Acho que só eu gostei de “Kitsch” :V

Segunda quinzena de dezembro e a gente já começa naquelas de ir relembrando o que aconteceu durante o ano e pá. Aí eu estava aqui separando as músicas que entrarão no meu top 100 e cheguei à conclusão de que devo ser o único blogueirinho que irá incluir Kitsch, do IVE, em uma lista de melhores do ano…

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IVE emulam Kandy Muse em “Baddie”

Tem um episódio da décima terceira temporada de Rupaul’s Drag Race onde três participantes, a Kandy Muse (um tonhão de calcinha), a Tina Burner (cujo ápice da criatividade era usar sempre as mesmas cores) e a Gottmik (Serginho Orgastic dos EUA) se autointitulam “bad girls”. Pois elas formavam um grupinho onde se ajudavam e iriam contra as outras participantes.

Isso meio que matou a temporada pra mim, porque a Kandy e a Tina eram zero talentosas e dava pra ver a mão da direção forçando elas, mesmo indo muito mal, apenas para que cenas bizarras como essa se repetissem:

Eu genuinamente torci pra Tamisha comer ela na porrada. Risos.

Contexto: o ponto é que, na real, as “bad girls” aí estavam tentando emular um outro grupo que rolou dez anos antes no programa, as Heathers, formado por quatro drags que, de fato, podiam se autointitular assim: Raja (venceu a temporada), Manila (ficou em segundo), Delta Work (saiu antes porque ninguém dublava melhor que a Manila) e a Carmen Carrera (gostosa). Só que não adianta se colocar como fodonas, se não são fodonas. Fica só ridículo.

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Raspa no tacho (07/10): Jennie (do BLACKPINK), NewJeans, IVE, (G)I-DLE, NCT 127 e mais

Saiu um monte de coisa no K-Pop esses dias, mas nada me empolgou de verdade. Então, bora atochar tudo numa raspa do tacho e seguir a vida.

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50% de 2023: As 10 melhores músicas do primeiro semestre!

Antes de começar a escrever isso aqui, fui dar uma olhada nos outros posts de 50% do ano do blog (2020, 2021 e 2022 respectivamente) e notei que os três meio que serviram, cada um em seu período, como um diário de como estavam as coisas durante a pandemia. Em 2020, todos estávamos naquele breu de ignorância e não sabíamos se chegaríamos ao ano seguinte. Em 2021, internacionalmente, as coisas já andavam, mas o inelegível não deixou o Brasil servir como cartaz para a vacinação mundial, então ainda corríamos muitos riscos. E em 2022, eu me perguntava se, agora, em 2023, as coisas já teriam voltado ao normal.

E… voltaram. A COVID-19 já não causa mais uma crise sanitária mundial, escolas e faculdades já operam normalmente há tempos, cinemas já reabriram e aquela safra de trecos engavetados se foi e o circuito está na linha (ansioso pelo filme da Barbie no fim desse mês), rolou até carnaval de verdade esse ano (comentários sobre isso apenas para os assinantes do catarse -n).

Outra diferença entre esse ano e os outros é que, por estar no oitavo período (de nove) na faculdade, eu decidi dar um tempo aqui do blog para me dedicar aos estudos, de modo que ele está em hiato desde o primeiro trimestre e seguirá assim até o final desse mês, que é quando enfim termino o “grosso” dessa porcaria (ficaram duas matérias pro período que vem, mas aí não vão tomar nada do meu tempo).

Isso posto, talvez esse seja o post 50% mais interessante (no sentido literal, de levantar interesse) em todos, já que todo ele deve ser surpresa para vocês, visto eu não ter comentado a maioria das músicas em seus lançamentos. Não que o meu gosto musical surpreenda de alguma forma (digo, quem já acompanhava o blog sabe que virão pancadões femininos coreanos, umas animesongs, j-véia qualquer batendo ponto e algum troço que certamente irá ofender a todos), mas, HEY!, pelo menos vai servir pra dar uma pinta do que mais tenho escutado sem contar pra vocês.

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2022 [10-01]

E enfim chegamos ao fim de mais um ranking do Miojo Pop, listando quais foram os 100 melhores lançamentos do asian pop durante o cansativo ano de 2022. Muitas foram as ótimas músicas que passaram por aqui nos últimos dias, mas só 10 conseguiram atingir o ápice em tal listão.

Sem mais enrolações, qual bop se juntará à animesong heaven de Vivid Vice, do Who-Ya Extended, à epítome do citypop de Soul Lady, da Yukika, ao baladão ultraemotivo da BoA, Fly, ao sex anthem Eclipse, da Kim Lip, ao rockzão poético She Hates Me, da Anna Tsuchiya, ao pop heaven de Aladdin, do Wednesday Campanella, à magia ballroom de 4 Walls, do f(x), e ao pancadão indústrial de Red Light, também do f(x), no panteão de bests of aqui do blog? Confiram…

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