Rina Sawayama encarna sua Koda Kumi interior em performance de “XS” no Glastonbury 2023

Eu sei que tem uma porrada de pauta pra cobrir agora que o blog está de volta, incluindo os lançamentos recentes do NewJeans, que está varrendo o K-Pop em qualidade e despertando reações bizarras, tipo a tosca da Grimes possivelmente tentando chamar a atenção do grupo para amaldiçoar o projeto como fez com o Loona:

JESUS QUE PROTEJA ESSAS MENINAS

Mas me deixem retornar puxando sardinha pra essa performance da Rina Sawayama no Glastonbury desse ano, porque eu achei isso tão Koda Kumi e, huh, é sempre bom quando uma cantora nipônica chega em sua fase ero-kakkoi:

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Loona, “Flip That” e aquele último momento de felicidade antes do fim

O último episódio de The Office é uma peça da cultura pop recheada de partes memoráveis. Uma delas passou naqueles reels do Instagram pra mim esses dias. O Andy, personagem interpretado pelo Ed Helms, diz para a câmera que teria gostado de perceber que estava vivendo uma parte tão boa de sua vida antes que ela terminasse.

Isso serve de várias coisas dentro da narrativa da série, e também pode ser lido como algo metalinguístico, já que o ator (e basicamente todo o elenco, com exceção do Steve Carell e do John Krasinski) não teria um futuro maior que aquele depois do término do programa.

Parece estúpido, mas desde a primeira vez em que assisti a esse episódio de The Office, durante a pandemia, tenho levado essas palavras do Andy pra minha vida. Na época, pensei que gostaria de ter percebido que os momentos que eu tive durante minha primeira faculdade (nesse ponto, já encerrada) eram alguns dos melhores que eu viveria durante a primeira metade dos meus 20s. Assim, teria aproveitado ainda mais do que aproveitei.

E então, segui numa de aproveitar sempre ao máximo quando encontro meus amigos, quando consumo alguma coisa que gosto (música, jogo, filme, anime, etc.), além de fazer o possível para desviar de situações e pessoas que possam estragar esses momentos legais. Assim, quando eu enfim percebesse que eles passaram, teria então o sentimento de que vivi eles muito bem e agora são memórias legais que poderei revisitar.

E o que que isso tem a ver com K-Pop? Bom, é que lembrei de Flip That

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50% de 2023: As 10 melhores músicas do primeiro semestre!

Antes de começar a escrever isso aqui, fui dar uma olhada nos outros posts de 50% do ano do blog (2020, 2021 e 2022 respectivamente) e notei que os três meio que serviram, cada um em seu período, como um diário de como estavam as coisas durante a pandemia. Em 2020, todos estávamos naquele breu de ignorância e não sabíamos se chegaríamos ao ano seguinte. Em 2021, internacionalmente, as coisas já andavam, mas o inelegível não deixou o Brasil servir como cartaz para a vacinação mundial, então ainda corríamos muitos riscos. E em 2022, eu me perguntava se, agora, em 2023, as coisas já teriam voltado ao normal.

E… voltaram. A COVID-19 já não causa mais uma crise sanitária mundial, escolas e faculdades já operam normalmente há tempos, cinemas já reabriram e aquela safra de trecos engavetados se foi e o circuito está na linha (ansioso pelo filme da Barbie no fim desse mês), rolou até carnaval de verdade esse ano (comentários sobre isso apenas para os assinantes do catarse -n).

Outra diferença entre esse ano e os outros é que, por estar no oitavo período (de nove) na faculdade, eu decidi dar um tempo aqui do blog para me dedicar aos estudos, de modo que ele está em hiato desde o primeiro trimestre e seguirá assim até o final desse mês, que é quando enfim termino o “grosso” dessa porcaria (ficaram duas matérias pro período que vem, mas aí não vão tomar nada do meu tempo).

Isso posto, talvez esse seja o post 50% mais interessante (no sentido literal, de levantar interesse) em todos, já que todo ele deve ser surpresa para vocês, visto eu não ter comentado a maioria das músicas em seus lançamentos. Não que o meu gosto musical surpreenda de alguma forma (digo, quem já acompanhava o blog sabe que virão pancadões femininos coreanos, umas animesongs, j-véia qualquer batendo ponto e algum troço que certamente irá ofender a todos), mas, HEY!, pelo menos vai servir pra dar uma pinta do que mais tenho escutado sem contar pra vocês.

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As 30 melhores músicas… do J-Pop!

Dois anos atrás, aproveitando que uma turma de profissionais de bastidores tinha bolado algo parecido, fiz uma lista com quais eram as minhas 20 canções favoritas do K-Pop num todo. Ano passado, pro meu aniversário de 29 anos, fiz um post listando 29 músicas que, de alguma forma, me descreviam até aquele momento (incluindo faixas ocidentais).

Hoje, dia 18, completo três décadas de vida. Para uns, isso significa que ainda tenho 10 anos de adolescência masculina. Para outros, significa que sou um sugar daddy. Tendo em vista essa data importante, resolvi guardar a continuação daquela de melhores músicas e dar uma continuidade, agora com um número redondo, à do ano passado, e trazer pra vocês quais são as 30 melhores músicas do J-Pop… em minha opinião, claro.

Vou tentar não tomar muito espaço nessa introdução (porque são TRINTA MÚSICAS, espero que o navegador de vocês não trave com tanto vídeo embedado), mas vale dizer que o J-Pop é “mais importante” pra mim que o K-Pop num geral. Enquanto o K-Pop foi algo que veio com o tempo, meio que por osmose, justamente, pelo J-Pop, os cenários musicais japoneses estão presentes desde… sei lá… 2006, quando comecei a utilizar a internet em lan houses. Se levarmos em conta os DVDs e VHSs piratas de animes e tokusatsus que eu comprava em eventos aqui no RJ, que traziam as músicas originais nas aberturas, até antes.

Música japonesa, seja pop, rock, hip hop, eletrônica, de divas, de grupos idolanimesongs e por aí vai, está comigo desde muito tempo atrás. E meio que forma uma parte grande da minha personalidade. Lembro que na escola (coloquem uns 15 anos pra trás nessa conta), eu era aquele cara que ia com um monte de temas de anime e singles da Koda Kumi no celular Sony Ericsson. E era zoado por isso! Gostar de cultura pop asiática é cool agora. Nos anos 2000, era visto como tosco.

Então, é bem óbvio que muitas das minhas coisas prediletas do J-Pop são dessa época de juventude, onde, para mim, tudo ainda era mato e rolava uma empolgação gigante em ir desbravando. Contudo, é inegável que, com a facilidade da internet banda larga nos últimos anos, e um acréscimo maior de materiais oficiais pelas gravadoras no YouTube e no Spotify, muita coisa de novos artistas também entraram no meu “cânone”.

Logo, abaixo, vocês verão uma mistura de “clássicos” com negócios mais recentes. Ignorem posições em listas de melhores do ano prévias, pois elas representam o momento de quando escrevi elas, não são imutáveis. Inclusive, nem essa aqui é imutável. Ah, fãs da Namie Amuro, sem tumulto nos comentários por a velha nem ter sido considerada aqui…

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Esse blog está em hiato

Então, galera. :V

Vou colocar o blog em hiato “oficial”.

Ocorre que, daqui duas semanas, volto às aulas na faculdade. Estou no oitavo período e tentei colocar na minha grade o máximo de matérias possíveis para que eu consiga me formar ainda esse ano.

É bem provável que eu não consiga me formar nesse período (que termina em agosto), só no próximo (que termina em dezembro), pois algumas das disciplinas não estão sendo ofertadas no meu turno, e até agora a secretaria não respondeu minhas solicitações de abertura de turma especial para formandos.

Complicações de grade causadas por burrice da diretoria da minha universidade, que, durante a pandemia, chegou na conclusão, tirada sei lá de onde, de que só devíamos cursar seis matérias a cada período online, o que atrasou tudo, pois daí em diante começaram a rolar conflitos de horários e tudo virou um efeito bola de neve.

Mas o que importa é que eu vou ter um semestre bem cheio daqui em diante com o tanto de disciplinas que coloquei, mais trabalho que tenho fora da faculdade, mais trabalho que tenho dentro da faculdade. Então, vou oficializar um hiato aqui no blog de maneira oficial, assim ninguém fica esperando post.

“Lá por agosto eu volto.” o/