Time Machine: Aquela vez que a Lee Haeri serviu trilha de 007 em “Pattern” (2017)

Dias atrás, a Billie Eilish lançou No Time To Die, música tema do próximo filme, de mesmo nome, da franquia 007. Não sou o maior fã do som da Billie em geral, nem compro muito a aclamação que ela recebe da mídia, mas isso é assunto para uma próxima oportunidade. O que curto nessa equação, no caso, são “músicas tema de 007”. Nisso, a pirralha e seu irmão seboso entregaram um baladão excelente e perfeito dentro do que costumo esperar de trilhas para tocar enquanto passa uma animação cafona no início dos filmes do James Bond: desenvolve um ar de mistério, o instrumental vai numa crescente soturna e sexy, há algo na timbragem que a deixa com cara de “velha”, “abafada”.

Inevitavelmente, me peguei pensando em outros exemplares desse estilo (dentro do cancioneiro asiático, que é o tema desse blog, huh) que estariam em casa nessa franquia. Em tais delimitações, acho que ninguém soltou nada melhor nos últimos tempos que, vejam que loucura, a Lee Haeri, do Davichi.

Se não conhecem, ouçam Pattern:

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Time Machine: Jolin Tsai, “Ugly Beauty” e a habilidade de colocar todos para pensar enquanto rebolam a raba (2018)

Segunda metade de dezembro de 2018. Eu havia anunciado no Esquadrão Lunático que o blog entraria em sua reta final, por todos aqueles motivos que eu já cansei de contar aqui. O que faltava para encerrar sua trajetória com chave de ouro? Compilar quais as melhores músicas de tal ano e montar os respectivos rankings. Yubin emulando Mariya Takeuchi, SHINee homenageando o Jonghyun se jogando no house, Mondo Grosso e BoA destruindo no J-Pop. Tudo fechado, tudo certo, preparado.

21 de dezembro: a porra da Jolin Tsai desiste da vida de boleira e resolve derreter o cérebro de todo mundo com isso aqui…

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Time Machine: “Tell Me One More Time”, JINUSEAN, Pink Punk e uma história onde só o Bobby mesmo teve final feliz (2015)

A piada com o Bruno estar preso no porão da YG junto com o JINUSEAN que fiz outro dia reavivou nas minhas playlists diárias essa que é uma das minhas músicas favoritas do cataclísmico ano de 2015: Tell Me One More Time. Curiosamente, esse é um daqueles casos onde o release rendeu mais pauta por outros motivos que pela música em si. Então, voltemos ao meio da década passada para relembrar um dos cases de descaso mais intrigantes dos últimos tempos no K-Pop…

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Time Machine: em “I Swear”, Sistar entregou o melhor single de verão de todos os tempos (2014)

E aí que o verão já está rolando lá na Coreia do Sul e, como era de se esperar, diferentes acts vêm lançando um sem número de faixas condizentes com a estação. Algumas melhores que outras, claro, mas isso já é normal do nicho. Normal também é o inevitável pensamento dos capopeiros mais velhos em associar essa época do ano às ex-rainhas dos bops vibrantes. Não, não estou falando de Marina Lima e Renato Rocketh de bundinha de fora, topless na areia, virando sereia. Sim das gostosas do Sistar, que partiram dessa pruma pior há uns anos, mas sempre pairarão o imaginário coletivo quando a temperatura subir e algum vendedor passar na areia perguntando “vai um milho aí, pai?”.

E dando continuidade a essa que é uma das minhas coluninhas favoritas nisso de blogosfera fundo de quintal, aproveitemos o ensejo para relembrar o que eu considero não só a melhor faixa do finado quarteto, mas também como o maior jam de verão em todos os tempos: I Swear

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