Raspa no tacho (30/11): Kyary Pamyu Pamyu, Tokyo Incidents, Bonnie Pink, NiziU e mais uns jotapopes pra vocês!!1

Mais um blocão de lançamentos não previamente comentados, dessa vez da ala japonesa da força. Tem bastante coisa boa, então vamos lá!

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Wednesday Campanella contrata uma nova vocalista e volta aos eixos nas ótimas “Alice” e “Buckingham”

Tem esse grupo japonês chamado Wednesday Campanella do qual eu sou grande admirador. Ou pelo menos era até uns anos.

Esse trio era formado por um DJ, uma vocalista, a KOM_I, e um cara unicamente responsável pelos videoclipes dos singles. Lá por 2015 eles “estouraram” lá no Japão dentro do que um grupo alternativo de música eletrônica consegue estourar: conseguiram fechar participações em festivais, os clipes rodaram o YouTube com milhões de visualizações, mandaram bem nos serviços de streaming e ainda arrumaram uma porção de CFs com marcas diferentes tão diferentes entre si quanto cosméticos, montadoras, espumantes, energéticos e um serviço de apostas em corridas de cavalos podem ser.

O grande lance do Wednesday Campanella musicalmente é que eles conseguiam mesclar bem coisas mais alternativas e condizentes com a cena eletrônica de beco da qual eles faziam parte com elementos mais pop e radiofônicos, que conseguiam agradar e angariam um público mais pedestre pros releases deles. Só que, lá por 2018, tudo começou a desandar, com eles deixando esse verniz mais “pop” de lado e ficando alternativos DEMAIS (boa sorte para vocês tentando ouvir isso aqui até o final).

Chegamos ao final de 2021 e muita água já correu. A KOM_I anunciou que deixou o grupo e irá seguir carreira solo e o Wednesday Campanella colocou uma pirralha punk de VINTE ANOS chamada Utaha como substituta. O primeiro single double-a-side dessa nova formação, Alice/Buckingham, já está entre nós e eu, como bom hipster de pancadões nipônicos, comentarei eles aqui para vocês! ❤

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As 20 melhores músicas… do K-Pop!

Tempos atrás, uma patota de profissionais da música na Coreia do Sul se reuniu para eleger quais foram as melhores faixas lançadas na história do K-Pop até aquele momento para a Melon (leiam aqui). A eleita, no caso, foi “No.1”, da BoA, o que faz sentido, já que, como pontuou o Dougie no post que linkei, essa se tornou uma música assinatura dela, que é um enorme símbolo do começo da onda hallyu como um todo. O pódio fecha com “Growl”, do EXO, ocupando a segunda posição, seguida de “Gangnam Style”, do Psy, que rapa a terceira.

O ranking provavelmente é condizente com o K-Pop enxergado de dentro da própria indústria (tanto que “Gangnam Style”, o primeiro hit global coreano, está alto assim). Contudo, ao ver essa lista lá em agosto, pensei em fazer o meu próprio topzinho de maiores bops coreanos já lançados. Levei um tempo maquinando e cheguei nessas 20 que, meio que, compilam o meu gosto e os highlights da minha vidinha de capopeiro, que começou lá em 2010 e infelizmente dura até hoje.

Tem coisa velha, tem coisa nova, title, album track, vários lançamentos de um ano só, anos que foram totalmente ignorados, uma delicinha que nem pegou #1 no top de seu respectivo ano, mas acabei descobrindo que ela é mais importante que as que ficaram acima, spoilers de tops que ainda nem saíram, muitas faves juntas num lugar só, um só act aparecendo três vezes e um mundaréu de outros que nem foram mencionados, pois esse é o crème de la crème do meu gosto pessoal.

Preparem a pipoca e vamos celebrar os maiores jams da história do K-Pop…

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AKMU, “Hey kid, Close your eyes”, o indie da minha adolescência e músicas que ficam para a vida

Dando continuidade àquela ideia de ir resgatando os maiores bops-ainda-não-comentados desse ano, vamos com o que, talvez, esteja despontando como uma candidata fortíssima ao título de SOTY aqui no blog: Hey kid, Close your eyes, do AKMU

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