Raspa no tacho (31/10): chatice da Somi, AKB48, Morning Musume, NCT 127 e mais

Na real, rolou bastante coisa bem comentável nos últimos dias, mas eu fiquei TÃO OCUPADO essa semana terminando TRÊS TRABALHOS da faculdade ao mesmo tempo que jamais rolaria tempo pra ir soltando posts em dia. E eu ainda tenho mais outras TRÊS AVALIAÇÕES pra entregar até o final da semana que vem, então bora aproveitar essas horas livres entre obrigações pra matar logo tudo que fiquei devendo de uma vez.

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2016 [100-86]

E veio aí de verdade! Não, não era lenda. Eu enfim começarei esse top 2016, tão prometido e comentado há tanto tempo, mas que fui empurrando com a barriga por preguiça. A partir de hoje, pelas próximas semanas de agosto, recobrarei esse ranking com os maiores lançamentos de quatro anos atrás, originalmente postado lá no outro blog. Claro, com algumas atualizações, pois o tempo passa e nossas opiniões vão se modificando.

2016 foi um ano bem… atípico para o pop asiático. A partir dele, uma porção de acts sul-coreanos decidiram, na falta de um termo melhor, se levar a sério demais nisso de “conceito” e em produzir material para que as fanbases se digladiarem em interpretações através de poucos segundos de MVs ou letras quaisquer. Nessa, o K-Pop perdeu parte daquela aura “trash” que atraiu muita gente no início da década, como se a Coreia do Sul fosse um grande depósito de pancadões pop derivativos maravilhosos que os EUA já não conseguiam mais ser, justamente por se venderem como algo “a mais” do que eram.

Em paralelo a isso, na ilha vizinha, todo mundo resolveu aparecer. Utada voltou da aposentadoria com seu melhor álbum em todos os tempos, outras j-véias foram pra cima com singles também muito fortes e uma campada do novos acts pirados da cabeça fizeram de tudo para se sobressair. Bom para mim e para outros fãs de J-Pop. Em reflexo, essa foi a lista mais desnivelada para o lado nipônico que já fiz: serão 2 representantes do MandoPop, 46 do K-Pop e CINQUENTA E DUAS do J-Pop. Se preparem para suas favoritas nem aparecendo enquanto REOL ou Wednesday Campanella comem várias e várias posições com album tracks emblemáticas.

MARAVILHOSAS REGRAS

O top é meu, baseado única e exclusivamente em minha opinião, minha subjetividade. Então, coisas como charts, vendas, popularidade e relevância pra o meio em nada influenciam isso;

Meu maior critério de escolha, na real, é o quanto as faixas duram em minhas playlists diárias. Quanto mais ouço, mais alto ela aparece. Mesmo que eu considere uma música “melhor” que outra em questões técnicas (exemplo aqui, reveluvs), se eu ouvi pouco conforme os anos passaram, tchau;

Vocês têm todo o direito de discordar das minhas opiniões e até sugerir outras melhores para as posições ocupadas, mas saibam que estarão errados, pois meu gosto musical é perfeito. Bjokas.

Sem mais enrolações, vamos ao primeiro corte, com Jennie e as outras já morrendo na última posição…

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Good Girl: comentando as apresentações da primeira rodada

Já está rolando o Good Girl, novo reality show da MNET onde rappers e cantoras “urban” (ooh, esse termo guarda-chuva genérico) se apresentam juntas e ganham uns trocados, mas que não é um survival show com elas competindo entre si, embora a primeira rodada traga justamente uma competição de performances solos em que a mais aclamada fatura um troco e a menos aclamada é arrastada pra lama, ou algo do tipo. Confesso que não entendi bem a pegada do programa, pois ainda não comecei a assistir (vou deixar acumular mais uns episódios antes de pegar pra ver), mas pelo que entendi dos resumos do Dougie e do Guilherme, é mais ou menos isso. Ou não. Sei lá. Um dia descubro.

O elenco é bem bom: tem a Cheetah, que é figurinha carimbada em vários produtos da casa (Unpretty Rapstar, Produce 101, Queendom), a Hyoyeon (impressionante a SM ter topado isso, já que a gravadora não costuma deixar seus contratados participarem dessas pataquadas como competidores, pois aparentam preferir manter uma imagem intacta), a Jimin Park (vai demorar para eu me acostumar com o stage name Jamie, desculpem aí), a Ailee, a mina do KARD que não é a que era do April, uma das gostosonas do CLC, além de nomes de menor relevância por aqui, mas que parecem render muito em tela.

Como eu disse, não cheguei a assistir os dois episódios que já saíram. No entanto, as apresentações da primeira rodada, onde elas cantam para uma platéia de ex-participantes de outros programas da MNET e se autoavaliam para saber quem é a grande gostosa mais grande gostosa já de cara, valendo uns trocados, já estão disponíveis no YouTube. Abaixo, comento todas elas, elencando da pior à melhor.

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [25-11]

Penúltimo dia do ano, penúltima parte desse ranking. Com a grande maioria das músicas já cortada, é hora daquele momento em tops de melhores do ano da blogosfera fundo de quintal onde aparecem as pérolas, as gemas, os hinos, as fadas de cristal que são emblemáticas, mudadoras de vida, quase clássicos contemporâneos, mas que, por pura subjetividade desse que vos escreve, acabaram não ficando entre as 10 mais.

E aí, quem vai morrer na praia junto com a Chung Ha? Vamos descobrir…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [40-26]

E enfim chegamos à trinca final de posts. O que quer dizer que, daqui em diante, todas as faixas realmente fizeram algum barulho em minhas playlists, a ponto de, em dados momentos, serem consideradas para o top 10. Mas a vida não é perfeita para todos, então tais delicinhas acabaram barradas da festa um pouco mais cedo.

Introduções feitas, vamos deitar pro AOA…

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