Guarnições: Seulgi – Los Angeles

“Guarnições” é um termo almofadinha da gastronomia para os famigerados e adoráveis acompanhamentos dos pratos: não são o principal do consumo, não é por eles que o dinheiro é colocado, mas caso bem montados, acabam fazendo toda a diferença na degustação final. No mundo do asian pop, isso se reflete nas album tracks e b-sides de lançamentos.

Nessa coluna, a proposta é, sem muito critério além de “eu gostar”, panfletar algumas dessas faixas que não foram trabalhadas como single ou title, mas que seguem valendo a audição conforme os anos foram passando.

Não estou com muita ideia pra esticar uma análise inteira sobre o (excelente) mini de debut da Seulgi, mas vocês podem dar uma conferida no que o Dougie e o Wendell Gosto Meu escreveram recentemente.

Mas pra não passar despercebido, vou dedicar esse post à melhor album track nele, Los Angeles

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Seulgi debuta solo parecendo que gosta de bater em homem com a ótima “28 Reasons”

Nessa altura do campeonato, todos vocês já sabem que a Seulgi, do Red Velvet, debutou solo. A Seulgi é a minha predileta do grupo. Embora a Wendy-cancelada seja a com a maior extensão vocal e a Joy seja a mais gostosa, a Seulgi tem ~algo~ que a destaca do resto (não incluo a Irene-que-bateu-no-estilista porque ela não é lá essas coisas e a pirralha é café com leite).

A Seulgi tem uma aparência meio “sou louca e vou colocar fogo nos seus gibis se você me deixar” bem apetitosa. E o timbre vocal dela, mais grave, é parte do que torna as músicas das cinco otites no ouvido de asmodeu um tico mais atrativas e “maduras” que o resto do K-Pop at all. Então, uou, a encapetada mais sinistra do quinteto despontando solo? Vamos lá…

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As 10 melhores músicas ocidentais… da década!

Dias atrás, a Rita Ora estava para fazer um show (HORRÍVEL, fiquei abismado) no Rock In Rio, aí um fã dela compartilhou no Twitter que a plateia ia se emocionar (não se emocionou, porque o show foi HORRÍVEL) ouvindo a excelente “Anywhere”. Nisso, me lembrei que “Anywhere” é uma das minhas músicas pop ocidentais prediletas da década passada e que ela aparecia bem alto no rascunho de lista que eu estava fazendo em 2020 elencando as 100 melhores lançadas no ocidente entre 2010 e 2019.

Calhou de a lista não ir pra frente por motivos que nem lembro mais, mas decidi resgatar essas minhas favoritas desse lado do globo e montar um top 10 de respeito porque… sim. Duas anotações antes de começarmos a lista. A primeira é que, pra efeito de funil, eu só considerei mesmo faixas que estão nesse espectro “pop”. Minha música favorita da última década DE VERDADE é I Sat By The Ocean, um rockzão-vapor-de-virilha do Queens of the Stone Age. Mas quem diabos se importa com rock nesse blog?

A segunda é que, ao fechar a lista, eu me dei conta de que a minha faixa brasileira preferida desse período não estava no top 10. E eu meio que prefiro as do top 10 (e umas outras três ou quatro internacionais) antes dela, então não tiraria vaga de nenhuma para incluir como cota nacional. Isso posto, ela vale uma menção honrosa gostosona…

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ALBUM REVIEW | BLACKPINK – Born Pink (2022)

Recentemente, o BLACKPINK lançou seu segundo álbum de estúdio coreano, o Born Pink. As reações foram mistas: o desempenho em vendas foi excelente, com o disco figurando, atualmente, no topo da parada de álbuns da Circle Charts (antiga Gaon) e da Billboard 200 nos Estados Unidos. Parte da crítica internacional (e aqui do Brasil), no entanto, não compartilhou da empolgação dos fãs, classificando o trabalho com adjetivos que não agradaram à galera mais enfurecida do Twitter.

Eu perdi todo o hype desse lançamento por estar ocupado com a faculdade, mas vou aproveitar as atualizações semanais dessas listas para trazer meus dois centavos sobre esse LP e tentar dar uma resumida no que acho do “fenômeno BLACKPINK” at all. Bom, vamos lá…

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Guarnições: Youha – Numb

E eu finalmente fiquei de férias. Estava dando uma olhada nos posts dos colegas para saber o que de legal tinha de lançamentos, aí descobri que, basicamente, nada que preste rolou recentemente, pois parece que todo mundo ficou com cagaço de disputar com o comeback do BLACKPINK.

Eu achei o álbum do BLACPINK uma merda, mas zero vontade de descascar ele nesse primeiro post de retorno pós-sofrimento universitário. E como não tinha nada de novo pra escrever sobre, resolvi ressuscitar e “rebootar” um quadro antigo aqui do blog: o Guarnições.

“Guarnições” é um termo almofadinha da gastronomia para os famigerados e adoráveis acompanhamentos dos pratos: não são o principal do consumo, não é por eles que o dinheiro é colocado, mas caso bem montados, acabam fazendo toda a diferença na degustação final. No mundo do asian pop, isso se reflete nas album tracks e b-sides de lançamentos.

Nessa coluna, a proposta é, sem muito critério além de “eu gostar”, panfletar algumas dessas faixas que não foram trabalhadas como single ou title, mas que seguem valendo a audição conforme os anos foram passando. Antes eu fazia isso com várias por post, mas acho melhor trazer uma de cada vez daqui em diante.

A escolhida da vez é uma das músicas que mais tenho escutado ao longo desse mês: Numb, da ex-futura-2NE1 Youha

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