orgulho nerd~ pra colocar tudo em promoção, então descolei barato uns gibis e livros de luxo que eram caros da minha lista de desejos, além duns joguinhos para o meu novo ultra super uber pc gamer com luzinha colorida irritante. Írra!

E no pop asiático as coisas foram surpreendentes. Com o fim desse período de virada entre primavera e verão, vários acts grandes fizeram comeback e debutaram com armas fortes tentando arrancar a atenção do público na Coreia do Sul. Joy e TXT não conseguiram a minha ainda, nem ouvi os álbuns, então ficam para junho só. Já no Japão, bom, só sei o que os coleguinhas postaram em seus blogs, pois não tive tempo de procurar mais. Mas teve FEMM com sua melhor música em anos, então comemoremos e comecemos logo essa playlist elaaaaasssss…

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Heize leva a disco music pras cafeterias em “Happen”

Bom, eu basicamente sou o grande embaixador de Heize na blogosfera fundo de quintal. Então, vamos a mais um lançamento ótimo dela que muitos de vocês irão ignorar…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2016 [10-01]

E enfim chegamos ao fim do quarto top throwback do Miojo Pop, listando quais foram os 100 melhores lançamentos do asian pop durante o curioso ano de 2016 (um oferecimento COVID-19). Muitas foram as ótimas músicas que passaram por aqui nos últimos dias, mas só 10 conseguiram atingir o ápice em tal ranking.

Sem mais enrolações, qual bop se juntará ao glorioso pancadão da Anda, What ou Waiting For, ao baladão ultraemotivo da BoA, Fly, ao sex anthem Eclipse, da Kim Lip, e ao rockzão poético She Hates Me, da Anna Tsuchiya, no panteão de bests of aqui do blog? Confiram…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2016 [100-86]

E veio aí de verdade! Não, não era lenda. Eu enfim começarei esse top 2016, tão prometido e comentado há tanto tempo, mas que fui empurrando com a barriga por preguiça. A partir de hoje, pelas próximas semanas de agosto, recobrarei esse ranking com os maiores lançamentos de quatro anos atrás, originalmente postado lá no outro blog. Claro, com algumas atualizações, pois o tempo passa e nossas opiniões vão se modificando.

2016 foi um ano bem… atípico para o pop asiático. A partir dele, uma porção de acts sul-coreanos decidiram, na falta de um termo melhor, se levar a sério demais nisso de “conceito” e em produzir material para que as fanbases se digladiarem em interpretações através de poucos segundos de MVs ou letras quaisquer. Nessa, o K-Pop perdeu parte daquela aura “trash” que atraiu muita gente no início da década, como se a Coreia do Sul fosse um grande depósito de pancadões pop derivativos maravilhosos que os EUA já não conseguiam mais ser, justamente por se venderem como algo “a mais” do que eram.

Em paralelo a isso, na ilha vizinha, todo mundo resolveu aparecer. Utada voltou da aposentadoria com seu melhor álbum em todos os tempos, outras j-véias foram pra cima com singles também muito fortes e uma campada do novos acts pirados da cabeça fizeram de tudo para se sobressair. Bom para mim e para outros fãs de J-Pop. Em reflexo, essa foi a lista mais desnivelada para o lado nipônico que já fiz: serão 2 representantes do MandoPop, 46 do K-Pop e CINQUENTA E DUAS do J-Pop. Se preparem para suas favoritas nem aparecendo enquanto REOL ou Wednesday Campanella comem várias e várias posições com album tracks emblemáticas.

MARAVILHOSAS REGRAS

O top é meu, baseado única e exclusivamente em minha opinião, minha subjetividade. Então, coisas como charts, vendas, popularidade e relevância pra o meio em nada influenciam isso;

Meu maior critério de escolha, na real, é o quanto as faixas duram em minhas playlists diárias. Quanto mais ouço, mais alto ela aparece. Mesmo que eu considere uma música “melhor” que outra em questões técnicas (exemplo aqui, reveluvs), se eu ouvi pouco conforme os anos passaram, tchau;

Vocês têm todo o direito de discordar das minhas opiniões e até sugerir outras melhores para as posições ocupadas, mas saibam que estarão errados, pois meu gosto musical é perfeito. Bjokas.

Sem mais enrolações, vamos ao primeiro corte, com Jennie e as outras já morrendo na última posição…

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Time Machine: “And July” e quando a Heize se tornou a mocreia do rap mais bem sucedida em todas (2016)

Essa movimentação toda em cima do “Good Girl”, que já acabou e eu esqueci de assistir, me lembrou de quando a MNET tinha um outro programa onde rappers e idols competiam para ver quem é a maior grande gostosa entre as grandes gostosas e faturar unzinho nisso: o “Unpretty Rapstar”, cujas primeiras duas temporadas (o programa meio que se queimou e perdeu a relevância depois disso) foram ao ar no emblemático ano de 2015. A primeira serviu um programa mais interessante de assistir, com momentos que ficaram na cabeça por muito tempo (Jimin e Jessi rainhas nisso, conseguindo render takes por coisas aleatórias como enfatizar que aquilo era uma competição e tretas envolvendo frango).

A segunda, no entanto, serviu um line-up ainda mais estrelar (Yubin, Hyolyn, Yezi, Exy, trainee da YG). E ainda que os resultados finais não tenham sido realmente satisfatórios (porra, dar a vitória pra Truedy?), a competição nos permitiu abrir os olhos para alguns talentos que acabamos não prestando tanta atenção, visto não fazerem parte de grandes gravadoras, ou por não estarem nos circuítos mais populares frequentados por idols. Dentre esses nomes, é fato dizer que a Heize foi a que se deu melhor à longo prazo.

Transitando entre o Hip Hop e aqueles releases mais alternativos que universitários coreanos adoram colocar no topo da Gaon, hoje ela é a com a carreira mais estável, colecionando sucessos a cada comeback. E isso tudo começou lá em 2016, com uma sequência de hits, cujo meu preferido até então é And July, parceria com o Dean

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