Terceiro episódio desse bloco ainda sem nome aqui do blog onde pego duas músicas, uma oriental, outra ocidental, que tenham o mesmo nome, comento e, ao fim, decido qual a melhor. Dessa vez, temos Hey Mama e Hey Mama, da unit de famosinhos do EXO e do David Guetta com um povo aí. Vamos lá…
Categoria: Ocidente
Paparazzi & Paparazzi: Girls’ Generation perseguidas, Lady Gaga perseguindo e um par de grandes hits
Vocês deram bem mais audiência do que eu imaginava para o primeiro post dessa nova série boboca aqui do blog semana passada, onde comentei duas músicas diferentes com o mesmo nome, mas feitas uma por artistas orientais, outra por artistas orientais (no caso, Twice e Iggy Maionese com Fancy). O que significa que não fingirei que ela nunca existiu e, agora, darei as continuações semanais que havia comentado.
Dessa vez, daremos um pulo em dois contextos totalmente diferentes para acts pop totalmente diferentes, mas que compartilham uma Paparazzi em seus catálogos: Girls’ Generation e Lady Gaga…
Fancy & Fancy: o dancefloor anthem do Twice e a bobagem trash da Iggy Azalea
Eu estava meio de bobeira nesse fim de semana e pensei: “ooh, e se eu fizer um bloco no blog onde eu falo de músicas asiáticas e ocidentais que têm o mesmo nome?”, aí, bom, decidi fazer um bloco aqui no blog onde eu falo de músicas asiáticas e ocidentais que têm o mesmo nome. E é meio que só isso mesmo. Inclusive, nem pensei num título fixo pra isso, aceito sugestões nos comentários.
Para esse debut, trouxe Fancy e Fancy, do Twice e da Iggy Azalea. Quem bota quem para mamar? É o que conferiremos a seguir…
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Lady Gaga, BLACKPINK, “Sour Candy” e músicas coito interrompido
Acho que todo mundo, com a idade, começa a desenvolver algumas chateações e implicâncias com determinados modismos de épocas atuais que vão de conflito com o que achava legal em momentos de maior juventude (ou de tempos em que nem eram nascidos). Dentro do meio otaco, há uma galera que jura que produções atuais, ainda que disponham de maiores recursos tecnológicos para sua execução, não amarram os sapatos de desenhos feitos com o orçamento de trinta ienes, cara e coragem nos anos 80. Já no meio “cinéfilo” (cacete, como odeio esse termo ridículo), há quem defenda que o cinema de verdade morreu com o fim dos anos 70 (tipo, quatro décadas atrás, sério).
Ouvindo Sour Candy hoje mais cedo, descobri qual a minha implicância tiozão rock wins com bagulhos para jovens atuais: eu detesto essas músicas curtinhas da “geração streaming“.
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Off topic: Os melhores filmes de 2019
Uma pausa no capope para eu viver minha fantasia de crítico cinematográfico, elencando, sem ninguém pedir, em um blog de música pop asiática, quais foram os melhores filmes que assisti de 2019. Não tenho tanta bagagem quanto críticos renomados do naipe de Roberto Sadovski e Carlos Dalla Corte, mas acho que assisti bastante material relevante desse ano para montar uma listinha com 10 trecos realmente excelentes que consegui conferir, servindo de dicas para vocês darem uma olhada nesse finalzinho/começo de ano.
Sem enrolar mais, vamos nessa…