TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2013 [85-71]

Continuação desse top relembrando quais foram as maiores músicas asiáticas do ano de 2013. Na parte anterior, muito choro por “Mirai no Museum” existir, reclamações por um single do APINK AEGYO ser cortado logo de cara, alegações de que na verdade sou um youtuber famoso escondido, e pessoas confusas com o que diabos foi um Asian Mixtape.

Nessa, mais várias músicas icônicas, incluindo um cover feito pela Koda Kumi que possivelmente deve ser a única menção a ela esse ano aqui no blog, já que me recuso a falar sobre o mini horrível que ela soltou esses dias…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2013 [100-86]

Listas de melhores do ano são parte fundamental de blogzinhos independentes que falam de música. E em todos os espaços que tive comentando sobre pop asiático, sempre curti montar esses tops throwback para indicar para novos leitores e ouvintes desse nicho faixas que foram grandes em determinados anos e até então duram em minhas playlists. Aqui no Miojo Pop, tenhos listões do ano passado até o de 2014, e acho que já é hora de fechar os outros anos do início da década passada por aqui.

A começar pelo de 2013, do qual já há algumas semanas tenho resgatado faixas através das resenhas dos melhores álbuns daquele ano. Em algum momento entre esse ano e o início do ano que vem, devo fazer o mesmo como 2012 e 2011, e ainda montar um listão de melhores da década de 2000.

2013 foi um ano interessante para quem curte música de lá do outro lado do planeta. O K-Pop já tinha se firmado como cenário nacional e vinha chamando mais e mais atenção pelo globo, com vários acts da segunda geração já sendo “veteranos”, enquanto outros nomes da que viria a ser conhecida como terceira geração e que tornariam o nicho o negócio mais quente da música pop nos anos seguintes ainda engatinhavam ou estavam para surgir. No J-Pop, não tiveram muitos singles realmente impactantes em quantidade, mas alguns dos álbuns mais legais da década são desse ano, então a quantidade de tracks é vasta por isso.

Enfim, naquelas regras internas de que a lista é minha, entram as músicas que eu mais gosto e blá blá blá, vamos para a primeira parte desse top, com as faixas entre as posições 100 e 86. E nenhuma delas é da Ayu, pois deus me livre de ouvir o “Love Again” em 2025…

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ALBUM REVIEW | 9MUSES – Prima Donna (2013)

Para a galera que já passou dos 25 (ou dos 30, cof cof) e viveu o auge da segunda geração do K-Pop, o time de produção Sweetune certamente foi um dos nomes que mais empolgavam quando estavam associados aos lançamentos de acts dessa época. O grupo de produtores/compositores debaixo do guarda-chuva da dupla Han Jae-ho e Kim Seung-soo foi responsável por grandes faixas de nomes como KARA, Rainbow, Infinite, Boyfriend, Spica, e por bops de gerações posteriores, de grupos tipo Lovelyz, Romeo, Stellar, Snuper. E caso coloquemos os times de produção que saíram da equipe gerenciada pelo Sweetune que fizeram seus próprios nomes, como o trio MonoTree e o grupo OnePiece, a lista fica ainda maior.

As músicas assinadas pelo Sweetune eram diferentes entre si, mas sempre tiveram uma assinatura em comum extremamente marcante: o drama. Seja brincando com discosynthpop ou elementos do R&B, o ponto mais destacável nelas é o quão propositalmente exageradas, sentimentais, passionais elas eram nos instrumentais e letras. Sabem a mania atual no K-Pop que alguns produtores têm de deixarem as faixas o mais simples, “não desgostáveis” e inespecíficas desse easy listening? É o contrário. É para ser impactante, é pra mexer com a cabeça de alguma forma.

Pois bem, em 2013, o Sweetune produziu um álbum inteirinho para outro dos grupos com quem o time sempre colaborou, o 9MUSES. Há acertos que mudam vidas e alguns desperdícios dentro do Prima Donna, mas o titio Lunei aqui garante para vocês que, ao escutarem ele, vocês entenderão o quão legal e mais interessante que muita coisa essa cena já foi um dia. Porque para além de tudo, o “Prima Donna” é um álbum que quer soar como álbum…

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Top 15 hinos gays do K-Pop!

Os recentes posts de boygroups feitos aqui no blog agradaram a muita gente, mas essa “cota hétero” parece já ter dado nos nervos de alguns de vocês. Caso da leitora Julia, que mandou mais um delicioso pix para minha conta essa semana encomendando uma lista com aquelas que eu considero serem as músicas mais homossexuais do K-Pop para poder limpar o palato.

Quando pensamos em “hinos boiolas” nesse nicho, podemos ir para, pelo menos, dois lados diferentes. Um deles é o de músicas que, de fato, são feitas por gays, ou feitas para passar uma mensagem de apoio à comunidade, como “Heart Attack”, da Chuu, “Love Wins All”, da IU, “Dusk Till Dawn”, da Amber, ou qualquer coisa que o Jo Kwon tenha feito e nunca dei muita importância.

O outro é o de músicas que se apropriam (e não digo isso de modo ruim) de sonoridades comuns e historicamente relacionáveis aos guetos LGBTQ+, como a disco, a house e o synthpop, e constroem em cima disso faixas que nos fazem pensar “nossa, que gay anthem”, porque se fossem lançadas nas épocas em que as festas desses guetos se iniciaram (entre as décadas de 70 e 90), certamente seriam adotadas pela comunidade, como clássicos da Donna Summer, da Gloria Gaynor, do Frankie Goes to Hollywood, Village People, Madonna, Pet Shop Boys, etc.

Hino

E é nessa pegada que decidi montar essa lista, com 15 músicas, todas extremamente dançantes, que por mais que (a maioria delas) não tenham sido pensadas com esse propósito, pra mim se tornaram hinos homossexuais de dentro do K-Pop.

Em ordem crescente de preferência, vamos lá…

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As 20 melhores músicas… do K-Pop!

Tempos atrás, uma patota de profissionais da música na Coreia do Sul se reuniu para eleger quais foram as melhores faixas lançadas na história do K-Pop até aquele momento para a Melon (leiam aqui). A eleita, no caso, foi “No.1”, da BoA, o que faz sentido, já que, como pontuou o Dougie no post que linkei, essa se tornou uma música assinatura dela, que é um enorme símbolo do começo da onda hallyu como um todo. O pódio fecha com “Growl”, do EXO, ocupando a segunda posição, seguida de “Gangnam Style”, do Psy, que rapa a terceira.

O ranking provavelmente é condizente com o K-Pop enxergado de dentro da própria indústria (tanto que “Gangnam Style”, o primeiro hit global coreano, está alto assim). Contudo, ao ver essa lista lá em agosto, pensei em fazer o meu próprio topzinho de maiores bops coreanos já lançados. Levei um tempo maquinando e cheguei nessas 20 que, meio que, compilam o meu gosto e os highlights da minha vidinha de capopeiro, que começou lá em 2010 e infelizmente dura até hoje.

Tem coisa velha, tem coisa nova, title, album track, vários lançamentos de um ano só, anos que foram totalmente ignorados, uma delicinha que nem pegou #1 no top de seu respectivo ano, mas acabei descobrindo que ela é mais importante que as que ficaram acima, spoilers de tops que ainda nem saíram, muitas faves juntas num lugar só, um só act aparecendo três vezes e um mundaréu de outros que nem foram mencionados, pois esse é o crème de la crème do meu gosto pessoal.

Preparem a pipoca e vamos celebrar os maiores jams da história do K-Pop…

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